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27 outubro 2009

25 Anos de Blitz

Chega às bancas na próxima Sexta-feira, 30 de Outubro, um número muito especial da revista BLITZ, que celebra os 25 anos de BLITZ e as últimas cinco décadas da melhor música portuguesa .

Além de artigos sobre cada era da música feita em Portugal, dos perfis de vários artistas incontornáveis e de uma imperdível galeria fotográfica, vai poder encontrar na BLITZ de Novembro as listas dos melhores discos portugueses dos anos 60, 70, 80, 90 e 00 . E todas as canções que permanecem na memória colectiva.

Hoje, mostramos-lhe os dez primeiros classificados da década 60 , época contextualizada na BLITZ de Novembro por um artigo de Luís Pinheiro de Almeida.

Fique atento a BLITZ.pt ao longo desta semana e consulte a revista BLITZ, nas bancas Sexta-feira 30 de Outubro , para conhecer as listagens completas, devidamente acompanhadas de textos e ilustrações.

OS MELHORES DISCOS PORTUGUESES - ANOS 60


10. Pop Five Music Incorporated - A Peça
9. Carlos e Lucília do Carmo - Fado Lisboa - An Evening at The Faia
8. José Afonso - Baladas e Canções
7. José Afonso - Contos Velhos Rumos Novos
6. Adriano Correia de Oliveira - Margem Sul
5. Alfredo Marceneiro - The Fabulous Marceneiro
4. Filarmónica Fraude - Epopeia
3. José Afonso - Cantares de Andarilho
2. Amália Rodrigues - Busto
1. CARLOS PAREDES - GUITARRA PORTUGUESA

09 outubro 2009

Mojo Novembro


Mojo

Uncut Novembro



A Uncut escolheu os melhores 150 discos desta década para assinalar a sua edição número 150.
Fica aqui o top 20:
20 - Amy Winehouse Back to Black
19 - Bruce Springsteen The Rising
18 - Kate Bush Aerial
17 - The White Stripes - Elephant
16 - LCD Soundsytem Sound of Silver
15 - Radiohead In Rainbows
14 - Primal Scream XTRMNTR
13 - Gillian Welch Time (The Revelator)
12 - Portishead Third
11 - The Flaming Lips Yoshimi Battles the Pink Robots
10 - Fleet Foxes Fleet Foxes
9 - Ryan Adams Heartbreaker
8 - Bob Dylan Modern Times
7 - The Arcade Fire Funeral
6 - Robert Plant & Alison Krauss Raising Sand
5 - The Strokes Is This It
4 - Brian Wilson Smile
3 - Wilco A Ghost is Born
2 - Bob Dylan Love and Theft
The White Stripes "White Blood Cells"

08 outubro 2009

Waymedia tem um milhão de argumentos para ser uma alternativa à rádio

Chama-se Waymedia, define-se como uma nova plataforma online de produção e difusão de música e vídeo e conta ter um milhão de argumentos, numa primeira fase, para convencer os utilizadores: um milhão de músicas para ouvir ou construir uma "playlist" de rádio, por tema, autor, ou, mais para a frente, música a música.

Carlos Marques, responsável da Waymedia, foi um dos fundadores do projecto Correio da Manhã Rádio. E também da primeira plataforma de rádios online, o Cotonete, do grupo Media Capital. É frequente pensar-se que as plataformas de rádio online nasceram para matar a debilitada rádio. Mas Carlos Marques discorda: “Estas plataformas são, cada vez mais, um meio convergente. Têm de ser encarados como novas oportunidades para as rádios expandirem os seus negócios. Esta vertente do online e do digital é subalternizada pelos media convencionais”, confessa sobre o projecto que se prepara para lançar no primeiro trimestre de 2010, a par com Joaquim Paulo, ex-director de programas do Rádio Clube Português e especialista em Jazz.

Para o responsável a Waymedia só tem concorrência com projectos semelhantes internacionais, invocando o exemplo da Last FM, o site internacional que tem como princípio dar a ouvir o que o utilizador quer, quando quer sem intermediários pelo meio.

Aqui o objectivo é o mesmo: “Queremos dar a ouvir música, de vários géneros, através de uma “playlist” já constituída ou com um formato personalizado”. Para isso a Waymedia vai trabalhar com cerca de 10 consultores musicais, entre eles o músico brasileiro Ed Mota e o britânico Gary Corben, da editora WhatMusic, especialista em música dos anos 60 e 70, ou o Dj e caça-talentos português Pedro Tenreiro. Mais para a frente a empresa quer oferecer a hipótese de escolha música a música. “Nisso seremos únicos”.

“As pessoas querem cada vez mais música. É isso que procuram. E contamos ter o maior catálogo online de música para lhes oferecer”, diz Carlos Marques, que acrescenta que estão também previstos conteúdos na área da música portuguesa com víduos de concertos e reportagens de bandas.

“Com a largura de banda de que já dispomos as plataformas digitais estão já em pé de igualdade com os meios convencionais. Falta só a Internet chegar ao carro. As rádios que ouvimos no computador já têm muitas vezes mais qualidade que o FM. E o mercado online está a crescer”, explica o responsável.

Está também nos planos da Waymedia, para 2010, um projecto de web TV interactiva, “em que os utilizadores interagirão com o apresentador, por exemplo, por meio de passatempos”, e uma possível parceria com um canal de cabo para um canal de música, adianta Carlos Marques.

fonte Público

28 setembro 2009

Comissão Europeia quer limitar volume nos leitores de música portáteis

A Comissão Europeia quer limitar o volume nos leitores de música portáteis, medida que tem como objectivo proteger da surdez parcial um universo estimado em dez milhões de pessoas, mas o processo pode demorar dois anos até entrar em vigor.

Segundo dados hoje divulgados pelo executivo comunitário, em Bruxelas, "calcula-se que podem correr este risco [de surdez parcial] cerca de dez milhões de pessoas". A Comissão Europeia precisa que "entre cinco e dez por cento dos utilizadores destes aparelhos correm o risco de ficarem parcialmente surdos", tratando-se de pessoas que "ouvem música mais de uma hora por dia num volume muito alto".

A comissária europeia para os Direitos do Consumidor, Meglena Kuneva, sublinhou ser "fácil fazer subir o volume do MP3 até níveis que são prejudiciais, sobretudo na rua e nos transportes públicos".

A comissária acrescentou ainda que "os dados mostram que especialmente os jovens que ouvem música muito alta e, por vezes, várias horas por semana, não têm a menor ideia de que estão a pôr em risco a sua capacidade de audição".

A Comissão Europeia propôs hoje ao Cenelec, organismo responsável pela elaboração de normas da União Europeia, que redija novas normas de segurança técnica para os leitores de música portáteis, incluindo os telemóveis, que abarcarão apenas os aparelhos produzidos após a entrada em vigor.

No processo de elaboração de normas pelo Cenelec participarão especialistas, a indústria, associações de consumidores e outras partes interessadas, podendo durar dois anos.

Bruxelas sublinha que a utilização segura dos dispositivos depende do tempo de exposição e do volume. A 80 decibéis, a exposição semanal ao ruído deve limitar-se a 40 horas, mas a 89 decibéis não deverá exceder as cinco horas.

Calcula-se que, na União Europeia, entre 50 a 100 milhões de pessoas ouvem diariamente música através de um dispositivo portátil. Nos últimos quatro anos, Bruxelas estima que tenham sido vendidos entre 184 e 246 milhões de reprodutores portáteis de música, dos quais entre 124 e 165 milhões são leitores de mp3

09 setembro 2009

09.09.09 - Beatles no D.N.


09.09.09 - Beatles na Blitz



Edição especial da Blitz com textos de leitura obrigatória de gente boa, amiga e entendida:
Luís Pinheiro de Almeida, Rui Miguel Abreu, Lia Pereira, e Luís Guerra como editor.

09.09.09 - Beatles no Público


06 setembro 2009

Mojo Outubro + Disco Abbey Road Now!



Mojo

FREE CD! ABBEY ROAD NOW!
The Beatles' 1969 classic re-recorded by the likes of Cornershop, Robyn Hitchcock, Gomez, The Low Anthem, Glenn Tilbrook, Noah And The Whale and many, many more!
Download do disco: Abbey Road Now!

Uncut - Outubro + CD SEEING FOR MILES



Uncut

FREE CD: SEEING FOR MILES
A mind-blowing 12-track set of the finest new psychedelic rock, with White Denim, Wooden Shjips, Ganglians and more
Download do cd: SEEING FOR MILES

Q - Outubro



Q Magazine

Clash - Outubro



Clash

25 agosto 2009

Kid A Reeditado


Brilhante introdução a um dos melhores discos de sempre.
A propósito da reedição de Kid A a Pitchfork dá nota máxima ao álbum e a crítica começa assim:

We used to listen to music in an entirely different way. There was once a time when music was organized into 45- to 75-minute chunks-- often a few standout tracks padded with a lot of mediocre filler, but occasionally designed so that the parts built up a larger structure. Used to be, people would sit down and listen to that lengthy piece of music from front to back in one sitting, resisting the urge to jump to their favorite parts or skip over the instrumental interlude that served as grout between two fuller compositions. These antiques were called CDs. Here's a story about the last of its kind.


Para ler aqui

Radiohead
Kid A: Special Collectors Edition

13 agosto 2009

Mojo Setembro - CD Africa Rising Disponibilizado Aqui



Mojo

FREE CD! AFRICA RISING: 13 mind blowing summer grooves from the likes of Tinariwen, Ali Farka Touré, Tony Allen, Toumani Diabete, Oumou Sangare, Konono No. 1 and more:
CD AFRICA RISING

Q Setembro



Q

Uncut Setembro



uncut

04 agosto 2009

26 julho 2009

Ao Cuidado de João Bonifácio ( II ) - O Grande Ricardo Araújo Pereira

Não pela sua altura, é mesmo pelo gesto pleno de oportunidade que o Ricardo Araújo Pereira hoje tem n'A Bola.
Ao contrário de toda a ala de colunistas, analistas, comentadores, ditos atentos, imparciais, e preocupados com a liberdade de expressão no jornalismo, R.A.P. aproveita o seu espaço no jornal A Bola para chamar atenção ao inacreditável episódio entre o Belenenses e o jornal Público onde só o jornalista que assinou a reportagem do Festival SBSR saiu perdedor, e isolado.
Não li nenhuma reacção dos pesos pesados que tanto se preocupam em defender a liberdade. E estamos a falar de um dos principais diários do país.
Assim o gesto de R.A.P. tem ainda mais sentido e significado.
Para recordar sempre este parágrafo que aqui reproduzo ( e que todos os autores de blogues preocupados com o estado do jornalismo deviam reproduzir ):

Verdadeiramente difícil — e, isso sim, milagroso — não é fazer do Benfica campeão. É fazer com que o Belenenses desça à segunda divisão. Recentemente, vários treinadores têm tentado a proeza sem êxito. Nos últimos quatro anos, o Belenenses desceu duas vezes à segunda divisão e, mesmo assim, conseguiu ficar na primeira. Tem óbvias vantagens: assim, o clube pode dedicar à crítica musical o tempo que gastaria a preocupar-se com o futebol. Se fosse um clube que, como os outros, estivesse sujeito à descida de divisão, não poderia desperdiçar tempo com estas matérias. Na semana que passou, um jornalista do Público teve a ousadia de escrever, numa crítica a um concerto do Super Bock Super Rock, que o estádio do Restelo costuma estar às moscas. A direcção do Belenenses escreveu uma carta ao Público a chamar boi ao jornalista e exigiu um pedido de desculpas — que aliás obteve. O mesmo jornal que, no caso das caricaturas de Maomé, considerou que as desculpas eram injustificadas, pede desculpa ao Belenenses por uma crítica musical. Américo Thomaz, esteja onde estiver, repousará com certeza satisfeito.

22 julho 2009

Ao Cuidado de João Bonifácio

A propósito disto Direcção do Belenenses insurge-se contra reportagem do "Público" sobre o SBSR queria deixa bem claro o meu apoio ao João Bonifácio:

Acho degradante o ruído que se está a fazer à volta da tua reportagem.
Tenho noção que já li prosas bem mais provocante ( o Cristiano Pereira é "pro" nisso) e para ir mais atrás buscar uma referência na minha vida tenho na minha memória deliciosos trechos escritos por outro jornalista dessa casa, o grande Fernando Magalhães. Até eu já terei usado analogias excessivas e parvas entre música e futebol bem mais graves que o que se lê no teu texto.
Espero bem que o ruído passe e em nada te prejudique. E continua a escrever como sempre o fizeste.
Abraço