28 dezembro 2006

Top 2006 - Boomkat

O top da excelente loja online Boomkat. Com preços e tudo.
Restantes 50 em: Lista Boombkat

27 dezembro 2006

Top 2006 - Diário de Notícias

1. Tv on The Radio
2. Sonic Youth
3. Final Fantasy
4. Richard Swift
5. Bob Dylan
6. Clap Your Hands Say Yeah
7. The Knife
8. The Raconteurs
9. Tom Waits
10. PJ Harvey

Portugueses:

1. Sam The Kid
2. Sérgio Godinho
3. Bernardo Sassetti
4. Aldina Duarte
5. Carlos Bica
6. Humanos (ao vivo)
7. Gaiteiros de Lisboa
8. Balla
9. Buraka Som Sistema
10. Dead Combo

26 dezembro 2006

Sam The Kid de Volta

Sam The Kid lançou o seu novo disco há poucos dias, e veio mesmo a tempo de lutar pelos primeiros lugares nas escolhas de melhores do ano. Grande regresso de Sam The Kid. Fica o videoclip de Poetas de Karaoke:

25 dezembro 2006

Morreu James Brown

O grande James Brown, um nome que nos leva logo a gostar de funk e soul, morreu hoje.
É uma notícia muito triste neste dia de natal.
Obrigado por tudo, James.

24 dezembro 2006

Bom Natal

23 dezembro 2006

A Tradição

Na noite 25 de Dezembro a tradição cumpre-se:
The Legendary Tigerman toca na ZdB.

22 dezembro 2006

Top 2006 - Disco Digital - Discos Internacionais

Bob Dylan vence o álbum internacional do ano para o DD

«Modern Times» de Bob Dylan foi eleito o álbum internacional do ano para os críticos e jornalistas do Disco Digital. Em 2005, a vitória pertenceu a «Frances The Mute» dos Mars Volta.


Bob Dylan « Modern Times».

The Strokes «First Impressions of Earth.

Gnarls Barkley - «St. Elsewhere».

Tom Waits - «Orphans».

Cansei de Ser Sexy - «Cansei de Ser Sexy».

Lindstrom - «It`a Feedelity Affair».

Lily Allen - «Alright, Still».

Tool - «10,000 Days».

Junior Boys - «So This is Goodbye».

10º Cat Power - «The Greatest».

Só foram escolhidos álbuns com crítica no Disco Digital. Participaram nesta votação Davide Pinheiro, Filipe Rodrigues da Silva, João Gonçalves, Pedro Curvelo e Pedro Figueiredo.

21 dezembro 2006

JP Simões @ Santiago Alquimista: Código da música

20/12/2006


O título escolhido para esta crónica é retirado de uma parte do discurso de JP Simões, que ele usa a intercalar cada canção, e era um trocadilho com o famoso «Código Da Vinci». É a sua imagem de marca, parte para as suas composições com ar comprometido, duas mãos agarradas ao microfone, um cigarro no meio dos dedos, olhos fechados, e uma voz que se solta debitando letras muito mais interessantes do que à partida se pode esperar.

Os Belle Chase Hotel foram a montra para o grande público, o Quinteto Tati é um ponto de passagem, a «Ópera do Falhado» ficou escondida do grande público, e finalmente o cantor apresenta-se em nome próprio. JP Simões é um caso muito sério na música portuguesa, escreve muito bem, e consegue passar mensagens que dizem muito à sua geração. Optou por se colar, sem o esconder, ao ritmo de Chico Buarque, mas fá-lo com um carisma próprio, e com um cunho pessoal que ninguém o pode levar a mal.

A geração a que me refiro é a minha, ou seja a que nasceu no início dos anos 70. A meio do concerto no Santiago Alquimista ouve-se uma música que fala da geração do cantor. Está lá tudo. Uma geração que já desistiu dos seus ideias, que nunca foram bem claros, que já casou e se acomodou. É só olhar à volta e temos dezenas de casos na sala que registou grande afluência de público na noite fria que antecede a chegada do Inverno.

Em palco JP Simões fez-se acompanhar pelo coro que gravou o disco, e bateria, baixo, teclas e sopro. É reproduzir aquilo que se pode ouvir em «1970», o disco que vai estar à venda já no início de 2007 (quem esteve no concerto já o pôde adquirir).

É com toda a certeza que afirmo que a duas semanas do fim do ano, assistimos à apresentação de um dos melhores discos portugueses do próximo ano.

Eu até defendo que na maioria das vezes o que me cativa mais é o instrumental passando o lirismo para segundo plano, mas no caso de JP Simões é exactamente o contrário que acontece. Deixamo-nos levar por aquele labirinto de palavras com que ele constrói ideias, e pertinentes mensagens que via desanuviando com um discurso irónico, e bem disposto no intervalo de cada música. Mesmo que raramente se ria.

JP Simões é um dos poucos génios da minha geração, a tal do inícios dos 70. É um rapaz para quem eu olho com admiração e orgulho de ser do mesmo tempo que o meu. Tenho sorte em ter um porta-voz assim.

E depois, quem edita um disco de 11 temas, em que 2 evocam o glorioso; «Vestido Vermelho», e «Capitão Simão», merece tudo de bom!



publicado no Disco Digital

Hoje à Noite: The Kids Are United @ Bar Left

É hoje que há festa da grande no Left! A música é escolhida pelos The Kids Are United, denominação para o trio composto por o autor deste espaço, e pelos amigos Dário, e Gonçalo.
Depois das compras de natal, depois da vitória do SLB, ataca-se a noite mais longa do ano, e recebe-se o inverno com muita música, e damos os parabéns à amiga Raquel Pinheiro.
Está apresentada a noite, estão todos convidados.
Apareçam!

The Kids are United @ Left

Parada de Estrelas no novo Videoclip dos U2

Um dos temas inéditos presentes na mais recente compilação dos U2 tem um video fantástico que aproveita aparições de nomes grandes da história da música em colagens sucessivas dando a ideia de estarem todos a cantarem "Window in the Skies":

20 dezembro 2006

Top 2006 - Disco Digital - Disco Português

Dead Combo - « Volume 2 - Quando a Alma Não É Pequena ».

Sam The Kid - «Pratica(mente)».

Sérgio Godinho - «Ligação Directa».

The Legendary Tiger Man - «Masquerade».

A Naifa - «3 Minutos Antes da Maré Encher».

Linda Martini - «Olhos de Mongol».

Carlos Bica - «Believer».

Wordsong - «Pessoa».

Balla - «A Grande Mentira».

10º Houdini Blues - «F de Falso».

Só foram escolhidos álbuns com crítica no Disco Digital. Participaram nesta votação Ana Baptista, Davide Pinheiro, Filipe Rodrigues da Silva, João Gonçalves, Pedro Curvelo e Pedro Figueiredo.

Top 2006 - Disco Digital - dvd's

Humanos - «Humanos ao Vivo».

Fatboy Slim - «Why Make Videos – The Greatest Hits».

Mão Morta - «Müller no Hotel Hessischer Hof».


19 dezembro 2006

5ª Feira (depois de amanhã) Dia 21: TODOS AO LEFT

Top 2006 - Mojo

A revista Mojo seleccionou discos por géneros:

Albums
1. Raconteurs – Broken Boy Soldiers
2. Bob Dylan – Modern Times
3. Arctic Monkeys – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not
4. Bruce Springsteen – We Shall Overcome: Seeger Sessions
5. Archie Bronson Outfit – Derdang Derdang
6. Vetiver – To Find Me Gone
7. Amy Winehouse – Back to Black
8. James Hunter – People Gonna Talk
9. Midlake – Trials of Van Occupanther
10. Cat Power – Greatest

11. Morrissey – Ringleader of the Tormentors
12. Sonic Youth – Rather Ripped
13. Johnny Cash – American V: A Hundred Highways
14. Scritti Politti – White Bread, Black Beer
15. Young Knives – Voices of Animals & Men
16. De Rosa – Mend
17. Who – Endless Wire
18. David Gilmour – On an Island
19. Beatles – Love
20. Joanna Newsom – Ys

21. Broken Social Scene – Broken Social Scene
22. Espers – II
23. Bert Jansch – Black Swan
24. Kelley Stoltz – Below the Branches
25. Belle & Sebastian – Life Pursuit
26. Brightblack Morning Light – Brightblack Morning Light
27. New York Dolls – One Day it Will Please Us to Remember Even This
28. Isobel Campbell & Mark Lanegan – Ballad of the Broken Seas
29. Comets on Fire – Avatar
30. Lupe Fiasco – Food & Liquor

31. Graham Coxon – Love Travels at Illegal Speeds
32. Fionn Regan – End of History
33. Elton John – Captain & the Kid
34. Bonnie Prince Billy – Letting Go
35. Jerry Lee Lewis – Last Man Standing
36. Lindsey Buckingham – Under the Skin
37. Zutons – Tired of Hanging Around
38. J Dilla [Jay Dee] – Donuts
39. Guillemots – Through the Windowpane
40. Thom Yorke – Eraser

41. TV on the Radio – Return to Cookie Mountain
42. Madeleine Peyroux – Half the Perfect World
43. Kasabian – Empire
44. Ali Farka Touré – Savane
45. Corinne Bailey Rae – Corinne Bailey Rae
46. Simple Kid – 2
47. Flaming Lips – At War with the Mystics
48. Sparks – Hello Young Lovers
49. Lily Allen – Alright, Still…
50. Amp Fiddler – Afro Strut

World
1. Ali Farka Touré – Savane
2. Vinicio Capossela – Ovunque Proteggi
3. K’Naan – Dusty Foot Philosopher
4. Dengue Fever – Escape from the Dragon House
5. Lobi Traoré Group – Lobi Traoré Group
6. Rachid Taha – Diwan 2
7. Holden (Chile) – Chevrotine
8. Dominique A – Horizon
9. Toumani Diabaté – Boulevard de l’Indépendance
10. Etran Finatawa – Introducing…

Americana
1. Howe Gelb – Sno’ Angel… Like You
2. Greg Brown – Evening Call
3. Hayes Carll – Little Rock
4. Neko Case – Fox Confessor Brings the Flood
5. Kelly Joe Phelps – Tunesmith Retrofit
6. Josh Ritter – Animal Years
7. Handsome Family – Last Days of Wonder
8. Vetiver – To Find Me Gone
9. Johnny Dowd – Cruel Words
10. OX – Dust Bowl Ballads

Urban
1. Lupe Fiasco – Food & Liquor
2. Roots – Game Theory
3. Ghostface – Fishscale
4. HKB Finn – Spoken Herbs
5. John Legend – Once Again
6. OutKast – Idlewild
7. Gnarls Barkley – St Elsewhere
8. Blade – Guerilla Tactics
9. Nicole Willis & the Soul Investigators – Keep Reachin’ Up
10. E-40 – My Ghetto Report

Underground
1. Wolf Eyes – Human Animal
2. Om – Conference of the Birds
3. Whitehouse – Asceticists 2006
4. Alexander Tucker – Furrowed Brow
5. Yellow Swans – Psychic Secession
6. Wooden Wand & the Vanishing Voices – Gipsy Freedom
7. Xasthur / Leviathan – Xasthur / Leviathan [split CD]
8. Hototogisu –Chimärendämmerung
9. Growing – Color Wheel
10. Jazkamer – Metal Music Machine

18 dezembro 2006

Uncut Janeiro - Comets, Ghosts & Sunburned Hands - The New Psychedelic Outlaws

Se a capa não surpreende em nada, já o artigo referente às bandas que foram escolhidas para o cd é bem interessante. Embalados pelo lugar cimeiro que deram aos Comets on Fire no seu top de 2006, a Uncut avança com uma compilação a descobrir:

"Comets, Ghosts & Sunburned Hands - The New Psychedelic Outlaws"

1. Entrance - "Grim Reaper Blues"
2. Oakley Hall - "Hiway"
3. Comets On Fire - "Sour Smoke"
4. Six Organs Of Admittance - "The Desert Is A Circle"
5. Citay - "Seasons Don't Fear The Year"
6. Black Mountain - "Druganaut"
7. Howlin Rain - "The Hanging Heart"
8. PG Six - "The Dance"
9. Ghost - "Water Door Yellow Gate"
10. Dead Meadow - "Indian Bones"
11. Wooden Wand - "Portrait In The Clouds"
12. Sunburned Hand Of The Man - "Adult Costume"
13. Jackie-O Motherfucker - "Hey Mr Sky"

e ainda:
  • AN AUDIENCE WITH… - Richard Ashcroft
  • IN HIS OWN WRITE - Alice Cooper
  • MY LIFE IN MUSIC - Antony Hegarty
  • YOU HAD TO BE THERE - Tyrannosaurus Rex
  • CH-CH-CH-CHANGES - Dave Stewart
  • THE STARS THAT FAME FORGOT - JD Souther
  • OPINION - Neil Hannon
  • THE MAKING OF… - The Pogues' "Fairytale Of New York"
  • JON WILDE INTERVIEW - Lily Allen
  • I THOUGHT YOU WERE DEAD - Andy Fairweather Low
  • FROM THE VAULT - 1989: Stone Roses on top of the world
  • FIGHT CLUB - Should rock music just stick to the basics? ELP's Greg Lake vs Tommy Ramone
  • FEEDBACK - Your Letters
  • STOP ME… - Gregg Allman and Cher, 1977
  • Kiss Salvam o Pai Natal



    retirado da série The Family Guy

    17 dezembro 2006

    Ritual Tejo, «Oitentaenove.01»

    Eles vivem! Já quase ninguém se lembrava dos Ritual Tejo quando aparece uma colectânea reunindo o que de melhor conseguiram editar, e mais alguns temas que andavam soltos em outros projectos. Mesmo a tempo do Natal, para gente mais saudosista.

    Já passaram cinco anos desde a última música criada, e já lá vão sete anos desde que a formação original dos Ritual Tejo terminou funções juntos.
    Mas, Paulo Costa (vocalista e principal rosto do projecto) e companheiros acharam que 13 anos de existência mereciam um resumo, e é assim que nos chega este «oitentaenove.01».
    Não se pode levar a mal a iniciativa, afinal qualquer banda com muito menos tempo de actividade, e com muito menos material edita o seu best of.
    No caso dos Ritual Tejo é um pretexto para reavivar canções do tipo pasta medicinal couto, das tais que andaram na boca de toda a gente. É o caso de «Nascer Outra Vez», «Lenda do Mar», ou «Foram Cardos Foram Prosas». Há também «Quem és Tu», um tema nunca editado em álbuns de originais.
    Se é bom ou mau, depende do ouvido de cada um, o autor desta prosa é daqueles que, por exemplo, prefere ouvir o «Foram Cardos Foram Prosas» na voz da Manuela Moura Guedes...

    Mas é preciso relembrar que os lisboetas têm uma história de valor durante a década de 90, com vendas muito satisfatórias, e com um elevado número de concertos ao vivo. Ganharam o respeito, e prestígio que os levou a serem convidados a gravar «Canto Moço» para a homenagem a Zeca Afonso, e «Dar e Receber» para o tributo a António Variações. Abriram os concertos de Bryan Adams em Alvalade em 92, e dos Psychedelic Furs no Coliseu de Lisboa.
    Este regresso é um bom prémio para uma banda que se viu forçada a parar devido ao aparatoso acidente de carro que Paulo Costa sofreu no fim de 2001. O mau tempo já lá vai, e os Ritual Tejo pegam no seu reportório para voltar aos palcos já em 2007, e quem sabe até com originais no horizonte.

    publicado no Disco Digital

    16 dezembro 2006

    The Pussycat Dolls - PCD

    Como fazer render a fonte, ou porque serão as Pusscat Dolls mais consistentes como projecto do que as Spice Girls. Dúvidas e teorias para desenvolver a propósito da reedição de «PCD», o disco de estreia das Pussycat Dolls.

    Começar por dizer que estamos perante um objecto de valor acrescentado, isto é o disco que fez furor entre os juvenis no ano passado, agora conhece nova roupagem com um disco bónus de 10 faixas. Este extra é composto por inéditos interessantes como «Sway» e «Flirt», e, claro, as inevitáveis remisturas para os temas mais badalados.

    Mas nem só de música no formato tradicional vive este bónus. Há a versão toque de telemóvel para «HeAlways Answers», ou «Vibrate of the Table», e o chamado voicemail id em formato musical de «Freaky Fun»!

    Ou seja, isto seria o que as Spice Girls estariam a fazer se tivessem nascido, como projecto, há dois ou três anos. A grande vantagem que o colectivo, sete lindas moças, Pussycat Dolls tem em relação às suas antecessoras é que são muito mais práticas, menos pretensiosas a nível vocal, e fazem-se acompanhar por gente muito boa a produzir objectos pop de grande consumo.

    Busta Rhymes dá o mote no excelente «Don’t Cha», Will I Am transforma o pobre «My Humps» de Fergie num radiante e divertido «Beep», e Timbaland dá o definitivo carimbo de credibilidade ao universo Pussycat com «Wait a Minute».

    O resto são performances ao vivo que são um regalo para os olhos com danças sensuais em pouca roupa, videoclips sugestivos, airplay massivo de rádio, banda sonora das novelas da moda, e adolescentes (e alguns papás) rendidos ao poder das Pussycat Dolls.

    Quem não comprou o original no ano passado, tem aqui um bom pretexto para aderir à febre PCD.

    publicado no Disco Digital

    15 dezembro 2006

    Nova Música dos Arcade Fire

    É o regresso dos canadianos Arcade Fire.
    No site Merry Swankster avança-se com um novo tema de uma das bandas mais em destaque no ano passado.
    Nova música para ouvir aqui:
    Arcade Fire - Intervention

    Bilhetes à Venda para Dave Mattews Band a Partir de... Agora!

    Há uma hora que já se pode comprar bilhete nas bilheteiras do Pavilhão Atlântico para o grande concerto de 25 de Maio do próximo ano.

    preços
    Balcão 1 (sem marcação) € 42,00
    Balcão 2 (sem marcação) € 30,00
    Plateia em Pé (sem marcação) € 35,00
    Rampa (mobilidade condicionada) € 30,00

    O Novo de Carla Bruni

    Para quem ainda não sabe, Carla Bruni assinou um excelente disco há poucos anos chamado Quelqu'un M'a Dit. Quem ainda não o conhece é favor correr para a loja mais próxima e comprar já, para todos os outros que já sabem do que é que Carla é capaz de fazer animem-se porque vem aí novo disco. Vais chamar-se "No Promises" sai em Janeiro e já tem amostras no site oficial da cantora. Corram para:
    Carla Bruni

    Jolie Holland - Escondida

    Ter discos editados pela mesma editora ( Anti ) de gente como Tom Waits ou Nick Cave só pode ser bom sinal. Jolie Holland faz por merecer as honras de figurar ao lado de gente tão ilustre com composições de uma beleza desarmante. Aqui vive-se na realidade folk americana, salta-se da canção introspectiva, para o blues mais mexido. Sempre tendo como fio condutor a lindíssima voz de Jolie Holland.
    Aqui fala-se de "Escondido", disco do meio da carreira da compositora natural do Texas.
    Uma colecção de canções de embalar, e que aquecem as tardes mais frias, com destauqe para "Goodbye California", ou "Black Stars".
    Disco de 2004 que confirmou Holland como um valor seguro da folk americana.