02 junho 2007

3º Portugal a Rufar no Seixal

Portugal a Rufar é o 3º Festival Internacional de Percussão, Música e Dança que acontece este ano na antiga fábrica da Mundet, no Seixal, mais uma vez numa organização da associação sem fins lucrativos Tocá Rufar.
Durante cerca de 40 horas, num total de mais de 25 espectáculos, actuarão dezenas de artistas, entre os quais músicos, bailarinos, actores e cantores, provenientes de todo o Mundo.
Os espectáculos musicais começam ao final da tarde e no domingo, dia 3, será o Dia do Bombo comemorado com um desfile matinal de 100 tambores.

Programa a Norte: Serralves em Festa

Para quem está a norte neste fim de semana deve rumar ao Serralves em Festa no Porto. É a 4ª edição do maior festival de expressão artística contemporânea em Portugal, com uma duração de 40 horas consecutivas e com actividades pensadas para pessoas de todas as idades e para todas as famílias. Entre as 08h de Sábado (2 de Junho) e as 24h de Domingo (3 de Junho) o Parque, o Museu, o Auditório e a Casa de Serralves recebem mais de 70 actividades - exposições, música, dança, performance, cinema, teatro, marionetas, circo, oficinas em família, visitas orientadas e workshops.
Na noite de Sábado para Domingo os DJ’s dão-lhe música no prado de Serralves até de madrugada.
Para os interessedos está aqui o programa das festas para download.

01 junho 2007

THE NATIONAL NO SUDOESTE!

A vida é bela!!!
Dia 5 de Agosto os National actuam no Festival Sudoeste!

Terrakota @ Aula Magna: Família em Festa

É possível ter em palco uma banda que reúna a alegria das vibrações reggae, combine o ritmo tribal africano com as percussões sul americanas, e apresenta uma vocalista que canta tão bem quanto dança emanando uma beleza selvagem? É. E é possível um concerto ser uma enorme celebração que se alastra do palco até à última fila da plateia não deixando ninguém indiferente, havendo mesmo crianças a pular e a dançar na sala? É. Onde há Terrakota há tudo isto e muito mais.

Com uma hora de atraso em relação ao horário divulgado os Terrakota entram em palco e começam a desfilar as músicas do seu novo disco. A plateia reage mas ainda de forma tímida com os corpos sentados. No fim de «É Verdade», o excelente primeiro single deste novo trabalho, já tinhamos o milhar de pessoas que quase encheram a sala em pé a dançar. Ou seja, ao fim de dois temas já havia sintonia total entre palco e plateia. É aí que Junior saúda os presentes: «Olá Família!» É isto mesmo, os Terrakota ao vivo fazem-se rodear da família. E a família vai da tribo mais freak, ao pessoal que não teve tempo de ir trocar o fato e gravata a casa, passando pelo excêntrico Jel, ou pelo discreto Júlio Pereira. A família somos todos nós.

Não admira que no palco sucedam as mudanças de músicos além dos membros fixos dos Terrakota. Muitos amigos vão se juntando à festa, secção de sopros, mestres da percussão, sitar, berimbau, tudo vale para dar mais som à música da banda.

Num momento estamos a balançar ao som de um afrobeat com instrumentais poderosos, noutra altura já andamos a saltar alegremente não conseguindo resistir às sonoridades contagiantes do reggae. É entre estes mundos que se movem as canções novas, com algumas mais antigas à mistura, dos Terrakota. A família conhece o guião, sabe o que espera, e não descansa um segundo.

No palco, Romi capta todas as atenções com as suas danças exóticas, tem uma beleza natural que só com os seus movimentos alegra qualquer espaço, e depois está a cantar melhor do que nunca.

São duas horas sem parar até aos encores, uma enorme celebração de música, e dança, há crianças à solta, a sala cada vez mais quente, e basta fechar os olhos por momentos para nos deixarmos levar pelos sons que nos transportam para o cenário do Castelo de Sines em noite de Festival Músicas do Mundo (já falta pouco!), por exemplo. Podemos vaguear no imaginário de viagens entre a Jamaica, e África, mas estamos em Lisboa. É esta a magia dos Terrakota a tocarem melhor do que nunca, e a apresentarem o seu melhor disco até à data.

Não percam nenhum concerto destes irmãos!

in Disco Digital

Hoje Bunnyranch no Lounge

Nada melhor do que começar Junho com um grande concerto no Lounge, em Lisboa, dos Bunnyranch, os autores do melhor disco nacional de 2006 para o responsável deste blogue.
A entrada é livre, a noite é de rock n'roll. Não há que hesitar!

31 maio 2007

Novo Single de Manu Chao

O grande Manu Chao tem novo single pronto para ser descarregado no seu site oficial.
O tema chama-se "Rainin in Paradise" e antecipa o seu novo disco previsto para Setembro.
Já voltava a actuar por cá, não?

The National ao Vivo

Aqui há umas semanas confessei o meu (atrasado) reconhecimento à música dos National. Tenho ouvido o seu novo disco, e especialmente o anterior, vezes sem conta.
Como se cabe não está prevista nenhuma passagem da banda por cá, por isso apontemos os nossos browsers ao Sofá Verde da amiga Lia Pereira para sabermos como é assistir a um concerto dos National ao vivo. Neste caso em Berlim.
The National em Berlim

Hoje há Terrakota na Aula Magna

A sugestão para hoje à noite vai para o concerto de apresentação do novo disco dos Terrakota na Aula Magna. Festa prometida.

Bilhetes à Venda para The Police

Tal como já tinha andiantado o concerto dos Police está marcado para dia 25 de Setembro no estádio do Jamor. Foi lá que a empresa R&B confirmou que os bilhetes estarão à venda a partir da próxima segunda feira, 4 de Junho.
A 1ª parte será dos Fiction Plane, banda liderada por Joe Sumner que é filho de... Sting.
Atenção que os bilhetes vão estar disponíveis em exclusivo nas agências do banco Barclays Portugal e os preços são os seguintes: €55 (relvado), €65 (relvado VIP), €70 (bancadas norte e sul), €80 (Bancada Gold norte e sul) e €95 (bancada VIP).
Quem faz parte do clube de fãs da banda pode adquirir já o seu bilhete no site oficial.

30 maio 2007

Anthony B em Oeiras

Mais uma grande noite para quem gosta de reggae. Vamos ter Anthony B, conhecido por electrizantes actuações ao vivo, e apontado como um dos responsáveis pela revitalização do reggae, a 14 de Junho no Jardim Municipal de Oeiras. A actuação está marcada para as 22h00 e é de entrada livre.

Jeff Buckley em Fotos

O NME recorda o 10º aniversário do desaparecimento de Jeff Buckley com a publicação de fotografias do cantor com voz de anjo, como se pode ler o no site do semanário britânico.
Fotos de Jeff Buckley

The Blue Moods of Spain

Há música que se ouve só em determinados momentos. Isto todos nós sabemos.
Um determinado momento pode ser este, por exemplo: noite de terça feira, o corpo todo dorido após uma tentativa de suicídio. Ok, a tentativa de suicídio é uma hipérbole para descrever o regresso aos jogos de futsal deste pobre escriba com 34 anos, peso a mais, e muita cerveja na circulação. Depois do exercício, e do banho reconfortante, repousa-se na cama e apatece ouvir um disco. Lá está! É este o momento. A banda sonora perfeita no momento exacto. É nestes momentos que compensa gostar, e comprar, tanta música.
O objecto de que falo é o primeiro disco dos Spain, editado em 1995 e que é um tratado de canções daquilo que se convencionou chamar de slowcore.
A voz de Josh Haden, filho do grande Charlie Haden - figura maior do jazz, as guitarras arrastadas, e as letras que nos embalam para um santo descanso.
The Blue Moods of Spain começa a sua beleza na capa a invocar o imaginário dos anos 20, e espalha-se por nove canções que de vez em quando pedem para ser ouvidas em momentos diferentes.
É disto que são feitos os discos especiais das nossas vidas.

29 maio 2007

Claude François, Os gatos, o Genérico e a ... Resposta de R.A.P.

Foi com grande alarido, e com um travo tão lusitano da mais pura inveja pelo sucesso alheio, que se destacou pela imprensa o facto do genérico do programa Gato Fedorento ter sido "roubado" a este videoclip de Claude François de 1964:


Pois bem, a resposta à notícia que o DN tanto destacou vem pela boca de Ricardo Araújo Pereira ao mesmo jornal. Em grande, claro:

Dizem que é uma espécie de plágio. Como reage?

Com o dicionário. Plágio é a apropriação do trabalho alheio sem indicação da origem. Quando apresentámos o genérico à imprensa, indicámos a origem da ideia e a razão pela qual mantivemos o Un, deux, trois, quatre. Não há referências a Claude François porque a canção que ele canta é, basicamente, a conhecidíssima música tradicional inglesa Three Blind Mice. Sendo uma música popular, o autor é desconhecido. Como foi o maestro Ramón Galarza a fazer os arranjos, é ele que assina. Já agora, poupo trabalho futuro ao DN: também não compusemos a música do genérico do nosso programa da Radical. E os Painéis de São Vicente, que usámos na série da RTP, não foram pintados por nós. E também não pedimos autorização ao autor para os usar. Uma coisa garanto: no dia em que queiramos fazer-nos passar por compositores, com todo o respeito pelo François, optaremos por Bach.

Acha que estão a exagerar o assunto por inveja?

Não. É um assunto importante. Estamos a falar de um genérico cuja música é a adaptação duma canção popular. Dá primeira página em qualquer parte do mundo. Parabéns ao DN por se ter adiantado ao Le Monde.

Se tivesse só cem mil espectadores, davam conta do episódio?

Não percebo a pergunta. No DN de dia 23 assina uma notícia em que afirma: "Os humoristas assumem, desde o início, que a ideia não é deles." Agora, diz-me que alguém "deu conta do episódio". Se assumimos desde o início, de que "episódio" é "deram conta"? Só se for este: nós, não sabendo compor música, usámos uma que já existia (isenta de direitos de autor). Depois, explicámos o modo como o genérico foi concebido. Seis meses depois, inspirado por blogues, o DN faz manchete revelando ao País o que nós nunca escondemos. Só houve um pormenor que o DN se esqueceu de revelar: que a música em causa está isenta de direitos de autor.

Não deixa de ser curioso que seja no YouTube, onde o Gato tem os vídeos mais partilhados, que se tenha descoberto o original...

O facto de termos indicado o original a partir do qual fizemos o pastiche é capaz de ter facilitado a "descoberta". Curioso é que, no YouTube, se encontrem também várias versões do Three Blind Mice, como esta (http/youtube.com/watch?v= kPNC1WsVxdU) e o DN não tenha dado por isso. Talvez quando um blogue fizer esse trabalho.

Acredita que o assunto pode ter algum impacto no sucesso do programa?

Claro. No sucesso do programa e também no futuro do País.

O Gato Fedorento pagou os direitos ou obteve o consentimento do autor original da música para utilizá-la no genérico do programa?

Nem uma coisa nem outra, na medida em que o autor original da música é um inglês não identificado que terá vivido no século XVI. Não digo que seja impossível obter o seu consentimento, mas nós achamos complicado. Manias. No entanto, se o DN o encontrar, teremos todo o gosto em pagar-lhe.|

Quem Quer o Concerto dos The Who em Lisboa?

Aqui está uma bela ideia! Quem foi ao grande concerto dos The Who no Atlântico vai gostar de saber que existe um site, que até está associado ao site oficial da banda, que vende o registo do concerto em audio e dvd!
Para encomendarem os cd's, ou/e, o dvd vão até The Music.com
Para relembrar a grande noite aqui fica o alinhamento segundo o site:

Lisbon Set List

I Can’t Explain
The Seeker
The Real Me
Fragments
Who Are You
Behind Blue Eyes
Excerpts from Wire & Glass:
Sound Round
Pick Up The Peace
Endless Wire
We Got A Hit
They Made My Dreams Come True
Mirror Door

Baba O’ Reily
Eminence Front
Pete Townsend Solo:
Drowned

Man In A Purple Dress
5:15
My Generation
Won’t Get Fooled Again

ENCORE:
Pinball Wizard
Amazing Journey/Sparks
See Me, Feel Me/Listening To You
T And Theater

28 maio 2007

Live Earth Com Escala em Lisboa

O mediático evento Live Earth, com palcos espalhados dos Estados Unidos da América até à China, passando pelo Brasil, Austrália, África do Sul, Inglaterra, Japão e Alemanha, também vai estar em Lisboa. Ainda não se sabe com que artistas, mas o espaço deverá ser o do Pavilhão Atlântico.

Terrakota - Oba Train

Os Terrakota estão de regresso com o seu 3º disco de originais. E que regresso, meus amigos!
O álbum "Oba Train" vem mesmo a tempo de ser adoptado como banda sonora dos dias de verão que estão para chegar. Nesta altura não há ninguém que não pense nas suas férias, e comprar o novo disco dos Terrakota pode ser o primeiro, e importante, passo para o sucesso ao nível de companhia musical quer se vá para o campo, ou para a praia.
Isto porque o grupo volta a atirar-se para muitas áreas diferentes dos chamados géneros musicais, e consegue fazê-lo de forma magistral.
"Oba Train" é o feliz casamento do conceito musical multifacetado, com a mensagem das letras críticas, e de mensagens fortes, inteligentes, certeiras, e cantadas em várias línguas. Há aqui muito por onde pegar.
O melhor elogio que se pode fazer aos Terrakota é que conseguem transpôr para disco a alma, e o ambiente dos seus festivos concertos, e por isso assinam o melhor disco que até hoje gravaram.

Para isso muito contribui a excelente performance de Romi que está a cantar cada vez melhor, e neste disco já aparece em nível muito elevado. Ela sente-se à vontade tanto no andamento mais hip hop, em que contam com a colaboração Ikonoklasta,e de Conductor, do Conjunto Ngonguenha, como nos ritmos africanos, sul americanos, ou jamaicanos. É um autêntico tratado de globalizão em forma de disco, e com grandes canções capazes de nos acompanharem meses a fio.
Interessante é também o facto do disco estrear uma nova editora ( Gumalaka ) que é o resultado da junção de esforços entre Matarroa e Rádio Fazuma, e que foi gravado no estúdios dos Blasted Mechanism. Tudo boa gente, portanto.
Além de ser um excelente disco, há que dizer que uma edição que conta com a colaboração do grande U-Roy já merece tudo de bom, e a verdade é que a lenda jamaicana participa no disco. Os Terrakota aproveitaram a sua passagem por cá para o convidarem. E fizeram muito bem porque valorizaram ainda mais um disco que merece ser reconhecido por toda a gente.

27 maio 2007

Doc Martens no Céu Com Estrelas do Rock

A famosa marca Doc Martens está a criar polémica com uma original campanha publicitária em que calça famosas estrelas do rock já falecidas. Vejam o resultado:





Joe Strummer, Sid Vicious, Joey Ramone, Kurt Cobain

A Simpatia da Dave Matthews Band

Dave Matthews e Stefan Lessard além de terem assinado um grande concerto, fizeram o favor de aceitar autografar capas de cd's.




26 maio 2007

Dave Matthews Band @ Atlântico: O Concerto

Há uns 10 anos atrás perguntava eu a outros apreciadores, e conhecedores, das performances ao vivo da Dave Matthews Band, porque é que ninguém os trazia cá. Estávamos a meio da década de 90, altura em que pegou definitivamente o conceito de concertos, e festivais, por cá. Estavamos a receber gente ilustre como Tricky, Björk, Portishead, Blur, e muitas dezenas mais de nomes bem interessantes. A resposta para a ausência da DMB por cá era geral; não havia fãs em número suficiente para esgotar um grande espaço, era aposta arriscada, e o facto de tocarem muito pouco fora dos Estados Unidos da América não ajudava.

Serve esta introdução para dizer que foi a pensar nestas explicações que assisti à recepção fabulosa que Dave Matthews, e seus pares foram recebidos.
As luzes apagaram, o excelente disco de Bob Marley que tinha estado a tocar até ali deu lugar ao ruído do povo. Os músicos subiram a um palco muito simples, sem paredes, e só com uns jogos de luzes por cima, e sem tocarem uma nota, sem dizer uma palavra, ficaram ali surpreendidos, e compreensivos a olhar para uma multidão que enchia toda a sala do Pavilhão Atlântico com destaque para a plateia que estava repleta de uma ponta a outra. Dave olhava compreensivamente para os seus fãs portugueses, e terá pensado que bem podiam ter vindo mais cedo. Afinal tinhamos fãs que chegassem, porque nem a banda mudou assim tanto, basta dizer que as mais de 3 horas de concertos contemplam muitos dos seus temas mais antigos, nem a malta começou a ouvir compulsivamente DMB nos últimos anos, mesmo porque os discos mais recentes nem são grande coisa.

Estava dado o mote, e a partir daquela louca entrada só tinhamos duas hipóteses; ou a banda entrava em piloto automático e fazia passar o tempo de um concerto que já estava ganho à partida, ou se entregava de corpo e alma a uma actuação inesquecível que fizesse justificar toda aquela devoção vinda da plateia.
Felizmente, foi a segunda hipótese que aconteceu esta noite.
A vida da Dave Matthews Band pertence ao palco. Eles vivem ali, são extraordinários ao vivo, e justificam completamente a aura de mito que lhes é colada por causa de discos como "Live at Red Rocks".
Excelentes músicos, uma harmonia fantástica entre todos, uma atitude de rock lambido pelo espírito do jazz, e uma combinação de temas clássicos, com outros mais recentes, e até Dave a solo à boca do palco.
São mais de 3 horas seguidas a dar música a uma audiência totalmente rendida a cada nota, a cada palavra, a cada tema.
As canções sucedem-se ao sabor da disposição da banda, não vislumbrei nenhum alinhamento fixo no chão, ou perto dos músicos, fiquei convencido que os temas iam sendo escolhidos em tempo real. Basta comparar os alinhamentos de Lisboa, e Dublin, para perceber que a DMB não segue uma setlist fixa na digressão.
A simpatia, e humildade de Dave, o empenho de Stefan Lessard - baixista (aqui abro um espaço para dizer que ambos fizeram o favor de assinar algumas capas de cds meus antes do concerto) o carisma do baterista Carter Beauford, sem camisola do SLB, a imponência dos sopros, e o carisma de Boyd Tinsley no seu violino, tudo ali à nossa frente, finalmente, para contemplar em mais de 3 horas de um concerto inesquecível!
O alinhamento está publicado mais abaixo. É claro que cada um sente falta de uma outra música, pela minha parte saí do Atlântico a pensar que podia ter ouvido Typical Situation.

Dave Matthews Band @ Atlântico: Videos

Vídeo de telemóvel gravado na galeria 1 do pavilhão atlântico. Momento em que Dave Matthews afirma que aquele público era o melhor que alguma vez tinha visto! Depois canta Jimi Thing , o segundo tema do primeiro encore:



Vídeo de telemóvel gravado na galeria 1 do pavilhão atlântico. Momento em que a Dave Matthews Band começa a tocar Stay (wasting time), 3º tema do 1º encore:

Dave Matthews Band @ Atlântico: Fotos





Dave Matthews Band no Atlântico: O Alinhamento

Everyday *
Dream Girl *
Crash Into Me *
Hunger For The Great Light *
Louisiana Bayou *
When The World Ends *
Grey Street *
The Idea Of You *
So Much To Say *
Anyone Seen The Bridge *
Too Much *
Sister +
Lie In Our Graves *
#41 *~
American Baby Intro *~
Two Step *
Ants Marching *

__________________

Gravedigger +
Jimi Thing *
Stay (Wasting Time) *

__________________

Don’t Drink the Water *
Pantala Naga Pampa *
Rapunzel *


Show Notes:
* Rashawn Ross
+ Dave Solo
~ Tom Morello

Vêm aí os The Police


A reunião dos The Police passa por cá em fins de Setembro.

25 maio 2007

Carter Beauford

Será que o baterista da Dave Matthews Band hoje vai voltar a vestir a camisola que andou a usar na digressão do ano passado?
Era bem:

Setlist do Último Concerto de DMB antes de Lisboa

Anteontem no The Point, em Dublin na República da Irlanda, foi assim:

(Still Water)
Don’t Drink the Water *
Satellite *
Hunger For The Great Light *
When The World Ends *
Grey Street *
Louisiana Bayou *
Sister +
Dream Girl *
What Would You Say *
Dancing Nancies *
The Idea Of You *
So Much To Say *
Anyone Seen The Bridge *
Too Much *
Jimi Thing *
Stay (Wasting Time) *

__________________

Gravedigger +
Everyday *
Ants Marching *


Show Notes:
* Rashawn Ross
+ Dave Solo

Dia Dave Matthews Band


É HOJE!!! Finalmente, Dave Matthews Band em Portugal

Logo à noite no Atlântico:

Um Ano de Revista Blitz


Sai hoje

24 maio 2007

CONVITE!

HOJE, pelas 23h, no Bar Left (Lisboa, zona de Santos) há música da boa para ouvir e dançar. Kids Are United(eu,e o Dário sem o Gonçalo que não está por cá) vão estar pela noite fora à vossa disposição.
Apareçam!

Recordar Dave Matthews em Birmingham

Há um ano publiquei aqui o relato de um fã que foi ver Dave Matthews em Inglaterra. Sem a sua banda, em formato intimista. Recordem aqui o texto: A Very Special Acoustic Night With Dave Matthews - Birmingham Academy 13/05/06

Só Falta 1 Dia Para DAVE MATTHEWS BAND

Para muitos só de ouvir falar em Dave Matthews Band é motivo suficiente para uma expressão de desprezo. Pobres coitados que não sabem que esta é uma das melhores bandas rock a tocar ao vivo de há anos para cá.
Concordo que há algum "lixo" editado pelos americanos, uma tendência que se vem a notar nos anos mais recentes nos discos de originais, mas basta recorda que o "Live at Red Rocks" é um dos meus discos preferidos de sempre na categoria de "Ao Vivo" para justificar a grande expectativa que por aqui se sente em relação ao primeiro concerto da banda em Portugal.
É já amanhã que , finalmente, vamos poder disfrutar de horas seguidas de grande música tocada por músicos de eleição, que vivem para dar concertos.
Um dos temas que não vai faltar no Atlântico é Ants Marching, aqui fica o aperitivo:

Caetano Veloso de Volta a Portugal

A Música no Coração divulga que estão marcados novos concertos de Caetano Veloso para o mês de Outubro. No Coliseu de Lisboa, a 12 e 13, e No Coliseu do Porto, a 15 e 16.
Os bilhetes já estão à venda.

Revista de Imprensa: Uncut, Wire, e Mojo


Uncut


Mojo


WIRE

23 maio 2007

Creamfields Volta em 2009

O evento que tanta polémica levantou promete regressar em 2009, é a SmartEvents que avança essa possibilidade.
Será que o Parque da Bela Vista só vai ser aproveitado anualmente para o Rock in Rio, alternando com o Creamfields?

22 maio 2007

Lindstrom & Prins Thomas, BBC Radio 1 Essential Mix, 2007-05-06

Lindstrom & Prins Thomas gravaram na BBC Radio 1 uma Essential Mix no passado dia 6. Aqui fica o alinhamento, e um link onde podem aceder à gravação:

Disponível para download aqui

Alinhamento

Al Usher - Her Today // Misericord
Aeroplane - Aeroplane // Eskimo
Lindstrøm & Solale - Let It Happen // Azuli
In Flagranti - Bipolar // Codek
No Theory - Devils Dance // Sin&Soul
Lindstrøm - Musikal Overtones // Feedelity
Sneak Thief G-String Orchestra - My Sullen Mistress // Klakson
Ytre Rymden Dansskola - Kjappfot (PT Edit) // Full Pupp
Runaway - Shadows // Wurst
Max Mohr - Assonja Swynja // Playhouse
Dettman Vs. Moroder - Quicksand/Utopia Mash // White Label
Faze Action - Stratus Energy // White Label
M-D-Emm - Get Acidic // Transmat
Centrific - Somebody Went To Detroit And All I Got Was The Itchy Hawtins // Drop Bass Network
Fleetwood Mac - You Make Lovin' Fun (Trailmix) // White Label
M E - Rnb Drunkie // Golf Channel
Wild Rumpus - Musical Blaze Up (Rub & Tug Bitches Remix) // Bitches Brew
Chairmen Of The Board - Party // Invictus
(Interlude) Rare Earth - Get Ready (Live Version) // EMI/Motown
Niagara - Sangandongo Part 1 // White Label
Solomun & Stimming - Eiszauber // Diynamic
Still Going - Still Going Theme // DFA
Lindstrøm - Contemporary Fix (Bjørn Torske Remix) // Smalltown Supersound
Nick Chacona - Mariacha // Internasjonal
Lindstrøm & Prins Thomas - Nummer Fire En (Short Edit)

21 maio 2007

Buraka Som Sistema Remisturam MIA

Está disponível no blog da Fader magazine o tema "Bird Flu" da MIA remisturado pelos Buraka Som Sistema. E o resultado é bem bom. Confiram:

Bird Flu", MIA - Buraka Som Sistema remix

Fernando Magalhães: 2 Anos de Saudade

Na semana que agora acaba, completou-se o segundo ano sem a presença de Fernando Magalhães entre nós. Mais precisamente no dia 15 de Maio fez 2 anos que ficámos sem o Fernando. De aí até hoje os concertos nunca mais foram abrilhantados com a presença dele, o suplemento do público sobre música nunca mais teve as linhas geniais que nos faziam comprar um disco, ou rir com as prosas de FM, o espírito do fórum sons caíu a pique até desaparecer, as canecas do Baleal não sabem tão bem, e os falhanços do Sporting já não servem para mandar o sms da praxe para o amigo Magalhães.
Mas a sua ausência fisíca não significa que o esqueçamos. Conviver com o Fernando Magalhães foi dos melhores "brindes" que tive na vida, e uma pessoa como ele nunca será esquecida enquanto eu tiver a minha memória sã e salva.
Tenho muitas saudades tuas, Fernando!

20 maio 2007

Creamfields: O Sucesso do ETC. Do Muito ETC.

Está oficialmente aberta a época de festivais em Portugal. Tudo começou no dia de ontem com a celebração em pleno coração da capital do primeiro Creamfields, um evento que já correu o mundo e até há poucas horas fez de Portugal a sua casa.
A campanha de divulgação do festival falava em música e etc, muito etc. Pois bem, era uma campanha sincera e no rescaldo da passagem pelo parque da Bela Vista o que se pode dizer é que foi o triunfo do etc e já explico porquê.

Se fossemos avaliar a potencialidade do Creamfields pelo alinhamento do palco principal seria complicado convencer muita gente a gastar dinheiro num ida até lá. Convenhamos que ir ver You Should Go Ahead, Expensive Soul, Da Weasel, Placebo e Prodigy, não é nada que não possamos imaginar num qualquer cartaz de Queima das Fitas por esse país fora.
A atracção do Creamfields estava espalhada por outros palcos direccionados a um público específico como são os nichos dedicados ao reggae, dance music, rock, ou electrónica.
Se juntarmos a estes palcos outras orginais ofertas como um jantar a 30 metros de altura, ou passeio de balão (que acabou por não acontecer devido ao vento), ou passagens por um local com piscina, entre outras acções de promoção dos diversos patrocinadores, temos então uma gigantesca feira popular que atrai o povo tendo a música como pretexto.

O conceito está aprovado, e só não entendo porque é que um espaço como este na Bela Vista não é aproveitado pelos responsáveis da cidade, e apenas é dinamizado por Rock in Rios e Creamfields, não dá mesmo para entender!
A comparação é tão inevitável quanto injusta, mas temos que dizer que o Creamfields perde aos pontos para o Rock in Rio. Deu ideia que a organização não acreditou que aparecessem muito mais do que os falados 20 mil pagantes, a verdade é que devem ter estado uns bons milhares de pessoas a mais, e isso veio a espelhar-se nas inacreditaveis filas que se foramavam à porta de tendas, ou das instalações sanitários, ou até para experimentar as várias atracções ao longo do parque. Fez lembrar a Eurodisney às 16h.
A juntar às enormes filas há que apontar mais aspectos negativos. A espera para se comer à medida que a noite caía era desesperante! E, finalmente, a questão mais grave, não havia no recinto uma única caixa multibanco.
Estes factos negativos depois de 2 edições do Rock in Rio no mesmo espaço não escapou à crítica de ninguém, especialmente a parte da alimentação que para quem não tinha o mágico acesso à área VIP, onde até se podia beber Moët & Chandon, foi uma desilusão.

As partes boas do Creamfields são para meditar. Para mim, o principal a reter é o facto de podermos ter no mesmo espaço vários palcos a funcionar ao mesmo tempo, ao contrário do que costuma acontecer por cá. A diversidade da oferta assegura o bom funcionamento de cada espaço. Eu vi muito boa gente que andou a pular entre o rock dos Vicious Five, ou Wraygunn, e o reggae de Max Romeo, e que nem chegou a aproximar-se do palco principal.
Os concertos verdadeiramente interessantes passaram-se mesmo nos espaços temáticos. Os três que já referi são os melhores exemplos de compensarem uma ida ao Creamfields.
É a confirmação da força que o reggae vem mostrando por cá, embora eu continue a achar estranho a geral beatificação dos novos nomes, Jahcoustix é um bom exemplo, em detrimento de uma veneração geral a lendas como Max Romeo. Mas isto sou eu que já estou velho.

No palco principal só os Da Weasel mostraram estar à altura do grande aparato sonoro, e visual, que o cenário impunha aos muitos teenagers que ocuparam os vários metros de relva em formato de vale em frente do mesmo.
Os Da Weasel confirmam-se como os Xutos & Potanpés (no sentido da aceitação generalizada, e celebrizada) da sua geração. Com um disco novo para apresentar, a banda de Pacman desfila em mais de uma hora um formato de Best Of de toda a sua carreira, e já consegue ter grande reacção dos fãs nos novos temas.
De resto os Placebo tiveram uma passagem fraquinha, ao contrário do que tinha acontecido há um ano no Super Rock, e os Prodigy chegaram a entusiasmar mas só quando passaram pelo disco que lhes garante a sobrevivência há mais de 10 anos.
Os Expensive Soul animaram o pessoal, mas não convenceram muito por culpa de uns coros ridículos. Já os You Should Go Ahead deram tudo o que tinham na ingrata tarefa de abrir as hostilidades ainda com o sol bem alto, e pouca gente à sua frente.

Feito o balanço, digo que valeu a pena perceber que estes eventos em formato de feira popular têm potencial para vingar, e que o conceito de vários palcos a funcionar ao mesmo tempo é aposta segura para futuras edições.
Está aberta a temporada festivaleira!

(fotos do site da Antena3)

18 maio 2007

Ziggy Marley no Coliseu de Lisboa

Bom reggae para ouvir no Coliseu a 29 de Julho. Ziggy Marley, um dos filhos do Mestre, vem a Lisboa apresentar o seu mais recente disco "Love is My Religion". Fica já marcada uma bela noite reggae para o fim de Julho.