25 maio 2007

Setlist do Último Concerto de DMB antes de Lisboa

Anteontem no The Point, em Dublin na República da Irlanda, foi assim:

(Still Water)
Don’t Drink the Water *
Satellite *
Hunger For The Great Light *
When The World Ends *
Grey Street *
Louisiana Bayou *
Sister +
Dream Girl *
What Would You Say *
Dancing Nancies *
The Idea Of You *
So Much To Say *
Anyone Seen The Bridge *
Too Much *
Jimi Thing *
Stay (Wasting Time) *

__________________

Gravedigger +
Everyday *
Ants Marching *


Show Notes:
* Rashawn Ross
+ Dave Solo

Dia Dave Matthews Band


É HOJE!!! Finalmente, Dave Matthews Band em Portugal

Logo à noite no Atlântico:

Um Ano de Revista Blitz


Sai hoje

24 maio 2007

CONVITE!

HOJE, pelas 23h, no Bar Left (Lisboa, zona de Santos) há música da boa para ouvir e dançar. Kids Are United(eu,e o Dário sem o Gonçalo que não está por cá) vão estar pela noite fora à vossa disposição.
Apareçam!

Recordar Dave Matthews em Birmingham

Há um ano publiquei aqui o relato de um fã que foi ver Dave Matthews em Inglaterra. Sem a sua banda, em formato intimista. Recordem aqui o texto: A Very Special Acoustic Night With Dave Matthews - Birmingham Academy 13/05/06

Só Falta 1 Dia Para DAVE MATTHEWS BAND

Para muitos só de ouvir falar em Dave Matthews Band é motivo suficiente para uma expressão de desprezo. Pobres coitados que não sabem que esta é uma das melhores bandas rock a tocar ao vivo de há anos para cá.
Concordo que há algum "lixo" editado pelos americanos, uma tendência que se vem a notar nos anos mais recentes nos discos de originais, mas basta recorda que o "Live at Red Rocks" é um dos meus discos preferidos de sempre na categoria de "Ao Vivo" para justificar a grande expectativa que por aqui se sente em relação ao primeiro concerto da banda em Portugal.
É já amanhã que , finalmente, vamos poder disfrutar de horas seguidas de grande música tocada por músicos de eleição, que vivem para dar concertos.
Um dos temas que não vai faltar no Atlântico é Ants Marching, aqui fica o aperitivo:

Caetano Veloso de Volta a Portugal

A Música no Coração divulga que estão marcados novos concertos de Caetano Veloso para o mês de Outubro. No Coliseu de Lisboa, a 12 e 13, e No Coliseu do Porto, a 15 e 16.
Os bilhetes já estão à venda.

Revista de Imprensa: Uncut, Wire, e Mojo


Uncut


Mojo


WIRE

23 maio 2007

Creamfields Volta em 2009

O evento que tanta polémica levantou promete regressar em 2009, é a SmartEvents que avança essa possibilidade.
Será que o Parque da Bela Vista só vai ser aproveitado anualmente para o Rock in Rio, alternando com o Creamfields?

22 maio 2007

Lindstrom & Prins Thomas, BBC Radio 1 Essential Mix, 2007-05-06

Lindstrom & Prins Thomas gravaram na BBC Radio 1 uma Essential Mix no passado dia 6. Aqui fica o alinhamento, e um link onde podem aceder à gravação:

Disponível para download aqui

Alinhamento

Al Usher - Her Today // Misericord
Aeroplane - Aeroplane // Eskimo
Lindstrøm & Solale - Let It Happen // Azuli
In Flagranti - Bipolar // Codek
No Theory - Devils Dance // Sin&Soul
Lindstrøm - Musikal Overtones // Feedelity
Sneak Thief G-String Orchestra - My Sullen Mistress // Klakson
Ytre Rymden Dansskola - Kjappfot (PT Edit) // Full Pupp
Runaway - Shadows // Wurst
Max Mohr - Assonja Swynja // Playhouse
Dettman Vs. Moroder - Quicksand/Utopia Mash // White Label
Faze Action - Stratus Energy // White Label
M-D-Emm - Get Acidic // Transmat
Centrific - Somebody Went To Detroit And All I Got Was The Itchy Hawtins // Drop Bass Network
Fleetwood Mac - You Make Lovin' Fun (Trailmix) // White Label
M E - Rnb Drunkie // Golf Channel
Wild Rumpus - Musical Blaze Up (Rub & Tug Bitches Remix) // Bitches Brew
Chairmen Of The Board - Party // Invictus
(Interlude) Rare Earth - Get Ready (Live Version) // EMI/Motown
Niagara - Sangandongo Part 1 // White Label
Solomun & Stimming - Eiszauber // Diynamic
Still Going - Still Going Theme // DFA
Lindstrøm - Contemporary Fix (Bjørn Torske Remix) // Smalltown Supersound
Nick Chacona - Mariacha // Internasjonal
Lindstrøm & Prins Thomas - Nummer Fire En (Short Edit)

21 maio 2007

Buraka Som Sistema Remisturam MIA

Está disponível no blog da Fader magazine o tema "Bird Flu" da MIA remisturado pelos Buraka Som Sistema. E o resultado é bem bom. Confiram:

Bird Flu", MIA - Buraka Som Sistema remix

Fernando Magalhães: 2 Anos de Saudade

Na semana que agora acaba, completou-se o segundo ano sem a presença de Fernando Magalhães entre nós. Mais precisamente no dia 15 de Maio fez 2 anos que ficámos sem o Fernando. De aí até hoje os concertos nunca mais foram abrilhantados com a presença dele, o suplemento do público sobre música nunca mais teve as linhas geniais que nos faziam comprar um disco, ou rir com as prosas de FM, o espírito do fórum sons caíu a pique até desaparecer, as canecas do Baleal não sabem tão bem, e os falhanços do Sporting já não servem para mandar o sms da praxe para o amigo Magalhães.
Mas a sua ausência fisíca não significa que o esqueçamos. Conviver com o Fernando Magalhães foi dos melhores "brindes" que tive na vida, e uma pessoa como ele nunca será esquecida enquanto eu tiver a minha memória sã e salva.
Tenho muitas saudades tuas, Fernando!

20 maio 2007

Creamfields: O Sucesso do ETC. Do Muito ETC.

Está oficialmente aberta a época de festivais em Portugal. Tudo começou no dia de ontem com a celebração em pleno coração da capital do primeiro Creamfields, um evento que já correu o mundo e até há poucas horas fez de Portugal a sua casa.
A campanha de divulgação do festival falava em música e etc, muito etc. Pois bem, era uma campanha sincera e no rescaldo da passagem pelo parque da Bela Vista o que se pode dizer é que foi o triunfo do etc e já explico porquê.

Se fossemos avaliar a potencialidade do Creamfields pelo alinhamento do palco principal seria complicado convencer muita gente a gastar dinheiro num ida até lá. Convenhamos que ir ver You Should Go Ahead, Expensive Soul, Da Weasel, Placebo e Prodigy, não é nada que não possamos imaginar num qualquer cartaz de Queima das Fitas por esse país fora.
A atracção do Creamfields estava espalhada por outros palcos direccionados a um público específico como são os nichos dedicados ao reggae, dance music, rock, ou electrónica.
Se juntarmos a estes palcos outras orginais ofertas como um jantar a 30 metros de altura, ou passeio de balão (que acabou por não acontecer devido ao vento), ou passagens por um local com piscina, entre outras acções de promoção dos diversos patrocinadores, temos então uma gigantesca feira popular que atrai o povo tendo a música como pretexto.

O conceito está aprovado, e só não entendo porque é que um espaço como este na Bela Vista não é aproveitado pelos responsáveis da cidade, e apenas é dinamizado por Rock in Rios e Creamfields, não dá mesmo para entender!
A comparação é tão inevitável quanto injusta, mas temos que dizer que o Creamfields perde aos pontos para o Rock in Rio. Deu ideia que a organização não acreditou que aparecessem muito mais do que os falados 20 mil pagantes, a verdade é que devem ter estado uns bons milhares de pessoas a mais, e isso veio a espelhar-se nas inacreditaveis filas que se foramavam à porta de tendas, ou das instalações sanitários, ou até para experimentar as várias atracções ao longo do parque. Fez lembrar a Eurodisney às 16h.
A juntar às enormes filas há que apontar mais aspectos negativos. A espera para se comer à medida que a noite caía era desesperante! E, finalmente, a questão mais grave, não havia no recinto uma única caixa multibanco.
Estes factos negativos depois de 2 edições do Rock in Rio no mesmo espaço não escapou à crítica de ninguém, especialmente a parte da alimentação que para quem não tinha o mágico acesso à área VIP, onde até se podia beber Moët & Chandon, foi uma desilusão.

As partes boas do Creamfields são para meditar. Para mim, o principal a reter é o facto de podermos ter no mesmo espaço vários palcos a funcionar ao mesmo tempo, ao contrário do que costuma acontecer por cá. A diversidade da oferta assegura o bom funcionamento de cada espaço. Eu vi muito boa gente que andou a pular entre o rock dos Vicious Five, ou Wraygunn, e o reggae de Max Romeo, e que nem chegou a aproximar-se do palco principal.
Os concertos verdadeiramente interessantes passaram-se mesmo nos espaços temáticos. Os três que já referi são os melhores exemplos de compensarem uma ida ao Creamfields.
É a confirmação da força que o reggae vem mostrando por cá, embora eu continue a achar estranho a geral beatificação dos novos nomes, Jahcoustix é um bom exemplo, em detrimento de uma veneração geral a lendas como Max Romeo. Mas isto sou eu que já estou velho.

No palco principal só os Da Weasel mostraram estar à altura do grande aparato sonoro, e visual, que o cenário impunha aos muitos teenagers que ocuparam os vários metros de relva em formato de vale em frente do mesmo.
Os Da Weasel confirmam-se como os Xutos & Potanpés (no sentido da aceitação generalizada, e celebrizada) da sua geração. Com um disco novo para apresentar, a banda de Pacman desfila em mais de uma hora um formato de Best Of de toda a sua carreira, e já consegue ter grande reacção dos fãs nos novos temas.
De resto os Placebo tiveram uma passagem fraquinha, ao contrário do que tinha acontecido há um ano no Super Rock, e os Prodigy chegaram a entusiasmar mas só quando passaram pelo disco que lhes garante a sobrevivência há mais de 10 anos.
Os Expensive Soul animaram o pessoal, mas não convenceram muito por culpa de uns coros ridículos. Já os You Should Go Ahead deram tudo o que tinham na ingrata tarefa de abrir as hostilidades ainda com o sol bem alto, e pouca gente à sua frente.

Feito o balanço, digo que valeu a pena perceber que estes eventos em formato de feira popular têm potencial para vingar, e que o conceito de vários palcos a funcionar ao mesmo tempo é aposta segura para futuras edições.
Está aberta a temporada festivaleira!

(fotos do site da Antena3)

18 maio 2007

Ziggy Marley no Coliseu de Lisboa

Bom reggae para ouvir no Coliseu a 29 de Julho. Ziggy Marley, um dos filhos do Mestre, vem a Lisboa apresentar o seu mais recente disco "Love is My Religion". Fica já marcada uma bela noite reggae para o fim de Julho.

Podcast: Boa Noite e Um Queijo

Agora que tenho disponibilidade para estar a ouvir música durante os dias de trabalho, descubro o verdadeiro prazer de ouvir bons podcasts. O primeiro que quero destacar é o programa Boa Noite e Um Queijo das minhas amigas Ana Martins e Lia Pereira. É a segunda vida do "Queijo" que começou a ir para o ar na extinta Química FM num formato directo de duas horas, em que tive o prazer de participar várias vezes.
Agora o Boa Noite e Um Queijo vive na Rádio Zero e pode ser ouvido em Podcast.
Durante a semana ouvi estes primeiros episódios, a nova aventura começou a 24 de Abril (bela data) e já aguardo por nova gravação que deverá acontecer na próxima terça feira.
Para descobrir em: Boa Noite e Um Queijo!

17 maio 2007

Sérgio Godinho no Teatro Maria Matos Até Dia 20

Desde ontem até ao próximo dia 20, todas as noites Sérgio Godinho vai estar a apresentar "Ligação Directa" no Teatro Maria Matos em Lisboa.
Excelente oportunidade para ver e ouvir ao vivo um dos melhores discos de 2006.

The Who @ Pavilhão Atlântico

Não foi por acaso que pedi ontem ao amigo Luís Guerra para escrever aqui sobre a vinda dos The Who a Lisboa. Ele é um dos que defende, e explica, a importância dos ingleses na história do rock. Aqui a questão era saber em que estado de conservação nos chegavam os The Who. Tal como Luís Gerra explicou ontem, a ida ao Atlântico era mesmo obrigatória porque a banda, que até inclui o filho do Beattle Ringo Starr, defende com muita dignidade, orgulho, e convicção a banda sonora de uma geração que se agitou ao som das muitas canções que em 1977 ficaram registadas naquele que será o melhor disco ao vivo de sempre.

Pena que o povo português não se entregue a celebrações massivas com quem merece, não tendo aparecido mais de 4 mil fãs à chamada no Atlântico. De qualquer maneira, foram os suficientes para dar ambiente a um excelente concerto, com um som fabuloso, e com imagens de alta definição a ilustrar o cenário do palco. Tudo o que se lhes pedia foi atentido. Tocaram os grandes clássicos, deram tudo em palco, e Roger Daltrey desfilou os seus truques com o microfone, enquanto Pete Townshend brindou o pessoal com os seus populares movimentos moínho na guitarra!
Grande passagem dos The Who por Portugal. Mais uma lenda do rock que vi ao vivo, e que anda na escala dos Stones, ou seja, não desiludem minimamente ainda hoje.

A vossa atenção para a reportagem do Luís Guerra na Blitz.

16 maio 2007

The Who e as Razões de Luís Guerra

O jornalista da Blitz, Luís Guerra, aceitou o desafio do Grandes Sons para explicar porque não devemos perder hoje o concerto dos históricos The Who em Lisboa. Aqui ficam:

3 más razões para ficar em casa durante o concerto dos the who:

- tanto a novela «Vingança» (SIC) como «Tu e Eu» (TVI) não apresentam episódios fulcrais.

- ninguém quer ver o defensor-grémio para a taça dos libertadores da américa (sport tv) quando já anda suficientemente nervoso com o desenlace da liga portuguesa.

- o prazo de entrega do irs já lá vai (para trabalhadores independentes foi ontem o último dia). se -como bom português - entregou ontem às 23h59 a sua declaração, ainda não é hoje que vai ter um cálculo do reembolso - e muito menos à noite!

3 boas razões para ver os the who ao vivo:

- provavelmente nunca os terão visto antes e vai ser difícil vê-los depois, logo aquelas duas horas serão a altura ideal para fazê-lo.

- pete townshend é perito no movimento do moinho de vento com a guitarra.

- roger daltrey tem caparro para ir às fuças aos detractores.

e uma quarta, não oficial e segredada:
a música é do melhor rock que seres humanos do pós-paleolítico já fizeram.

Logo à Noite; The Who no Pavilhão Atlântico

Após quatro décadas de espera, Portugal vai finalmente ver The Who. Quem? Aquela banda que deu ao mundo clássicos tão marcantes e influentes como "My generation", "Baba O' Riley" ou "The kids are alright". O concerto está agendado para dia 16 de Maio, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa.Os veteranos e lendários Pete Townshend e Roger Daltrey são os anfitriões desta viagem de memórias. É um canal de recordações com grandes momentos musicais, mas também com vários episódios trágicos que quase paralisaram a banda de vez. A morte do baterista Keith Moon, em 1978, foi um deles. A morte de John Entwistle, em 2002, reavivou o luto.

Mas algo reacendeu a vontade de continuar a espalhar a palavra. No ano passado, Townshend e Daltrey voltaram a gravar com The Who, pela primeira vez em mais de 20 anos. O resultado? "Endless Wire", que tem sido francamente aplaudido pela critica, pondo em cheque os sobrolhos levantados perante uma manobra que podia, à primeira vista, ser encarada como puramente comercial. "É uma movimentação rara e inesperada, de uma banda do Passeio da Fama, que ganha créditos por ser mais do que o habitual esquema pensionista do dá-às-pessoas-o-que-elas-querem", escreveu a "Pitchfork".

Os The Who que vêm a Portugal cantar versos-chave como "Hope I die before I get old" podem ser "apenas" metade. Mas essa metade ressurge com uma energia renovada. E vem bem acompanhada: nas teclas, John "Rabbit" Bundrick, velho conhecido dos anos 70; no baixo, Pino Palladino, músico já convocado por Eric Clapton e Paul McCartney; na bateria, Zak Starkey, filho de Ringo Starr; na guitarra, Simon Townshend, irmão de Peter.

in Público

15 maio 2007

Novas do Delta Tejo

Actualização
O cartaz do Delta Tejo é o seguinte:

20 de Julho
Daniela Mercury
Papas na Língua
André Sardet
Os Mutantes
Bebel Gilberto
Los de Abajo


21 de Julho
Carlinhos Brown
João Gil & Luís Represas
João Pedro Pais & Mafalda Veiga
Lila Downs
Olodum
DJ Marcelinho da Lua


22 de Julho
Orishas
Sizzla
Macaco
Marcos Sacramento
Bei Gua
Mercado Negro

14 maio 2007

Os 40 Anos da Rolling Stone


Edição reforçada com entrevistas a muitas celebridades para festejar 40 anos de vida da Rolling Stone.

13 maio 2007

George Michael em Coimbra: À Grande

O fim de tarde vivia-se com preocupação no bonito estádio de Coimbra. Havia a ameaça de chuva, a moldura humana não estava de acordo com as expectativas, e não se sabia ao certo o que esperar da performance de George Michael.
Pois bem, não chegou a chover (apesar da curta presença dos Fingertips que mereciam uma trovoada), e perto das 22h, altura em que começou o concerto, a plateia estava muito mais composta para dar calor ao primeiro grande concerto de estádio de 2007.
Ao fim de poucos minutos também ficámos esclarecidos quanto ao desempenho de George Michael em palco. Imagem sóbria, e elegante, aposta num discreto fato escuro, passando para segundo plano num gigantesco cenário que estimula a visão com imagens cheias de cores centradas numa tela que vai do cimo da cobertura do palco até ao relvado, fazendo de passadeira para o cantor.
Os vários efeitos visuais são soberbos, e o som é arrebatador, principalmente nos temas com batidas dançáveis.
A gestão do repertório é lógica e inteligente, passa pelos maiores êxitos a solo, intercalando ritmos contagiantes como "Star People", ou "Everything She Wants", com baladas a escorrer azeite como "Jesus to a Child".
Como se pode já perceber, o rapaz não hesite em recorrer ao reportório dos Wham!, embora tenha falhado o (muito pedido) "Wake Me Up...".
Antes de um intervalo de 20(!) minutos, o momento mais marcante com a interpretação de "Shoot the Dog" que termina com um grande boneco insuflável de G. Bush no meio do palco. Antes de sair para intervalo, George Michael passa por Bush, desaperta-lhe as calças e sai um cão com as cores da bandeira do Reino Unido pendurado...

É aqui que é preciso dizer que este é o espectáculo que vai inaugurar o mítico estádio de Wembley! Os ingleses vão ter muito com que se entreter.
A segunda parte do concerto é o continuar do desfile de grandes sucessos que a plateia no seu ambiente mais familiar possível acolhe com alegria e satisfação.
Para trás ficou uma presença simpática em palco, e uma demonstração de grande à vontade no domínio de um espaço enorme por só artista, embora de vez em quando tivesse a companhia de alguns elementos da sua banda à boca de cena.
Foi tudo o que se esperava, não houve surpresas e todos saíram satisfeitos.
Mais um que já assinou o livro de presenças por cá.

12 maio 2007

Porquê ir a Coimbra Ver George Michel?

Porque é uma das personagens principais do chamado Pop nas últimas décadas.
Passou os anos 80 de jeans rasgados a tirar da sua guitarra alguns dos refrões mais reconhecidos pelo mundo fora, e que ainda hoje fazem as delícias das rádios. Isto enquanto espalhava charme pelas teenagers que vacilavam só de ouvir falarm em Wham!.
Passada a fase pop teen, George Michel avança com toda a segurança para uma carreira a solo que marcaria os primeiros anos da década de 90 vendendo milhões de discos, ganhando Grammys, actuando ao lado de velhos ídolos como Aretha Franklin, ou Elton John. Num registo mais badaladeiro, entre a soul, e o r&b, o homem lá acertava na fórmula que o levou aos pícaros da fama pop.
Depois de começar tão bem os 90's, assinaram-lhe a sentença de morte (artística, claro) numa casa de banho público num parque dos Estados Unidos. Foi a sua homosexualidade a vir ao de cima, e a imprensa a massacrá-lo. O golpe de génio veio quando menos se esperava.
Se George Michael ainda hoje parte para grandes e rentáveis digressões muito se deve à fabulosa resposta audiovisual no formato de Outside:


Foi o relançar da carreira assumindo tudo o que era, e ridicularizando tudo o que lhe aconteceu, principalmente tendo na mira a critica norte americana.
O tema foi um sucesso e um pouco por todo o mundo voltou-se a dançar nas pistas ao som de George Michael!
Já no século XXI veio o completar da reviravolta do inteligente artista. Com um só videoclip gozou com políticos, e políticas, inglesas, e americanas. O single Shoot The Dog foi recebido com sorrisos, e aprovação geral:


Para trás ficam mais de 20 anos de canções reconhecidas por quaquer humano aos primeiros acordes. Hoje em Coimbra, George Michael vai apresentá-las aos portugueses pela primeira vez, e ali vão desfilar pedaços da rica, e complexa, história da Pop Music que não é indiferente à geração de 70, especialmente aqueles que costumam frequentar este tipo de eventos (e hoje este o primeiro grande concerto de massas em 2007) e não conseguem recusar companhia às amigas da mesma geração. É como ir ao cinema ver um filme inofensivo.

11 maio 2007

Maldoror pelos MÃO MORTA

É hoje a estreia. Aqui fica tudo o que precisam de saber sobre o novo projecto dos Mão Morta.

11 e 12 de Maio

Theatro Circo – Braga

21h30m

Preço do bilhete: 10 euros

Para conheceres melhor este espectáculo, basta ires ao site www.mao-morta.org ou veres o video promocional do you tube:


O site www.mao-morta.org está renovado graficamente!


OS CANTOS DE MALDOROR

(o livro)

Na Paris sitiada de 1870 e em vésperas do levantamento da Comuna morre aos 24 anos o desconhecido Isidore Ducasse. No entanto este misterioso “homem de letras” deixava atrás de si um formidável empreendimento de demolição de que o romantismo envelhecido e o Segundo Império à beira do desastre não seriam as únicas vítimas. Os seus “Os Cantos de Maldoror”, impressos no ano anterior sob o pseudónimo de O Conde de Lautréamont, não poupam nenhuma autoridade nem nenhum dogma.

Sob a aparência de um herói do Mal, negativo dos heróis românticos então em voga, Maldoror é a personagem central da narrativa estruturada em Cantos à maneira das epopeias clássicas. Mas Maldoror é muito mais que um herói do Mal, é sobretudo um combatente da liberdade que nos revela as consequências de uma dupla alienação: enquanto a interiorização dos interditos morais e religiosos nos confisca os desejos, as marcas de uma linguagem imobilizada contrariam-nos a livre expressão.

Se a primeira alienação ganha denúncia no combate encarniçado de Maldoror contra o Criador e a religião e na natureza obsessivamente erótica dos seus crimes, relembrando a animalidade e a agressividade que a Igreja associa à sexualidade, já a segunda é exposta pela recorrência a artifícios literários, da interpelação do leitor à confusão entre narrador e personagem, da ausência de linearidade narrativa à constante sobreposição de formas literárias, como se ao combate encarniçado contra o Criador correspondesse estranhamente uma luta da escrita contra uma censura latente. Apesar disso, o texto não perde balanço, antes, como uma espiral ou um turbilhão, ganha um movimento rodopiante, de reposição e de renovação, de repetição e de modulação, com novos enredos sempre a arrancarem para logo abortarem, com constantes intromissões e divagações a impedirem a narração de avançar, não abordando novos relatos senão para voltar a tropeçar no mesmo episódio indizível, deixando entrever o que se segue para melhor o ocultar, tal um segredo que se quer contar mas não se consegue, criando assim uma tensão que vai alimentar toda a obra, que dá a impressão de gravitar à volta de um centro sempre fugidio.

“MALDOROR”

(o espectáculo)

A partir de “Os Cantos de Maldoror”, a obra-prima literária que Isidore Ducasse, sob o pseudónimo de Conde de Lautréamont, deu à estampa nos finais do séc. XIX, os Mão Morta, com os dedos de alguns cúmplices, estruturaram um espectáculo singular onde a música brinca com o teatro, o vídeo e a declamação.

Aí se sucedem as vozes do herói Maldoror e do narrador Lautréamont, algumas imagens privilegiadas das muitas que povoam o livro, sem necessidade de um epílogo ou de uma linearidade narrativa, ao ritmo da fantasia infantil – o palco é o quarto de brinquedos, o espaço onde a criança brinca, onde cria e encarna personagens e histórias dando livre curso à imaginação.

Em similitude com a técnica narrativa presente nos Cantos, a criança mistura em si as vozes de autor, narrador e personagem, criando, interpretando e fazendo interpretar aos brinquedos/artefactos que manipula as visões e as histórias retiradas das páginas de Isidore Ducasse, dando-lhes tridimensionalidade e visibilidade plástica. O espectáculo é constituído pelo conjunto desses quadros/excertos, que se sucedem como canções mas encadeados uns nos outros, recorrendo à manipulação vídeo e à representação.

Como um mergulho no mundo terrível de Maldoror, povoado de caudas de peixe voadoras, de polvos alados, de homens com cabeça de pelicano, de cisnes carregando bigornas, de acoplamentos horrorosos, de naufrágios, de violações, de combates sem tréguas… Sai-se deste mundo por uma intervenção exterior, como quem acorda no meio de um pesadelo, como a criança que é chamada para o jantar a meio da brincadeira – sem epílogo, sem conclusão, sem continuação!

INTERVENIENTES

Texto Original: Isidore Ducasse dito Conde de Lautréamont;

Selecção, Versão Portuguesa e Adaptação: Adolfo Luxúria Canibal;

Música: Miguel Pedro, Vasco Vaz, António Rafael e Mão Morta;

Encenação: António Durães;

Cenografia: Pedro Tudela;

Figurinos: Cláudia Ribeiro;

Vídeo: Nuno Tudela;

Desenho de Luz: Manuel Antunes;

Interpretação: Mão Morta (Adolfo Luxúria Canibal – voz / Miguel Pedro – electrónica e bateria / António Rafael – teclados e xilofone / Sapo – guitarra / Vasco Vaz – guitarra e xilofone / Joana Longobardi – baixo e contrabaixo);

Produção: Theatro Circo e IMETUA – Cooperativa Cultural

10 maio 2007

Fight Club, a Banda Sonora


Ontem ao deitar-me fiz o chamado "zapping" televisivo, e parei logo na TVi. Estavam a dar um dos filmes da minha vida. Mais uma vez lá fiquei eu agarrado às personagens de Edward Norton, e Brad Pitt. Isto até vir um intervalo que mata qualquer vontade de acompanhar o resto do filme já que é coisa para durar uns 10 minutos.
Como já vi vezes sem conta o Fight Club na edição especial em DVD fui dormir. Mas hoje não saí para mais um dia de trabalho sem trazer a banda sonora do filme.
Porque há filmes assim que marcam a nossa vida.

Os Mutantes no Delta Tejo

Diz o Disco Digital:

A banda, fundada em São Paulo por Sérgio Dias, Arnaldo Baptista e Rita Lee, foi uma das principais formações de rock experimentalista e psicadélico dos anos 60, responsável por êxitos como «Panis et Circenses», «Ando Meio Desligado», «A minha menina», «Baby» ou «É proibido proibir».

O concerto em Lisboa surge um ano depois de os Mutantes se terem juntado novamente a convite do Barbican Center, em Londres, onde gravaram em Maio de 2006 um CD e DVD ao vivo.

Na altura, Rita Lee recusou voltar a actuar, tendo sido substituída na voz por Zélia Duncan.

Em Lisboa deverá ser essa a formação, com Sérgio Dias, Arnaldo Baptista, Zélia Duncan e Ronaldo Leme (Dinho), baixista que se juntou à banda original na gravação do segundo álbum, «Mutantes» (1969).

O primeiro festival Delta Tejo decorrerá entre os dias 20 e 22 de Julho no Alto da Ajuda, em Lisboa.

O cartaz tem como mote a escolha de artistas provenientes de países produtores de café, como o Brasil, o México, Cuba, Espanha e Portugal.

Do cartaz farão ainda parte os brasileiros Carlinhos Brown e Daniela Mercury, os cubanos Orishas e os portugueses João Gil e Luís Represas, que se juntam ao vivo mais de dez anos depois da separação dos Trovante.

09 maio 2007

Matéria Prima na Capital

A loja de discos do Porto chega a Lisboa.

Divulgação descarada:

MATÉRIA PRIMA LISBOA
QUINTA-FEIRA (10 MAIO) . 19H30
MOUSSE
RUA DAS FLORES, Nº 41-43
1200-193 LISBOA

Por esta altura já se sente o nervoso miudinho e o nó nas tripas. Sem francesinhas isto não é assim tão simples
mas para equilibrar temos sempre os pastéis. A aventura não é algo que nos soa estranho mas desta vez falamos
num “upgrade” capital – não tão radical como uma cirurgia plástica mas o suficiente para provocar estranheza.
Há já um ano que se prepara este momento e agora não há volta a dar-lhe. As peças estão todas no local e o ritmo
de montagem prevê um serviço completo em tempo rés-vés campo de ourique ou melhor será dizer: rés-vés rua
das flores ao chiado.
Quem perguntar por objectivos, não terá uma resposta afinada – a função de “contraforte” é a que melhor define
esta aposta; continuar a exploração musical e suas provocações entre os meios visuais; completar cada vez mais
a oferta regada pontualmente com um bom vinho.
Há muita coisa para dizer e muita mais para escutar.

Não prometemos artistas internacionais.......mas garantimos convivio salutar com sotaque do norte, discos frescos,
literatura avulsa, vinhos das melhores proveniencias e guloseimas generosas.

P.S. - a primeira loja (Porto), encerrará durante a quinta-feira 10 de Maio.

Novidades do Alive

Aqui fica o alinhamento e horários de actuação das bandas anunciadas até à data:

Dia 8 de Junho

Palco Optimus
Pearl Jam (23h40)
Linkin Park (21h40)
Blasted Mechanism (20h00)
The Used (18h30)

Palco Sagres Mini
Shantel & Bucovina Club Orkestar (01h50)
The Sounds (23h25)
The Rakes (21h50)
Unkle Bob (20h20)
Oioai (18h00)


Dia 9 de Junho

Palco Optimus
Smashing Pumpkins (23h45)
White Stripes (21h45)

Palco Sagres Mini
Dezperados (00h50)
The Go! Team (23h00)
The Dead 60's (21h20)
Capitão Fantasma (20h10)
Plastica (19h00)
Dapunksportif (18h00)


Dia 10 de Junho

Palco Optimus
Beastie Boys (23h00)
Da Weasel (21h15)
Matisyahu (19h35)
Sam The Kid (18h30)

Palco Mini Sagres
Buraka Som Sistema (00h30)
The (International) Noise Conspiracy (22h50)
WrayGunn (21h30)
Vicious Five (20h10)
Nigga Poison (19h00)

08 maio 2007

Capa dos Beastie Boys

O aguardado novo disco dos Beastie Boys, instrumental, já tem alinhamento e agora é conhecida a capa. Recordo que vamos poder assistir a um concerto na Aula Magna em que vai ser tocado este disco ao vivo.
Aqui fica a capa:

Snoop Dogg no Atlântico

Está confirmado o concerto de Snoop Dogg no pavilhão Atlântico.
A festa de Hip Hop está marcada para dia 8 Julho, e os bilhetes custam entre 25 e 35 €.

07 maio 2007

Rocky Marsiano Hoje no Casino de Lisboa.

O regresso do projecto de D-Mars justifica todo o destaque por isso partilho aqui a divulgação do HdB a propósito do concerto de logo à noite:

O projecto Rocky Marsiano regressa na próxima segunda-feira aos concertos em Lisboa, com uma passagem pelo Casino que se adivinha especial: não só há um álbum novo no horizonte e portanto novo material que deverá ser executado neste concerto, como a estrutura humana foi maximizada, como D-Mars explica na pequena entrevista que o HdB lhe fez. O colectivo Rocky Marsiano tornou-se um caso sério dentro da nossa cena musical no último ano e meio, quando a transposição de "The Pyramid Sessions" foi feita para os palcos: os concertos apoiam-se na longa tradição de improvisação do jazz, mas são igualmente comandados pelas estruturas que D-Mars conjura na sua MPC. Da mistura dessas duas vertentes tem nascido música entusiasmante. Essas experiências serão condensadas no próximo álbum de Rocky Marsiano em que D-Mars tem estado a trabalhar a partir de Amesterdão, onde actualmente reside.
O projecto Rocky Marsiano transformou-se e ganhou uma nova dimensão em palco. Como tem sido trabalhar com músicos como estes?
Tem sido fantástico para mim. O Rodrigo Amado, o André Fernandes, o T One e o Ride têm sido verdadeiros "companheiros de estrada". Sem a sua entrega, Marsiano ao vivo não seria tão interessante.
O que podem as pessoas esperar deste concerto no Casino? Há algum material novo?
Este concerto terá muitas novidades. Pela primeira vez vou ter duas guitarras, um saxofone, um vibrafone, a MPC, o Ride e, como convidado especial, o Melo D na voz. Em termos de repertório, vou estrear alguns temas do meu futuro álbum. E, claro, o improviso estará sempre presente...
O álbum "Pyramid Sessions" foi muito bem aceite pela crítica. Dois anos depois, como olhas para esse disco?
Com muito orgulho. Foi um álbum sentido. Quero com isto dizer que não foi um álbum no qual não me preocupei em demasia com os vários aspectos mais detalhados da produção. Por isso tem uma aura bem crua e uma certa "imperfeição" genuina.
O HdB sabe que estás a preparar novo material: quando podemos esperar um novo álbum de Rocky Marsiano?
Quando estive em Amesterdão durante o mês de Março produzi numa semana o que será o esqueleto do segundo álbum. Agora estou a trabalhar em outros temas. Portanto, se tudo correr bem, o álbum deve sair depois do Verão.
O facto de estares a viver na Holanda está a influenciar o trabalho nos novos temas?
Obviamente. Toda a ambiência que me rodeia em Amesterdão é propícia para a criatividade.
Que tipo de pesquisa fazes quando estás a trabalhar em temas de Rocky Marsiano? Vais a lojas em específicas, procuras discos de jazz de alguma época em particular?
Acredito muito no acaso. A maneira como vou "à caça" de samples é semi-organizada. As lojas costumam ser as mesmas. Vou atrás de certas secções e depois passo-as a pente fino com a esperança de descobrir sons novos. Por isso levo o meu tempo, sem pressas.
O facto de teres uma história tão longa com o Hip Hop influenciou a tua visão do jazz?
A minha relação com a cultura-mãe influenciou todos os aspectos da minha vida. A visão que tenho do jazz é 100% influenciada pelo facto de o Hip-Hop ser a minha cultura. Descobri o Jazz através do Hip-Hop.
Quem são os teus produtores preferidos?
Sem qualquer lógica na ordem (excepto o Premier...): Premier, Dre.(especialmente nos anos 80), Pete Rock, Marley Marl, RZA, Alchemist, Showbiz, Ummah, Dungeon Family, Reverso 68.
E agora, a fase nerd da entrevista: compras discos com regularidade?
Sempre que posso.
Quantos discos tens?
Nunca fiz a contagem. Não são muitos, mas são suficientes,
Costumas comprar discos só por causa dos samples? Dá-nos um par de exemplos.
Quando estou numa fase criativa compro bastantes discos só pelos samples. Já me aconteceu comprar uma compilação da Verve só por causa de uma única flauta. Era a flauta que usei no "Hold of Me".
Qual foi o máximo que já pagaste por um disco?
25 euros. Não era capaz de gastar mais de 30 euros num disco. Sem nenhum motivo profundo, apenas por uma quastão de teimosia. Mas nunca se sabe se um dia vou deparar-me com um disco pelo qual era capaz de mudar essa norma...
Qual o teu local favorito para comprar discos?
A loja Wax Well Records em Amsterdão.
Tens algum segredo ou alguma técnica quando fazes diggin?
Ter tempo e muita paciência. Não ir atrás do óbvio primeiro.

06 maio 2007

Uma Música no Dia da Mãe



Carla Bruni - Quelqu'un M'a Dit

05 maio 2007

Björk Volta

Aqui está o primeiro avanço para o (muito aguardado) regresso da islandesa aos discos.
É o tema Earth Intruders apresentado no Saturday Night Live:

O disco vai ser apresentado hoje ao vivo e pode ser acompanhado via internet como explica o Sound + Vision.

04 maio 2007

O Grande Regresso dos Black Rebel Motorcycle Club

Chama-se "Baby 81", e é o 4º disco na carreira dos Black Rebel Motorcycle Club. Depois de uma estreia com dois discos que chegaram para convocar uma vasta legião de fãs, os BRMC perderam gás no último disco editado, menos rock mais folk em "Howl".
Chegou o momento do regresso e da vingança sobre todos aqueles que acharam que a banda tinha perdido a orientação certa dentro do rock. Baby 81 é um grande disco de rock'n roll e é mais um título que vem enriquecer a bela colheita que está a ser este ano de 2007.
O novo disco dos Black Rebel Motorcycle Club é imperdível.

New Young Pony Club - Take II

Há pouco mais de um mês falei aqui pela primeira vez dos New Young Pony Club. Ficaram feitas as apresentações. Hoje resolvi destacar mais um videoclip, desta vez é o tema "Bomb":

03 maio 2007

The Mix Up

É este o nome do novo disco dos Beastie Boys,banda que brevemente vem a Portugal.
Segundo Mike D, este será um disco muito diferente em relação ao último editado em 2004, com aproximações ambientais aos primeiros lp's de dos fins de 80, início dos anos 90.
Aqui fica o alinhamento:
'Be For My Name'
'14th St.Break'
'Suco De Tangerina'
'The Gala Event'
'Electric Worm'
'Freaky Hijiki'
'Off The Grid'
'The Rat Cage'
'The Melee'
'Dramastically Different'
'The Cousin Of Death'
'The Kangaroo Rat'

02 maio 2007

New York Dolls em Paredes de Coura

O Minho vai receber rock do bom. É a vez de se anunciar New York Dolls para Paredes de Coura.
Num registo mais suave há Koop no Sudoeste.

01 maio 2007

1 Ano de Grandes Sons!

Num instante passou um ano desde a tarde em que resolvi abrir este espaço dedicado à música.
Na altura a promessa que fiz a mim mesmo foi unicamente de manter este blogue vivo,e actualizado.
Durante o último ano este cantinho foi alvo de actualizações diárias. Todos os dias se falou aqui de discos novos, e antigos, capas, saldos, concertos vistos, e concertos que estão para vir, destacaram-se revistas, e outros blogues, sempre de maneira subjectiva.
Neste espaço de 1 ano o contador do blogue assinala mais de 52 mil visitas, muitos deixam comentários, outros colocam questões, e há também quem prefira enviar e-mails.
A todos estes generosos leitores deixo o meu agradecimento por visitarem este humilde espaço, e a promessa de (pelo menos) mais um ano de Grandes Sons!