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26 abril 2010

Lady Gaga no Pavilhão Atlântico em Dezembro



É a estreia de Lady Gaga em Portugal. Concerto marcado para o Pavilhão Atlântico, Lisboa, 10 de Dezembro.

Os bilhetes serão colocados à venda no próximo Sábado (01 de Maio).

LOCAIS DE VENDA:
www.blueticket.pt www.pavilhaoatlantico.pt
Bilheteiras do Pavilhão; Lojas Fnac; El Corte Inglés (Lisboa); Agências ABEP e Alvalade; Media Markt;
Lojas Worten (Colombo, Vasco da Gama, Oeiras, Loures Shopping, Cascais, Seixal, Telheiras) Turismo de Lisboa; Arena de Portimão; 707 780 000


PREÇOS:
Balcão 2: € 50,00 (Lugares não marcados)
Balcão 2 GOLD: € 85,00 (Lugares marcados)
Balcão 1: € 85,00 (Lugares marcados)
Plateia: € 65,00 (Lugares em pé)
Rampas: € 50,00 (Mobilidade Condicionada)

09 dezembro 2009

Metallica, Agora no Atlântico

Os Metallica actuam em Portugal em 2010. O concerto está marcado para 18 de Maio, no Pavilhão Atlântico , em Lisboa.
De acordo com a informação divulgada pela própria banda, os bilhetes estarão à venda a 12 de Dezembro.

actualização
PLATEIA EM PÉ - 42,00 EUROS
BALCÃO 1 - 50,00 EUROS
BALCÃO 2 - 35,00 EUROS


Palco 360º

08 dezembro 2009

Prodigy no Pavilhão Atlântico: Poderosos Prodígios


(Foto: Vanessa Krithinas /cotonete)

Hoje em dia a oferta musical é tão grande, a facilidade no acesso a nova música é tão exagerada, que andamos sempre atrás do novo som que nos vai surpreender e mudar a vida. Uma batida, um acorde, uma banda, a procura nunca acaba. E às vezes tudo o que precisamos para termos um concerto que nos satisfaça na plenitude já está encontrado há muitos anos. Por isso é que o concerto dos Prodigy no Atlântico foi de arromba.

É uma falsa surpresa o facto de o nosso corpo, um minuto depois da entrada dos Prodigy em palco, já esteja a vibrar. Braços no ar, cabeça a abanar, as pernas em movimento s, e a alma a reconhecer toda aquela violência de batidas fortes que saem das colunas. Mais de sete mil pessoas preferiram a liberdade da plateia em pé aos lugares sentados da bancada, por isso a sala apresentava um cenário curioso; plateia esgotada com o palco quase no fundo do Pavilhão e bancadas desertas com excepção para algumas centrais e o topo do balcão 1.

O povo queria dançar, pular, e extravasar, e por isso o espectáculo também passou pela coreografia impressionante de uma enorme mole em agitação continua e furiosa que teve o seu ponto alto em «Smack My Bitch Up», último tema antes do encore, quando Maxim ordenou que todos se baixassem para que quando ele gritasse o nome da canção todos se levantassem ao mesmo tempo criando uma imagem só comparada com os festejos na Luz a um chapéu do Saviola.

Os Prodigy não facilitam e decidiram viver a sua música, e brindar os seus fãs com alinhamentos em formato best of onde encaixam na perfeição as melhores músicas do novo disco. Assim não há descanso para ninguém durante a hora e meia que dura a sessão de saltos, danças, e berraria para acompanhar os refrões de «Firestarter», «Poison», «Voodoo People», «Diesel Power» ou «Out of Space» abençoada por Max Romeo. Tudo clássicos que nunca mais nos largaram desde a década de 90. Vivem connosco mesmo que não nos lembremos deles. Assim que se ouvem as primeiras batidas ressuscitam das entranhas das nossas memórias e incendeiam-nos o corpo em forma de dança selvagem.

É música de dança? Não. É música da boa, daquela que resiste à passagem dos anos e que quando volta a soar continua a provocar a mesma euforia colectiva.

Liam mantém o seu ar provocador, a sua pose desafiante, e a sua dança alucinada que contagia os fãs, Maxim está cada vez mais com pose de líder, mostra quem manda, e comanda toda aquela energia de som e luz que revira o Pavilhão de pernas para o ar.

Excelente prova de vida dos Prodigy, enorme recepção do público lisboeta, num concerto que nos serviu para recordar como são poderosos estes senhores ao vivo.

Na abertura da noite nota positiva para os Enter Shikari que convenceram a sua já numerosa galeria de fãs, e também quem não os conhecia.

07 dezembro 2009

Prodigy e Enter Shikari Logo no Atlântico

Os Prodigy estão de regresso a Lisboa para um concerto no Pavilhão Atlântico, esta segunda-feira.
Na primeira parte, os Enter Shikari estreiam-se em Portugal.
Os Prodigy vêm mostrar «Invaders Must Die», editado este ano.
O início dos concertos está marcado para as 21h00.
Os bilhetes variam entre os 30 e os 40 euros.

30 novembro 2009

Muse @ Atlântico: Defeitos Especiais



Um concerto dos Muse é uma experiência visual com uma banda sonora desequilibrada. O cenário, os jogos de luzes, e todo o cuidado gráfico na construção do palco é do mais deslumbrante que o pop/rock tem para oferecer nos dias de hoje. O verdadeiro conceito de banda de massas.
Um trio que brilha no meio de um festival de luzes, raios lazer, flashes, e num palco que parece um estúdio de Hollywood onde pontificam três cubos multimédia que com a ajuda de plataformas levadiças transformam os Muse em três personagens, cada um no meio do seu paraleloepipedo, de um videoclip gigante.
É o forte da banda, imagens, muitos truques com luzes, os hits que a plateia conhece de trás para a frente e tudo cozinhado de maneira a que cada canção seja um caminho orgásmico sem volta até explodir em cada refrão partilhado com as quase duas dezenas de milhares de fãs no Pavilhão Atlântico.
No meio de tantos efeitos especiais o único defeito está mesmo no desequilíbrio musical conhecido da banda. Entre autênticos hinos de todos conhecidos passam temas de outras décadas que não precisavam nada de ser reencarnados.
Como espectáculo os Muse estão para os concertos ao vivo como os filmes de Steven Spielberg para o cinema, entretimento puro e muito vistoso.


Alinhamento:

"Uprising"
"Resistance"
"New Born"
"Map of the Problematique"
"Supermassive Black Hole"
"MK Ultra"
"Hysteria"
"United States of Eurasia"
"Feeling Good"
"Guiding Light"
"Undisclosed Desires"
"Starlight"
"Plug In Baby"
"Time Is Running Out"
"Unnatural Selection"

"Exogenesis: Symphony Pt 1: Overture"
"Stockholm Syndrome"
"Knights of Cydonia"

19 novembro 2009

Santana de Regresso a Lisboa em Maio

Santana está de regresso a Portugal para um concerto no Pavilhão Atlântico, em Lisboa , a 25 de Maio de 2010.
Bilhetes à venda na próxima semana.

29 setembro 2009

Green Day no Pavilhão Atlântico: Lisboa a Arder


(foto IOL Música- Manuel Lino)

Não durou as prometidas 3 horas mas foi um concerto arrebatador, o dos Green Day, em que Billie Joe Armstrong brilhou e fez brilhar a juventude portuguesa representada por alguns miúdos que subiram ao palco para o momento das suas vidas.
Cai na perfeição o título que os U2 imortalizaram: «Even Better Than The Real Thing»! Foi o que sentiram dois fãs que deram muito boa imagem da nossa gente. Um subiu ao palco para cantar na vez de Billie e mostrou o porquê do sucesso de tanto concurso de imitações nas nossas televisões. Há talento. E ainda mais surpreendente foi a parte final do concerto quando um outro fã aceitou o desafio de tocar a guitarra do líder dos Green Day em «Jesus of Suburbia». Saiu-se lindamente! Foi como jogar o famoso simulador de consolas Rock Band mas em cima de um palco! Inesquecível para estes rapazes, surpreendente para a imensa plateia que lotou o Atlântico.Terão passado pelo palco perto de uma dezena de fãs resgatados pelo vocalista às primeiras filas. Cantaram, e abraçaram o irrequieto Billie que mostrou não ter medo da Gripe A estimulando o contacto físico com os seus fiéis.

Os Green Day começaram em Portugal a digressão europeia apresentando muito boa forma e aparato visual em palco de respeito. Muitas explosões, muita chama quente, cenários graficamente mutantes e um alinhamento em jeito de revisão que mesmo assim não pôde satisfazer todos os fãs ao deixar de fora «When I Come Around», ou «Wake me Up When September Ends», por exemplo.

Teria sido um concerto ainda mais convincente se não tivessem anunciado uma maratona de três horas seguidas de música que afinal foram encurtadas em 45 minutos. Se os longos momentos passados com o público a replicar os famosos «EHHH OOOHHH» vindos do palco contarem como uma espécie de anti-jogo então teremos que dizer que o tempo útil de concerto ficou abaixo das duas horas, e muito longe das três prometidas.

De qualquer maneira foi um bom concerto com momentos musicais marcantes numa sintonia impressionante entre palco e plateia e uma prova de vida de uma banda que atingiu o auge no já distante ano de 1994 mas que soube manter-se perto das franjas mais novas de fãs através de singles em famosos jogos de consolas, ou em bandas sonoras de filmes consumidos por adolescentes, renovando sempre assim a sua base de fãs. Apesar de já estarmos no Outono a noite foi de Verão e as muitas dezenas de fãs que acamparam de véspera nas imediações do Pavilhão agradecem o tempo ameno.

Green Day no Atlântico: Alinhamento

1. Song of the Century
2. 21st Century Breakdown
3. Know Your Enemy
4. East Jesus Nowhere
5. Holiday
6. The Static Age
7. Before The Lobotomy
8. Are We The Waiting
9. St. Jimmy
10. Boulevard of Broken Dreams
11. Hitchin' A Ride
12. Iron Man [Black Sabbath]/Master of Puppets [Metallica]/You Really Got Me [The Kinks]
13. Brain Stew
14. Welcome To Paradise
15. Longview
16. Basket Case
17. She
18. King For A Day/Break On Through (To The Other Side) [The Doors]/(I Can't Get No) Satisfaction [The Rolling Stones]/Shout [The Isley Brothers]
19. 21 Guns
20. Minority

Encore 1
21. American Idiot
22. Jesus of Suburbia

Encore 2
23. Last Night On Earth
24. Good Riddance (Time of Your Life)

22 setembro 2009

Green Day de Longa Duração

Os Green Day prometem uma noite única no Pavilhão Atlântico, no próximo dia 28 de Setembro, onde vão dar um concerto com 3 horas de duração!

Apesar da extensa digressão americana ter terminado apenas há alguns dias, a banda vai estar em Portugal para ensaios nos dois dias anteriores ao concerto do Pavilhão Atlântico, de forma a ultimar alguns pormenores, uma vez que se trata do primeiro concerto da digressão europeia.

Uma mega-produção, com 13 camiões TIR e mais de 100 pessoas, garante todas as condições para o estrondoso regresso dos Green Day a Portugal, dia 28 de Setembro. A primeira parte do espectáculo vai ficar a cargo dos, também americanos, Prima Donna.

21 setembro 2009

Muse Esgotam Atlântico

O concerto dos Muse no Pavilhão Atlântico, a 29 de Novembro, já se encontra esgotado, adianta o Correio da Manhã.

Entretanto, o novo álbum «The Resistance», entrou directamente para o primeiro lugar do top inglês. O quinto disco do grupo é o terceiro a obter semelhante feito no mercado britânico.

16 setembro 2009

Spandau Ballet Adiados

O concerto dos Spandau Ballet agendado para o dia 10 de Novembro no Pavilhão Atlântico foi remarcado para o dia 14 de Março de 2010.

03 setembro 2009

Prodigy com Enter Shikari no Atlântico

Depois de uma actuação incendiária no Optimus Alive!09, os Prodigy preparam-se agora para pegar fogo ao Pavilhão Atlântico, dia 7 de Dezembro, num concerto único. Para os ajudar, vem uma das mais importantes novas bandas britânicas, os, não menos provocadores, Enter Shikari, naquela que será a sua estreia em Portugal.

Liam Howlett, Keith Flint e Maxim são as três lendas do Rave-Punk que regressaram em grande este ano com o disco “Invaders Must Die”. Temas como “Omen”, “Invaders Must Die” ou “Take Me To The Hospital”, juntaram-se por direito próprio ao lote dos grandes clássicos dos Prodigy, como “Firestarter”, “Poison” e “Smack My Bitch Up”.

Para assegurar a primeira parte do concerto de dia 7 de Dezembro, os Prodigy trazem, pela primeira vez a Portugal, os Enter Shikari, que acabam de editar o segundo álbum “Common Dreads”. À semelhança do primeiro disco, “Take to the Skies”, o novo álbum foi recebido com rasgados elogios por parte da imprensa especializada, que os considera a nova voz da juventude britânica.

PLATEIA EM PÉ * 34,00 EUROS
BALCÃO 1 * 40,00 EUROS
BALCÃO 2 * 30,00 EUROS

03 agosto 2009

Depeche Mode em Lisboa em Novembro

Os Depeche Mode confirmaram no seu site oficial um concerto no Pavilhão Atlântico , em Lisboa , a 14 de Novembro (sábado).
Bilhetes à venda na Ticketline.

31 julho 2009

Leonard Cohen no Pavilhão Atlântico - Sublime!



Uma sala cheia, mas não esgotada, acarinhou e recebeu de coração aberto o regresso de Leonard Cohen um ano depois do concerto em Algés. Um recital divino para aprendizes, recém-convertidos, e fãs de sempre, proporcionado por um ser maior e único.

Ironicamente agradeço do fundo do coração a Kelley Lynch a noite de hoje. Graças a este antigo agente, que desviou cinco milhões de dólares da conta de Cohen, o cantor teve que voltar aos palcos por necessidade financeira.
No ano passado estava eu em Sines a acompanhar o FMM e não pude estar em Algés. Agora entendo melhor o desabafo que Lou Reed teve na altura ao jornal "Expresso" a insultar os promotores dos concertos que ambos deram na mesma noite. Lou Reed ficou furioso por não poder assistir ao recital de Cohen. Hoje compreendo-o muito bem.
Em 1988 estava eu muito ocupado com a minha irreverência parvinha própria da juventude que me dizia que Cohen era algo do passado, sem interesse, e já acabado. Obviamente não estive no Coliseu.
É em noites como a de hoje que acredito na justiça divina. Leonard Cohen com paciência de budista esperou que alguém introduzisse a sua obra na minha vida já cheia de conhecimentos musicais. Sentidamente agradeço à Tia Isabel.

Conhecida grande parte da obra discográfica de Cohen chego ao recente e obrigatório «Live in London» que me acompanha há meses. Quando soube desta (última?) oportunidade para ver o mestre Leonard as expectativas subiram ao máximo.
É engraçado como se pode fazer centenas de reportagens de concertos e de repente estamos no meio de um a sentir o arrepio único que transmite ao nosso cérebro que estamos a viver um daqueles momentos únicos e inesquecíveis. Foi o que me aconteceu ao fim de meia dúzia de minutos a ver e ouvir Cohen.

Ao vivo não há surpresas em relação ao que se conhece do tal «Live in London», mas a experiência é emocionante. A figura de Cohen a arrastar classe em todos os seus movimentos, o sorriso quase infantil com tira o chapéu para receber o carinho da plateia, a ternura com que apanha da alcatifa, que forra o chão do palco que pisa, uma flor atirada por uma fã enquanto canta. O respeito com que olha e apresenta os excelentes músicos que o acompanham, o charme com que se aproxima de magnifica Sharon Robinson, sua cúmplice musical desde os anos 80, o encanto com que descreve as doces coristas, e multifacetadas, irmãs Webb, a confiança com que canta os clássicos de sempre, a peculiar posição agachada de olhos fechados a agarrar o microfone, as saídas de palco, para o intervalo e depois nos encores, feitas em passo de corrida bailada, a sapiência paternal com que nos dá conselhos e nos deseja sorte para a vida depois do encontro divino, e , sobretudo, a humildade e simplicidade com que agradece os merecidos aplausos, fazem de Leonard Cohen um ser maior e místico.
Não vi o futuro do rock n'roll como Jon Landau, mas tive o enorme privilégio de ainda ver o responsável pela origem da poesia ao serviço da música pop. E vi-o em muito boa forma.
A minha vénia, Senhor Leonard Cohen.

30 julho 2009

Dia do Regresso do Senhor Leonard Cohen a Lisboa

Estou entusiasmado porque é hoje que consigo ver pela primeira vez o Senhor Leonard Cohen em concerto. Hoje à noite no Pavilhão Atlântico.
Pelo relato do concerto de Belfast vamos ter um grande concerto.

23 julho 2009

Eagles no Pavilhão Atlântico: Águias de Ouro

Na sua estreia em Portugal os Eagles trouxeram uma produção de luxo e uma vontade de percorrer as várias etapas da sua carreira que durou três horas. As bancadas do Pavilhão Atlântico encheram-se provando assim que a nostalgia move multidões.

A estreia dos Eagles em Portugal mereceu casa cheia no Pavilhão Atlântico. Um público que ouviu atentamente cada música, aplaudindo efusivamente no fim de cada uma, houve pares mais afoitos a ensaiarem uns pezinhos de dança, conseguiram recuperar o, cada vez mais raro, efeito luz de isqueiros numa ou outra balada, e cantou a plenos pulmões clássicos como «In the City», «Take It to the Limit», «Heartache Tonight», ou «No More Cloudy Days».

O mesmo público também agradeceu o formato do concerto que sendo extenso contemplava um intervalo de 20 minutos a meio da noite precioso para os veteranos. Do palco e da plateia.

Valeu a pena a passagem dos Eagles por Lisboa. Uma banda que nos Estados Unidos da América conseguiu que uma compilação sua fosse o disco mais vendido de sempre, que soma cem discos de platina, e que faz parte da história do rock americano, apresenta-se com a grandeza e dignidade do seu passado. O palco é majestoso. Com jogos de luzes verdadeiramente geniais , com um sistema de vídeo impressionante que nos permite ver em dois ecrãs laterais com excelente qualidade de imagem, e reproduzir imagens no cenário, assim como imagens captadas directamente de uma câmara montada no chapéu de um dos músicos em certa altura da noite. Visualmente, um espectáculo perfeito.

A nível de alinhamento a primeira hora é passada a meio gás com a passagem pelo incontornável «Hotel California» logo à quinta música. Depois do intervalo os Eagles regressam com uma postura acústica. Os quatro sentados mais ao meio passam com a tranquilidade própria da folk americana por temas como «No More Walks in the Wood». O ambiente só aquece verdadeiramente na parte final do longo concerto quando passam para a fase mais blues rock e se soltam comunicando com o público que reage com entusiasmo às excelentes versões de «Funk #49» e «Heartache Tonight».

Apesar de já terem passado quase três horas desde que os Eagles tinham começado a tocar, o público não dava mostras de cansaço e depois do encore com os óbvios temas «Take It Easy» e «Desperado», os lisboetas queriam mais mas não tiveram sorte.

in Disco Digital

20 julho 2009

The Eagles Depois de Amanhã

Os Eagles estão a chegar! Uma das mais importantes bandas das história da música actua, pela primeira vez em Portugal, depois de amanhã (22 de Julho) no Pavilhão Atlântico, num espectáculo onde certamente não vão faltar os grandes êxitos da banda, como "Hotel California" ou "New Kid in Town", entre muitos outros.

Glenn Frey, Don Henley, Joe Walsh e Timothy B. Schmit, são os responsáveis por uma das grandes carreiras do rock americano, onde se inclui o álbum com o maior número de vendas na história dos Estados Unidos: “Their Greatest Hits” vendeu mais de 26 milhões de cópias, ficando à frente de “Thriller” de Michael Jackson e “The Wall” dos Pink Floyd.

Uma simples conta de somar, aos discos de Platina que os Eagles alcançaram apenas nos Estados Unidos, explica facilmente a importância da banda californiana: 39 em álbuns de originais + 15 em álbuns ao vivo + 46 em compilações = 100 Discos de Platina!!!

Passemos das vendas ao reconhecimento da indústria: 5 Grammys, o último dos quais alcançado no ano passado pelo álbum “Long Road Out Of Eden” e a consagração com a entrada no Rock and Roll Hall of Fame, em 1998.

Em 2007, após alguns anos sem editarem novos discos de originais, lançaram, “Long Road Out Of Eden”, que continuou a carreira de sucesso da banda, tendo alcançado 7 Discos de Platina e 1 Grammy.

EAGLES (22 DE JULHO | PAVILHÃO ATLÂNTICO)
ABERTURA DE PORTAS * 19H30
INÍCIO DO ESPECTÁCULO * 21H00

06 julho 2009

Backstreet Boys no Atlântico a 30 de Outubro

Reconhecidos pelo Guinness Book of Records como a Boys Band com mais discos vendidos na História, mais de 100 milhões de unidades, os Backstreet Boys actuam dia 30 de Outubro no Pavilhão Atlântico.