06 setembro 2007

Freddy Locks - o Vídeo "Wake Up"

Continuemos a destacar o reggae de Freddy Locks agora com o vídeo de "Wake Up" com a participação de Asher G. Uma excelente amostra do disco de estreia de Freddy.

05 setembro 2007

Freddy Locks - Bring Up The Feeling

O reggae tem sido a área musical que mais adeptos tem ganho nos últimos meses no nosso país. Basta um olhar mais atento pelas agendas de concertos de norte a sul para verificarmos as imensas sugestões baseadas em sonoridades da Jamaica que contemplam a divulgação de lendas, ou de novatos. Também as ramificações mais concentradas na Alemanha são recebidas de braços abertos por cá, é ver os fenómenos Gentleman ou Patrice.
Todo este entusiasmo tem desenvolvido o interesse pela cultura rastafari, e tem dado ao mundo algumas boas propostas portuguesas ao longo dos anos como os Mercado Negro, e os Kussondulola.
Mas é agora que se sente que o reggae nacional atinge o patamar mais alto e convincente com actuações ao vivo bem interessantes de vários projectos, e (finalmente!) o aparecimento de registos discográficos maiores.
Este "Bring Up The Feeling" é um dos documentos que atestam a maturidade na área da produção, composição, musicalidade, e gravação de reggae feito por cá.
Freddy Locks assume-se como figura de proa na área, e na companhia da família mais feliz do país, a Família Fazuma, assina um excelente disco de reggae.
Canções como "Fazuma", sim uma dedicatória à família, "Bring up the Feeling", ou "Wake Up", são clássicos imediatos do curto reportório português para a causa de Jah.
Um disco equilibrado, bem produzido, e de entusiasmo contagiante é o que Freddy Locks tem para nos dar.
Do melhor do que se faz por cá!

Mark Knopfler de Regresso a Portugal em 2008

Como divulguei aqui há dias, Mark Knopfler prepara-se para editar novo disco e fazer a respectiva Tour. Hoje no site oficial é anunciada a vinda a Portugal em 2008 mas ainda sem qualquer pormenor. Mais pormenores em www.markknopfler.com.

04 setembro 2007

Down Mexico: Ainda o Death Proof

Não resisto a voltar à banda sonora de Death Proof, o último devaneio de Quentin Tarantino. No outro dia destaquei o disco que reúne os temas que podem ser ouvidos no filme.
Hoje destaco a canção que mais tem rodado por aqui muito por culpa do imaginário da dança de Butterfly, confesso.
Para quem já viu fica aqui a recordação do momento, para quem ainda não foi ao cinema ver... Estão à espera de quê?!

03 setembro 2007

Studio - West Coast

Um dos grandes discos editados este ano é dos suecos Studio. "West Coast" está pronto para ser descoberto pelos menos atentos:

02 setembro 2007

Uma Nomeação Portuguesa nos Grammys: Mariza

O álbum «Concerto em Lisboa», de Mariza, foi nomeado para um Grammy, na secção Tradicional, Categoria Best Folk Album- Melhor Álbum de Música Folclórica.
O álbum regista o espectáculo dado pela fadista há dois anos no relvado da Torre de Belém em Lisboa.
Disputam o Grammy na mesma categoria «Um fuego de sangre pura», de Los gaiteros de San Jacinto from Colombia, «Tambor de fuego», de Los muñequitos de Matanzas, e «Esta tierra es tuya», de Sones de Mexico Ensemble.
Os vencedores desta e das restantes 48 categorias serão anunciados em cerimónia marcada para 8 de Novembro no Mandalay Bay Events Center, em Las Vegas.

Xutos & Pontapés Logo à Noite em Belém

Os Xutos & Pontapés regressam a Lisboa hoje para um concerto muito especial na Torre de Belém, em Lisboa. Acompanhados por uma orquestra de metais, dirigida pelo Maestro Pedro Moreira, a banda vai interpretar 20 dos seus mais conhecidos temas como os clássicos “Maria”, “O Homem do Leme”, “Remar, Remar”, “À Minha Maneira” ou “Ai se Ele Cai”, este último retirado do seu mais recente álbum “O Mundo ao Contrário” (2005).
A entrada é livre, a partir das 22h.

01 setembro 2007

Xavier Rudd Hoje no Coliseu de Lisboa

É o regresso de Xavier Rudd a Lisboa.
Recordemos a passagem dele pela Aula Magna no último mês de Outubro:

Xavier Rudd pode ser um desconhecido para a maior parte dos leitores, mas chegou à sala de Lisboa já com uma numerosa legião de seguidores, ao ponto da Aula Magna ter registado casa quase cheia. E depois de se assistir a mais um concerto do australiano em Portugal, percebe-se que esta legião não vai parar de crescer, porque a sua actuação é muito convincente

Para quem costuma ir à Aula Magna regularmente por certo que conhece as figuras irritantes que por lá passeiam autoridade em noites de concertos, são aqueles seguranças capazes de nos abordarem por estarmos de pé num corredor, ou mal sentados, ou outra coisa qualquer. Pois bem, ontem foi a noite da vingança. Xavier Rudd com aquele ar pacato, sozinho em palco, conseguiu deixar em desnorte total a segurança da sala quando desafiou os seus fãs a invadirem o palco para se sentarem à sua volta, qual praia em noite de verão. O repto foi aceite à sua vez, era ver o público a correr das cadeiras mais altas para a frente do palco e subirem para o pé (descalço) de Xavier. Momentos de anarquia, momentos inesquecíveis para quem há muito desejava ver alguma agitação naquela sala. A adesão à corrida ao palco foi tão elevado que o concerto teve de ser interrompido para que um elemento da empresa organizadora do evento viesse ao microfone avisar que o pública poderia ficar apenas uma música por ali, depois ou iam para as cadeiras, ou não havia mais nada para ninguém. A malta assobiou, e Xavier atirou-se a mais música.

O espectáculo de Rudd é empolgante, o homem apresenta-se em palco num estilo The Legendary Tigerman da… praia. Rodeado de instrumentos de sopro, percussão e muitas violas, e com um cenário a fazer lembrar uma tenda hippie na areia, vai tocando canções dos seus álbuns que a maioria acompanha com palmas, e canta nos refrões.

O registo vocal faz lembrar um Paul Simon com mais agudos, e as letras são simples e eficazes. Mas a componente mais interessante, é quando o músico se atira a instrumentais que combinam rápidas batidas com som tirado dos três «didgeridoos» que invariavelmente leva a assistência a saltar e dançar sem parar, num ambiente parecido com o melhor som que os Blasted Mechanism conseguem tirar em processos semelhantes. Só que aqui é só um a fazer sons, e faz de uma maneira impressionante! Xavier é a coordenação de movimentos em pessoa. Uma sincronia impressionante.

A malta que ocupou o palco foi saindo aos poucos perante o atento olhar de seguranças e organizadores, e até de um polícia que se posiciou na parte esquerda do palco!Xavier esteve deliciado, com um sorriso de criança estampado no rosto, não se cansou de elogiar Lisboa, de agradecer e prometeu voltar. No Festival Sudoeste deve ser certinho. O concerto terminou com Xavier Rudd de pé a agradecer enquanto desaparecia no meio dos fãs que depressa correram para ele para o cumprimentar e pedir autógrafos, para trás já tinha oferecido uma harmónica a uma fã. Grande noite. Arrisco dizer que será presença certa no próximo Sudoeste.

30 agosto 2007

Festival Músicas do Mar na Póvoa de Varzim Começa Hoje

Para quem estiver de férias e quiser passar pelo belo litoral norte fica a sugestão para os próximos dias na Póvoa de Varzim:

30 de Agosto (quinta-feira)
• Joel Xavier (Lisboa) @ Diana Bar, 21h
• Tony Allen (Lagos) @ Passeio Alegre, 22h15

31 de Agosto (sexta-feira)
• O'questrada (Almada) @ Diana Bar, 21h
• Alkinoos Ioannidis (Nicósia) @ Passeio Alegre, 22h15
• Raquel Bulha & Álvaro Costa (Lisboa/Porto) @ Auditório ao ar livre, 00h00

1 de Setembro (sábado)
• Anonima Nuvolari (Lisboa) @ ruas da cidade, 18h30
• Escalandrum (Buenos Aires) @ Diana Bar, 21h
• Eddie (Olinda, Brasil) @ Passeio Alegre, 22h15
• Bailarico Sofisticado (Lisboa) @ Auditório ao ar livre, 00h00

2 de Setembro (domingo)
• Kumpania Algazarra (Lisboa) @ ruas da cidade, 18h30
• La Troba Kung-Fú (Barcelona) @ Passeio Alegre, 22h15

29 agosto 2007

A Dança dos Justice

Os Justice são um dos nomes mais falados deste ano na área de música mais dançável e aproveitam bem o facto com a publicação de um excelente videoclip do seu tema D.A.N.C.E.. Confiram:

28 agosto 2007

A Tool Box dos Calexico


Os Calexico vão regressar aos concertos na Europa e para assinalar a nova digressão acabam de editar o disco que vão vender durante os seus concertos como é hábito no grupo. Tool Box é um conjunto de 14 instrumentais que vão dos ambientes mais latinos com referências a Espanha, até aos mais urbanos de Detroit.
Já ouvi o disco e é uma excelente companhia para o regresso ao trabalho.
Esperemos que os Calexico voltem a passar por cá, já agora.

27 agosto 2007

Mark Knopfler de Regresso aos Originais

Kill To Get Crimson, é assim que se chama o novo disco de Mark Knopfler. Depois da excelente aventura com Emmylou Harris que rendeu um disco de originais, e uma edição em registo ao vivo (e que foi o assunto do primeiro post deste blogue), Knopfler volta aos seus trabalhos a solo com a publicação no próximo dia 17 de Setembro de Kill To Get Crimson.
Já há single de avanço, chama-se True Love Will Never Fade e pode ser escutado aqui:
True Love Will Never Fade

Capa, alinhamento, e músicos:

Track listing for Kill To Get Crimson:

  1. True Love Will Never Fade - 4:21
  2. The Scaffolder’s Wife - 3:52
  3. The Fizzy And The Still - 4:07
  4. Heart Full Of Holes - 6:36
  5. We Can Get Wild - 4:17
  6. Secondary Waltz - 3:43
  7. Punish The Monkey - 4:36
  8. Let It All Go - 5:17
  9. Behind With The Rent - 4:46
  10. The Fish And The Bird - 3:45
  11. Madame Geneva’s - 3:59
  12. In The Sky - 7:29

Musicos:

Mark Knopfler: vocals and guitars
Guy Fletcher: keyboards
Glenn Worf: bass guitar and string bass
Danny Cummings: drums and percussion

colaborações:

Ian Lowthian: accordion
John McCusker: violin and cittern
Frank Ricotti: vibes
Chris White: flute, saxophone and clarinet
Steve Sidwell: trumpet

26 agosto 2007

O Regesso do Boss

O regresso do Boss já tem um single para ser ouvido, Radio Nowhere.
«Magic» será o 24º álbum da carreira de Bruce Springsteen e o primeiro de estúdio com a «E Street Band», após o lançamento de «The Rising» há cinco anos.
Aqui fica o novo single:

25 agosto 2007

Death Proof


Depois de ter visto o último filme de Quentin Tarantino não consigo parar de ouvir a banda sonora.
Grande apanhado de tesouros de jukebox com som rafeito a condizer e uma vontade de dançar e ser marado como as personagens de Death Proof!
Vejam o filme e oiçam a banda sonora. Sem parar:

1. The Last Race - Jack Nitzsche
2. Baby, It's You - Smith
3. Paranoia Prima - Ennio Morricone
4. Planning & Scheming - Eli Roth
5. Jeepster - T Rex
6. Stuntman Mike - Kurt Russell
7. Staggolee - Pacific Gas & Electric
8. The Love You Save (May Be Your Own) - Joe Tex
9. Good Love, Bad Love - Eddie Floyd
10. Down In Mexico - The Coasters
11. Hold Tight - Dave Dee
12. Sally And Jack - Pino Donaggio
13. It's So Easy - Willy DeVille
14. Whatever-However - Tracie Thoms
15. Riot In Thunder Alley - Eddie Beram
16. Chick Habit - April March

24 agosto 2007

O Maravilhoso Mundo da POP: Os Seios da Beyoncé



Segundo a Blitz: Beyoncé Knowles apresentava a sua «griffe» de vestuário «júnior» em Toronto (Canadá), no passado dia 15, quando um excesso de entusiasmo na sua dança frenética acabou por mostrar bem mais do que um vestido ventilado.

23 agosto 2007

Wraygunn a Meter Água em Gaia

O maravilhoso mundo do You Tube permite-nos ver os casos mais insólitos em alguns concertos tais como as quedas de artistas, falhas, deslizes, e neste caso um convite de Paulo Furtado para o pessoal ultrapassar a água que os separava do palco no concerto de Gaia há poucos dias e que acabou com a malta molhar-se. Rock n'Roll!

22 agosto 2007

Vocalista dos Lambchop em Lisboa em Outubro

A informação é avançada no site dos Lambchop. É o regresso de Kurt Wagner aos concertos em Lisboa depois da passagem de boa memória em Dezembro último na Aula Magna. Agora a solo apresenta-se a 17 de Outubro no Santiago Alquimista.

21 agosto 2007

100 days 100 nights de Sharon Jones

Há a possibilidade de ouvir o avanço para o novo disco de Sharon Jones & Dap Kings. Quem viu o concerto da senhora no Santiago Alquimista sabe que isto não é coisa de desdenhar, antes pelo contrário é funk de se lhe meter o ouvido o mais cedo possível.
Está tudo explicado no excelente Hit da Breakz.

20 agosto 2007

Banda Sonora Para Uma Manhã de Alegria

Há coisas na vida que não são de fácil explicação. Hoje foi a primeira manhã de trabalho após 20 dias de férias. À partida o estado de espírito seria semelhante ao de sábado à noite após a saída do estádio do Bessa. Mas o que o futebol nos tira, o futebol nos dá. A notícia da saída de Santos do Benfica devolveu-me o sorriso e só me apetece cantar em castelhano:

Imca Marina a cantar algo parecido com um cântico muito famoso no topo sul da Luz: e viva Camacho!

19 agosto 2007

Está a Acabar

19 dias de férias, dois festivais, alguns concertos por Lisboa, malas no carro para ir de sul a norte, e uma noite má no Bessa para acabar, como já era previsível. Umas belas férias que caminham para o fim. Hoje é dia de viagem de regresso para sul e já vai apetecendo recordar momentos como este de Damian Marley no Sudoeste:

18 agosto 2007

Blonde Redhead Abrem Interpol

Os Blonde Redhead vão fazer a primeira parte do concerto dos Interpol a 7 de Novembro no Coliseu de Lisboa.É boa notícia já que o mais recente disco do Blonde Redhead, "23", é uma das boas apostas para este ano.

17 agosto 2007

Manu Chao Sempre

A passagem de Manu Chao pelo Sudoeste será sempre lembrada como um dos altos momentos dos festivais de verão que Portugal viveu este ano.
O facto de faltar pouco tempo para sair o novo disco faz com que o nome de Manu Chao continue na ordem do dia. E como por aqui já se ouviu o disco todo posso afirmar que será registo para figurar nos melhores do ano, o single de apresentação não deixa adivinhar o resto que anda por ali. Uma das músicas que nos acompanhará para os próximos meses será La Vida Tombola, cuja versão despida deixo aqui o clip:

16 agosto 2007

Festival Paredes de Coura: Última Noite

O Minho continua belo como sempre. Os rojões, e o vinho verde, em Ponte de Lima estavam de tal maneira apetitosos que não consegui chegar ao recinto a tempo de ver as Electrelane. Paciência, a gastronomia regional tem muita força.
Mas de estômago bem aconchegado vi um excelente concerto dos Sonic Youth que não se inibiram de ir ao fundo do baú buscar aqueles temas que nos recordam a adolescência, e fecharam a edição 2007 do Paredes de Coura em grande estilo.
Edição que fica marcada por um cartaz fraquinho e isso acabou por se reflectir na menos numerosa assistência de que me lembro de ver no anfiteatro verdejante desde que visito o Festival que já leva 15 anos de vida. Eu tenho ido a Paredes de Coura desde a edição de 1999 quando os Mr. Bungle deram aquele concerto maravilhoso!
Antes dos Sonic Youth as Cansei de Ser Sexy também arrancaram um bom concerto. Vinho do Porto, e vinho verde, foram elogiados pela vocalista. Esta gente aprende depressa o que é bom!
As outras duas bandas é que foram aborrecidas. A malta do assobio é grande candidata a ficar na história com aquele musiquinha e pouco mais, e os outros ... Maus demais.
A organização não adiantou números oficiais, mas o facto de anunciarem que a próxima edição vai decorrer num fim de semana deixa adivinhar que nem o numeroso contingente espanhol disfarçou a pouca afluência. Também é melhor pensarem num cartaz mais forte, ao nível do que aconteceu ontem nas duas últimas actuações da noite.
Mas vir ao Minho é sempre um prazer, e um ritual obrigatório nem que seja uma vez por ano sob pretexto de um Festival.

15 agosto 2007

A Caminho de Paredes de Coura

Está decidido. Vou mesmo fazer-me à estrada para estar na última noite do Festival Paredes de Coura. Depois de duas noites a acompanhar os concertos pela SIC Radical, e Antena 3, não resisto a mais uma viagem por uns concertos. Quero ver ao vivo a banda que assina um dos melhores discos de 2007, as Electrelane, e quero rever essa instituição do rock chamada Sonic Youth.
Além de rever os bons amigos do norte, e do irresistível apelo gastronómico. O jantar em Ponte de Lima com um verde fresquinho e os rojões, ou o bacalhau, é obrigatório nem que seja uma vez por ano, e sob o pretexto de um Festival.
Sendo assim vou completar o giro por todos os festivais mais importantes do verão. Paredes de Coura aí vou eu.

Festival Paredes de Coura: Horários Dia 4

Palco Ruby (16h00)
16h00 - 17h00 Fanfarra Recreativa e Improvisada Colher de Sopa

Palco Ibero Sounds (17h00)
17h30 - 18h00 Born A Lion
16h30 - 17h00 The Right Ons

Palco Heineken (18h00)
00h45 Sonic Youth
23h00 - 00h25 Cansei de Ser Sexy
21h20 - 22h20 Peter, Bjorn & John
20h10 - 21h00 The Sunshine Underground
19h00 - 19h50 Electrelane
18h00 - 18h45 Linda Martini

Palco After Hours (02h00)
03h15 - 05h30 Boys Noize
02h00 - 03h00 U-Clic

14 agosto 2007

Festival Paredes de Coura: Horários dia 3

Palco Ruby (16h00)
16h00 - 17h00 Paulo Barros 4tet

Palco Ibero Sounds (17h00)
17h20 - 18h00 Mundo Cão
16h30 - 17h00 6 PM

Palco Heineken (18h00)
00h45 Dinosaur Jr.
23h00 - 00h25 New York Dolls
21h20 - 22h20 Mão Morta
20h10 - 21h00 Architecture In Helsinki
19h00 - 19h50 Gogol Bordello
18h00 - 18h45 Spoon

Palco After Hours (02h00)
03h15 - 05h30 DJ Jean Nipon (DJ Ai)
02h00 - 03h00 Foreign Islands

Destaque para o regresso dos Gogol Bordello poucas semanas após o monumental concerto do Castelo de Sines: concerto de Sines

Festival Paredes de Coura: Fotos Noite 2






in Blitz
fotos: Luís Bento

13 agosto 2007

Festival Paredes de Coura: Horários

Ruby (16h00)
16h00 - 17h00 ZAPPA_Low Budget Research Kitten

Palco Ibero Sounds (17h00)
17h30 - 18h00 The Blows
16h30 - 17h00 Slimmy

Palco Heineken (18h00)
00h30 BabyShambles
23h00 - 00h00 M.I.A.
21h30 - 22h30 Blasted Mechanism
20h10 - 21h10 Mando Diao
19h00 - 19h50 Sparta
18h00 - 18h45 New Young Pony Club

Palco After Hours (02h00)
03h15 - 05h30 Guns n' Bombs
02h00 - 03h00 Crystal Castels


A SIC Radical promete transmitir alguns concertos.

actualização: A SIC Radical está a dar em directo o concerto dos New Young Pony Club

11 agosto 2007

Lily Allen Já Não Vem ao Algarve

Lily Allen cancelou a actuação no Super Bock Super Fest por se encontrar doente com sinusite. O concerto estava marcado para a próxima quarta-feira.
Ao todo, Lily Allen cancelou quatro espectáculos. A cantora encontra-se agora em Londres para repousar.

Hoje Há Blues no Maxime: Nobody's Bizness

Hoje à noite temos blues com os excelentes Nobody's Bizness em concerto no Cabaret Maxime. O espaço que se segue é da responsabilidade da melhor banda a interpretar blues que temos por cá:

Ai, nosso lindo Agosto! É Nobody's Bizness no Cabaret Maxime, já no Sábado! Os migrantes estão de volta
..> ..>
Amigos, amigas e todo o tipo de migrantes,

A Nobody's Bizness pega no camião e volta à Lisboa que a viu nascer (tão pequena e agora até já tem barba), de bronze a meio do braço e pronta para recomeçar a construir a casa em tons de rosa e pináculos dourados bem dentro do Cabaret Maxime, o mais pacato lugar de descanso para os migrantes do blues e NENHUM de vós vai querer perder o regresso mais desejado desde o final do Roque Santeiro.

Depois de muitas e variadas incursões nas generosas cidades de Portugal e Açores no último ano, depois do reconhecimento na Finlândia, na Polónia e no Nebraska (amigos, aqui garantimos, dizemos a mais pura das verdades, sete pessoas em cada um destes lugares, incluindo um argentino muito simpático, juram que gostam de nós), eis que as saudades nos abafam o peito e nos levam já no próximo Sábado, dia 11 de Agosto, pelas 23h27, a abraçar todos quantos nos aparecerem à frente, de mão no copo e singalong nos lábios, no mais mítico dos míticos dos cabarets da capital. Prometemos tudo o que de melhor se faz nas festas de Agosto deste Portugal, com direito a mulheres de bigode, homens de sutiã, brancos de carapinha, anões de força gigantesca, cantoras pimba, cantores assim assim e BLUES, MUITO BLUES!

Os blues são 8 Euros, a primeira cerveja é de borla, o baterista Isaac dará com certeza abraços a toda a gente, e quem não vier só nos volta a ver no ano que vem. Ora aí está o que é.
Quem não sabe quem somos, nem o que fazemos, tem um azar do camandro em ter vindo parar a esta mailing list.

Para informações adicionais, reservas de bilhetes e tatuagens:
http://www.myspace.com/clubmaxime
http://www.cabaret-maxime.com/home.html

A Incrível Tasca Móvel: O'queStrada e Anónima Nuvolari

Excelente concretização da ideia à volta do conceito Tasca Móvel. Aproveitando um espaço ao ar livre mesmo ao lado das paredes do Centro Cultural de Belém, há mesas e cadeiras distribuídas em desenho que recria o ambiente de tasca e o perímetro é delimitado por uma espécie de quadrado com luzinhas às cores ligadas por fios entre cadeeiros antigos. Num vértice há um pequeno palco com o letreiro "A Incrível Tasca Móvel", noutro há um balcão improvisado a servir ginja. e também há outro ponto para cerveja.
Ontem à noite o espaço encheu e a festa foi assegurada pelo humor dos O'queStrada, com a vocalista Miranda sempre em destaque, e pela irresistível música tradicional dos italianos mais portugueses Anónima Nuvolari, sendo que o vocalista e acordeonista andou a tocar nos dois grupos.
Música para uma noite festiva, com muita animação, algumas surpresas, como a presença do fadista-boxeur Toni, e com o público a levantar-se das cadeiras para dançar à frente dos músicos.
Uma excelente ideia, um espaço a visitar até domingo no CCB.

10 agosto 2007

«CCB Fora de Si»: Incrível Tasca Móvel

A Incrível Tasca Móvel – uma plataforma viajante e de todo- o- terreno para espectáculos e convívio. Com inspiração na atmosfera das Tascas e Festas Populares a Piajio associação cultural concebeu A Incrível Tasca Móvel: abençoada pelas Colectividades, Filarmónicas e Tascas, esta jóia chega a Lisboa pela primeira vez e pousa no ringue do CCB qual tenda de circo. Esta Incrível Tasca delineia- se por seis estruturas metálicas que se debruçam sobre o espaço, suportando lustres e gambiarras numa dança de classe. Obra única de ferro e iluminação onde a luz delimita a fronteira entre público e privado. Gerada na margem sul do Tejo, desbrava caminhos entre a tradição e a inovação, entre a arte e os copos de três, entre o fado e o circo, entre épocas diferentes — e lança o conceito de Tasca- Concerto. Durante três noites insólitas e autênticas, a trupe musical O'queStrada e a sua sonoridade universal e indescritível convidam Anónima Nuvolari, os italianos mais lisboetas do país, para uma desgarrada única cheia de glamour popular.

in guia da cidade

09 agosto 2007

Os Ecos Dos Beastie Boys

Na página dos beastie boys há fotos e comentários à passagem deles por Lisboa pela mão de Mike D: Beastie Boys

08 agosto 2007

Anti-Pop Music Festival em Viana do Castelo Amanhã

Depois dos festivais pelo Alentejo as atenções viram-se para norte.
A informação é do site da Blitz:
O Anti-Pop Music Festival regressa a Viana de Castelo amanhã e prolonga-se até à manhã de domingo. A terceira edição do festival conta com actuações de Ellen Allien & Apparat, Richie Hawtin (a.k.a. Plastikman), Extrawelt, Matthew Dear e Gui Boratto, entre outros. Os preços dos bilhetes são os seguintes: €15 (dia 9), €25 (dia 10), €25 (dia 11), €40 (3 dias) e €45 (3 dias, se comprados a 9 de Agosto).

A terceira edição do Anti-Pop conta com algumas novidades. Segundo a Ofirprod, promotora do evento, «A entrada para o recinto será feita numa zona mais ampla e acessível, junto ao rio. Haverá uma zona de lazer mais bem direccionada para as características deste festival. E haverá mais stands do que no ano anterior»

07 agosto 2007

Sudoeste Videos: National no Palco Secundário


national - mistaken for strangers

Sudoeste Dia 4: Fotos Palco





in Blitz
Fotos: Rita Carmo

Festival Sudoeste, Dia 4: Os Regressos e as Estreias

A edição 2007 do Sudoeste começou em alta voltagem e veio a perder a gás até ao fim, isto a nível de concertos, claro. Nesta última noite os números de presentes no recinto desceram muito, e à medida que a noite avançava o pessoal desertava, muitos deles a caminho das suas origens porque hoje é dia de trabalho para muitos. As expectativas mais altas estavam à volta do regresso dos James, e da estreia dos National, além da curiosidade em ver as estreias de Trail of Dead e Of Montreal. Alguns momentos ficarão na história do evento.

Comecemos pelo regresso aos palcos dos James seis anos depois da despedida nos Coliseus. Tim Booth mostrou-se descontraído, e completamente ambientado como se regressasse a uma casa cheia de amigos para o receber. Na véspera, o Disco Digital teve oportunidade de o cumprimentar no centro de Vila Nova de Mil Fontes onde Booth passeava contente da vida com a família. Também Saul Davies fez questão de aproveitar o que aprendeu em 4 anos vividos no nosso país para ir falando em português com os fãs. O concerto andou entre o muito bom, o surpreendente, e o mais previsível. Resolveram despachar nos primeiros três temas canções que a maioria queria mais ouvir, «Born of Frustrion», «Tomorrow», e o hino «Sit Down». A partir daí houve um pouco de tudo, recuperação de músicas dos excelentes primeiros (e ignorados) discos da sua carreira para alegria dos fãs que até foram convidados a invadir o palco para dançar, e noutra música tiveram oportunidade de estar com Booth que cantou empoleirado na primeira fila.

Pelo meio houve músicas novas, a anunciar novo disco, e a imagem insólita de ver o vocalista de cábula na mão porque ainda não sabia a letra. Claro que foram os hits que tiveram maior reacção de uma plateia em ambiente familiar. Prometeram regressar no próximo ano.

No palco principal até à chegada dos James passaram muito discretamente os Razorlight, Phoenix, e Albert Hammond Jr.

Nada de realmente entusiasmante, apenas as primeiras filas, compostas pelos respectivos fãs , vibraram. À hora que os Razorlight apresentavam temas dos seus dois discos, mas davam mais nas vistas pelas enormes luzes com o seu nome escrito no cenário do que com o seu rock previsível. Aliás, a essa hora muitos festivaleiros preferiram o encosto ao vidro do espaço de imprensa onde dava para ver o derby lisboeta no Guadiana, e onde festejaram a vitória encarnada.

Um dos momentos mais esperados de todo o Festival era a estreia dos National em Portugal. É grande o culto à volta dos autores dos discos «Alligator» e o recente «Boxer». Já passava das duas manhãs quando muitos resistentes saudaram efusivamente a chegada de Matt Berninger e companheiros, outros partiam tristes por não os ver mas havia uma viagem para fazer. Não foi o concerto brilhante que se aguardava, foi mais a situação em que o público puxou pela banda. Os que estavam ali conheciam todas as letras, e eram fãs incondicionais que aproveitavam a cada minuto o prazer de ouvir ao vivo canções que adoram. Por isso o público ia desculpando evidentes falhas de som, havia alturas em que a voz mal se ouvia, e não levou a mal o desacerto de Matt, e a falta de dos sons de acordeão, por exemplo, que embelezam em estúdio temas monumentais como «Fake Empire».

Apesar da euforia dos fãs presentes na tenda ficou uma sensação de insatisfação no palco Planeta Sudoeste. Espera-se que os National voltem para assinarem uma actuação ao nível da qualidade dos seus discos.

Mas antes dos National actuarem, foi altura de receber pela primeira vez duas bandas que já há muito se desejava ver em palcos nacionais. Primeiro os Of Montreal proporcionaram um espectáculo próximo do memorável. Um concerto dos Of Montreal é muito mais que ouvir apenas uma banda a tocar os seus temas, é ver um espectáculo com um carácter teatral, que alimenta o nosso imaginário mais surrealista e nos hipnotiza. Foi isso que aconteceu ontem à noite, seja pelas projecções em tela, pelas encenações que o líder Kevin Barnes e companheiros produziam (e aqui houve lugar para ninjas, representantes da morte, homens de negócios, lutas e o resto a mente encarregava-se de imaginar).O final com balões a largarem brilhantinas para cima do público foi mágico.

Depois deles estiveram os …Trail of Dead que sofreram com a forte concorrência dos James. Com mais dois membros, ao vivo o seu som ainda parece mais imponente, alternando entre um rock com veia classicista e um pouco de punk que a pouco e pouco foi amealhando curiosos prontos para ouvir um bom rock.

Outra das estreias deste dia foi dos Guillemots, que começaram mornos, mas a partir do single «Trains to Brazil» foi convencendo com as suas canções indie loucas e carregadas de instrumentos, como se cada música fosse a última a ser ouvida.

O palco principal fechou ao som de reggae. As honras foram feitas pelos franceses Babylon Circus que montaram uma bela festa colorida musicalmente com intérpretes de qualidade. Pena o alinhamento deste cartaz ter ficado desiquilibrado não conseguindo segurar o público muito tempo de concerto para concerto. Estes Babylon Circus na noite de Manu Chao teriam tido a recepção que mereciam.

Foram quatro dias em que não faltou a festa, confirmaram-se sucessos e descobriram-se outros potenciais. A enchente que se fez notar no primeiro dia não se alastrou até ao final, mas não faz mal quando se presenciar grandes actuações como de The Streets, Of Montreal, Patrick Wolf, Manu Chao e Damian Marley, todos vencedores nesta décima primeira edição do festival Sudoeste. Para o ano há mais.

in Disco Digital

Nota: Depois de editado e publicado o texto disseram-me que os National já tinham estado em Portugal a tocar em Paredes de Coura em 2005. Desconhecia o facto, e por isso assumo o erro de ter escrito que era uma estreia por cá.

06 agosto 2007

Sudoeste Dia 3 - Entre A Palavra e a Androginia

Ao terceiro e penúltimo dia do festival Sudoeste, a palavra foi o que marcou a ordem do dia com as prestações de The Streets e dos portugueses Sérgio Godinho e Sam the Kid. Já do outro lado (Palco Planeta Sudoeste) a androginia de Patrick Wolf levou muitos a histeria, mas quem levou o troféu pelo melhor momento da noite foi sem dúvida o projecto de Mike Skinner. O colectivo Groove Armada cumpriu com as expectativas, depois de uma mudança súbita de horários e de alguma chuva que não fez arredar pé os mais resistentes.


Sérgio Godinho é um representante de uma geração mais antiga, que viveu o 25 de Abril na pele, tendo (quase) sempre a revolução como porta-estandarte das suas canções. No entanto, tal facto não impediu que o cantor se adaptasse ao ambiente festivaleiro, conseguindo animar o público que se encontrava no festival. A abrir com o single de apresentação do seu mais recente disco, «Ligação Directa», mostrou como a sua composição ainda está em muito boa forma, mas foram temas históricos como «O Primeiro Dia» e «Com Um Brilhozinho nos Olhos» que as hostes mostraram mais entusiasmo.

Representante já da nova geração é Sam the Kid, que se seguiu a Sérgio Godinho, e que provou para quem tinha alguma dúvida que este é o maior artista de hip hop nacional, estando ao nível (ou até ultrapassando) vários conceituados internacionais. Acompanhado pelo baixista dos Cool Hipnoise e João Gomes do mesmo coelctivo, mais a sua trupe, Sam the Kid apresentou a sua grande obra «Pratica(mente)», que ao vivo ainda cresce mais com a adesão do público às rimas revolucionárias deste poeta urbano.

Pouco depois de Samuel Mira entrar em palco, Patrick Wolf iniciava o seu espectáculo no palco secundário. Se quando começou a carreira o violino era a peça central da música de Patrick Wolf, agora ao fim de três discos de originais e muito concerto na estrada, esse instrumento já é remetido maior parte do tempo para uma acompanhante de espectáculo, uma vez que este inglês agora está mais preocupado em dar um bom espectáculo de entretenimento, onde o preconceito não entra e as barreiras são facilmente quebradas. Patrick Wolf é um performer, que arrasa com o público, seja pelo seu strip-tease (que por muito pouco não foi integral), seja pela intensidade com que se entrega às canções e aos fãs, o que foi uma preocupação para os seguranças quando o músico se misturou com o público para cantar «Get Lost». No Sudoeste o cantor encontrou um público bastante conhecedor do seu trabalho, e pelas reacções após o concerto, conseguiu amealhar muitos mais fãs. Patrick Wolf está prestes a tornar-se uma coqueluche em Portugal.

Onde a palavra tem um lugar de destaque é também nos temas do projecto The Streets, que por estes lados se esperava com mais ansiedade. As expectativas eram elevadas, mas o medo de falhar também era muito, já que as músicas de Mike Skinner estão muito concentradas na produção de estúdio, o que poderia falhar em concerto. A verdade é que não falhou, mas superou e arrasou. Envergando uma t-shirt oficial do festival e descalço, Mike Skinner subiu ao palco com mais um rapper, um baterista, dois teclistas e uma cantora nos coros e revelou um espírito bastante descontraído, sempre pronto a ter um contacto mais próximo com o público, ora falando várias vezes em português, ora dando-lhe dicas para que a animação se elevasse ao máximo. O single «When You Wasn’t Famous» levou todos ao rubro, tal como «Weak Become Heroes» ou a fechar «Fit But Yu Know It», com incitações ao mosh pela parte de Skinner. Por entre as suas canções que relatam os ambientes urbanos sem falinhas mansas, foram tocados muito rapidamente temas de outros grupos, como «Over & Over» dos Hot Chip, «Out of Space» dos Prodigy ou «I Love Rock’N’Roll» dos The Arrows. Com algumas das melhores canções que ouvimos nesta década, uma presença em palco perfeita para concertos e uma entrega de louvar, Mike Skinner com o seu projecto deu o grande concerto do festival.

Depois veio a chuva, enquanto os The Australian Pink Floyd prestavam tributo obviamente aos Pink Floyd. Mas os festivaleiros não se deixaram abater e não arredaram pé para ver a actuação dos Groove Armada (que só tocaram às 3h30 devido a problemas com o avião). Da dupla só veio Andy Cato, mas que se fez acompanhar de vários músicos e vocalistas e de um espectáculo visual muito forte, que fizeram do recinto a maior pista de dança ao ar livre em Portugal. Mas nem sempre esta pista de dança esteve ao rubro, pois se a festa foi grande ao som de êxitos como «I See You Baby» e «Superstylin`», pelo meio houve um outro momento mais calmo, que por pouco entrava na monotonia, devido a uma aproximação aos toadas lounge. Mas quando a receita era de house com soul e hip hop, esquecíamo-nos dos momentos mais fracos.

Com o sol a desaparecer, espera-se um final em grande para o último dia do festival Sudoeste que recebeu uma das maiores enchentes de sempre. Esperemos pelo regresso dos James e pelas estreias há muito aguardadas de Of Montreal e The National.

in Disco Digital, por João Moço