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06 novembro 2007
Barreiro Rocks 2007
Grande cartaz para mais uma edição Barreiro Rocks. Este ano o destaque vai inteiro para a actuação dos The Black Lips! A não perder no próximo fim de semana.
Rufus Wainwright no Coliseu
Rufus Wainwright regressa hoje ao Coliseu dos Recreios para apresentar o álbum editado este ano «Release The Stars».
Na primeira parte, vão estar os The Grey Race. Os concertos têm início às 20h15 e o preço dos bilhetes varia entre os 25 e os 35 euros.
Na primeira parte, vão estar os The Grey Race. Os concertos têm início às 20h15 e o preço dos bilhetes varia entre os 25 e os 35 euros.
05 novembro 2007
Agenda Cheia de Concertos: Haja Fôlego
Muita oferta para todos os gostos, e carteiras, para os próximos dias em Lisboa e não só.
Haja fôlego para acompanhar tantos concertos. Um roteiro possível é este que o J.Grandes Sons vai tentar cumprir:
quarta feira, dia 7: Interpol + Blonde Redhead - Lisboa - Coliseu
quinta feira, dia 8: Mariza & Carlos do Carmo & Ivan Lins & Rui Veloso & Tito Paris - Lisboa - Pavilhão Atlântico
sexta feira, dia 9: Sheiks - Lisboa - Teatro Municipal São Luiz
sábado, dia 10: Da Weasel & Orquestra de Rui Massena & Manel Cruz & Bernardo Sassetti & Gato Fedorento - Lisboa - Pavilhão Atlântico
domingo, dia 11: Skatalites - Lisboa
Façam os vossos roteiros segindo esta AGENDA.
Haja fôlego para acompanhar tantos concertos. Um roteiro possível é este que o J.Grandes Sons vai tentar cumprir:
quarta feira, dia 7: Interpol + Blonde Redhead - Lisboa - Coliseu
quinta feira, dia 8: Mariza & Carlos do Carmo & Ivan Lins & Rui Veloso & Tito Paris - Lisboa - Pavilhão Atlântico
sexta feira, dia 9: Sheiks - Lisboa - Teatro Municipal São Luiz
sábado, dia 10: Da Weasel & Orquestra de Rui Massena & Manel Cruz & Bernardo Sassetti & Gato Fedorento - Lisboa - Pavilhão Atlântico
domingo, dia 11: Skatalites - Lisboa
Façam os vossos roteiros segindo esta AGENDA.
Vizinhança
Aqui está um apanhado de blogues de vizinhança que foi deixando rasto nos comentários deste humilde espaço durante o último mês. Foram adicionados ali em baixo do lado esquerdo na área de links de vizinhos.
À vossa atenção:
Guedelhudos - Ié Ié
Conspirasons
Passarola Quer Voar
Peixe de Aquário
Brand New 4 U
Perfect Collection
Algures em Nenhures
Beating The Pearls
BitSound
À vossa atenção:
Morrissey em Grande em Nova Iorque
Morrissey andou por Nova Iorque a dar concertos no Hammerstein Ballroom e os relatos dos concertos falam de grandes performances com direito a invasão de palco pelos fãs!
A foto do NME não deixa dúvidas, e no maravilhoso mundo do You Tube já há provas documentadas.
A foto do NME não deixa dúvidas, e no maravilhoso mundo do You Tube já há provas documentadas.
04 novembro 2007
Spice Girls: O Regresso Pop Mais Mediático do Ano
Aqui está o novo vídeo que marca o regresso das Spice Girls ao activo. A poucos dias do lançamento mundial do seu "Best Of" as Spice Girls apresentam-se com muito bom aspecto no vídeoclip do tema original "Headlines (Friendship Never Ends)". Segue-se a Tour mundial, sem passagem por cá.
03 novembro 2007
Simian Mobile Disco: "Hustler" o Vídeo Mais Quente do Momento
Os Simian Mobile Disco fizeram um vídeoclip para o seu single "Hustler" que, no mínimo, é bem quente. Banda sonora, e visual, para um fim de semana animado:
02 novembro 2007
MTV Prémios Europeus
Foi ontem à noite em Munique:
Melhor Artista Rock
30 Seconds To Mars
Melhor Artista Urbano
Rihanna
Melhor Banda
Linkin Park
Música Mais Viciante
«Girlfriend» - Avril Lavigne
Melhor Cabeça de Cartaz
Muse
Melhor Álbum
Loose - Nelly Furtado
Melhor Artista a Solo
Avril Lavigne
Melhor Artista Internacional
Tokio Hotel
Melhor Artista Português
Da Weasel
New Sounds of Europe
Bedwetters (Estónia)
Melhor Artista do Reino Unido e Irlanda
Muse
Video Star
«D.A.N.C.E.» - Justice
Melhor Artista Rock
30 Seconds To Mars
Melhor Artista Urbano
Rihanna
Melhor Banda
Linkin Park
Música Mais Viciante
«Girlfriend» - Avril Lavigne
Melhor Cabeça de Cartaz
Muse
Melhor Álbum
Loose - Nelly Furtado
Melhor Artista a Solo
Avril Lavigne
Melhor Artista Internacional
Tokio Hotel
Melhor Artista Português
Da Weasel
New Sounds of Europe
Bedwetters (Estónia)
Melhor Artista do Reino Unido e Irlanda
Muse
Video Star
«D.A.N.C.E.» - Justice
01 novembro 2007
Raising Sand: Robert Plant e Alison Krauss Juntos Pela Folk
Um dos encontros mais originais do ano resulta num belíssimo disco de canções cheias de emoção e desenvolvidas em áreas musicais que apaixonam os seus autores.Robert Plant está na ordem do dia com as notícias que dão conta de uma reunião dos Led Zeppelin, mas enquanto isso juntou-se a sua voz para interpretar músicas de blues, country, dando expressão à sua paixão pela folk americana. A companhia não podia ser melhor, Alison Krauss há muito que domina o canto de do Bluegrass, e country, e aqui juntam-se para um disco muito bem conseguido.
"Raising Sand" é produzido pelo respeitavel T-Bone Burnett, e conta ainda com a colaboração de Marc Ribott.
Um disco para não deixar passar despercebido.
31 outubro 2007
Moonspell em Halloween
Os Moonspell actuam hoje no Coliseu dos Recreios. Em apresentação, vai estar «Under Satanae», disco onde a banda regravou a maqueta «Annu Satane» e o EP «Under The Moonspell».
Antes, tocam Root e Kalashnikov (banda do cómico Jel). Os concertos começam às 20h00 e o preço dos bilhetes varia entre os 18 e os 20 euros.
Antes, tocam Root e Kalashnikov (banda do cómico Jel). Os concertos começam às 20h00 e o preço dos bilhetes varia entre os 18 e os 20 euros.
30 outubro 2007
Valentim de Carvalho - reedições de álbuns históricos
Uma boa notícia que o obrigatório Sound+Vision divulga:
A Valentim de Carvalho vai encetar, a 19 de Novembro, uma série de reedições de álbuns históricos do seu catálogo, a maioria dos quais nunca antes editado em CD. Entre os primeiros títulos a surgir nesta primeira campanha destaca-se Independança (de 1982), álbum de estreia dos GNR, que surgirá com sete temas extra que correspondem às faixas dos singles de 1981 Portugal na CEE, Sê um GNR e do máxi-single Twistarte (1983). Com Independança saem, também com extras, os álbuns Álibi de Manuela Moura Guedes (1981), Qualquer Coisa Pá Música de Jorge Palma (1979), Mistérios e Maravilhas dos Tantra (1977) e uma antologia com a integral da obra dos Sheiks entre 1965 e 67.
A Valentim de Carvalho vai encetar, a 19 de Novembro, uma série de reedições de álbuns históricos do seu catálogo, a maioria dos quais nunca antes editado em CD. Entre os primeiros títulos a surgir nesta primeira campanha destaca-se Independança (de 1982), álbum de estreia dos GNR, que surgirá com sete temas extra que correspondem às faixas dos singles de 1981 Portugal na CEE, Sê um GNR e do máxi-single Twistarte (1983). Com Independança saem, também com extras, os álbuns Álibi de Manuela Moura Guedes (1981), Qualquer Coisa Pá Música de Jorge Palma (1979), Mistérios e Maravilhas dos Tantra (1977) e uma antologia com a integral da obra dos Sheiks entre 1965 e 67.
29 outubro 2007
Patti Smith no Coliseu dos Recreios: Uma lenda entre clássicos
Patti Smith assinou na noite de domingo um dos melhores concertos que Lisboa recebeu este ano. O regresso a Lisboa, após passagem pelo pavilhão Carlos Lopes em 2001, foi o mais feliz possível. Houve alma, empenho e comunhão total com o público que encheu o Coliseu e que ia das gerações mais novas, às mais batidas nestas coisas do rock. Patti está muito bem conservada, e muito bem acompanhada por uma excelente banda, convocou grandes almas do rock n'roll, dedicou um tema a Fernando Pessoa, elogiou a capital portuguesa, e virou a plateia ao contrário ao convencer o público a trocar as cadeiras pelos corredores de acesso ao palco.A última noite da digressão europeia de «Twelve» aconteceu em Lisboa, e foi um privilégio receber uma lenda do rock em tão boa forma mental, física, e vocal. Patti Smith sobe ao palco com mais de três décadas de carreira, mas revela a mesma vontade de ali estar de sempre. Aqui a expressão «animal de palco» faz todo o sentido para falar da maneira como Patti ocupa o espaço. A noite arranca com "Redondo Beach" e logo a plateia sentada corresponde. Patti sorri e mais para a frente vai até perto da primeira fila acenar, para mais tarde entrar pelos corredores entre as cadeiras para ir cumprimentando os seus fãs. Foi o mote para mais ninguém se sentar, e o espaço em frente ao palco foi invadido pelos mais rápidos. Quem só chegasse no fim nem percebia que a noite começou com a sala sentada.
A música tem muita força, Patti Smith sabe-o melhor que ninguém e o que ela quer fazer hoje em dia é celebrar as grandes canções do rock, por isso anda a divulgar um álbum de versões de outros artistas, por isso anda pelo mundo a dar concertos que são um desfile de clássicos que não deixa ninguém indiferente. Ouvir «Are You Experienced?» de Jimi Hendrix, ou «Smells Like Teen Spirit» dos Nirvana mostra como a música atravessa gerações, e nos une à voz de Patti Smith numa celebração rara e preciosa.
A sensação mais marcante deste encontro foi perceber que é possível estarmos num concerto de uma figura lendária e não existirem barreiras entre nós. Patti é uma das nossas, por isso canta para nós, e connosco. Junta-se aos seus fãs, canta no meio deles, dança com eles, e consegue manter a chama ordenadamente. Mais eficaz que dezenas de seguranças atrapalhados nos seus fatos e gravatas. Apesar de passar por versões de «Twelve», Patti Smith não ignora algumas das canções que lhe são associadas eternamente, por isso foi com euforia que se cantou «Because the Night», ou «Gloria», de Van Morrisson.
Sempre com palavras simpáticas entre as músicas destaque-se o momento em que dedica uma canção a Fernando Pessoa, e para os elogios a Lisboa, cidade a que dedicou a sua escrita em tempos passados, altura em que até o seu falecido marido Fred Smith (ex guitarrista dos MC5) estranhava tanto interesse por Lisboa. Foram duas horas que passaram num ápice, e se momentos antes do início do concerto tinha sido um norte americano a descansar as almas benfiquistas, no fim da noite uma norte americana despedia-se do Coliseu mostrando como a força da música e das palavras podem proporcionar momentos inesquecíveis. Como este concerto.
in disco digital
Patti Smith na Plateia
Um dos concertos do ano! Aqui fica um registo da altura em que Patti Smith resolve entrar pela plateia do Coliseu para cumprimentar os fãs sentados enquanto a sua banda continua a tocar:
28 outubro 2007
Mark Kozelek no Santiago Alquimista: O (en)canto de Kozelek
A julgar pela boa afluência de público à sala do Santiago Alquimista ainda há por aí muita alma ancorada no imaginário das melancólicas canções que os Red House Painters construíram para uma imensa minoria durante a década de 90. Mark Kozelek tinha prometido interpretar temas da sua variada carreira visitando o repertório dos Painters, ou dos seus discos a solo, ou ainda dos Sun Kil Moon, e cumpriu para agrado de todos.
Sem mesas e cadeiras em frente ao palco, o espaço do Santiago Alquimista registava numerosa presença de fãs, bem mais do que se viu na noite de Kurt Wagner, por exemplo, e o ambiente ficou mais caloroso para receber Kozelek.
Postura curiosa do americano em palco. Sempre de pé, discretamente vestido de camisa clara e calças escuras, com um pé sempre mais adiantado que o outro, apenas com a sua guitarra, e de cabeça caída enquanto canta o seu reportório. Só não é o símbolo perfeito do músico solitário porque após um começo sozinho apareceu um companheiro que se sentou ao seu lado para o acompanhar à viola.
Tudo começou tal como começa «Ghosts of the Great Highway», disco dos Sun Kil Moon, ou seja com o tema «Glenn Tipton», desta vez muito mais despido e intimista. No meio das canções Kozelek foi comunicando com a plateia, enquanto ia afinando as cordas, e pedia ajustes de som que apesar do ensaio da tarde acabou por dar trabalho extra em palco por razões deconhecidas segundo o próprio Mark.
O seu grande trunfo é sem dúvida aquele timbre de voz inconfundível que nos remete logo para as enormes canções dos Red House Painters que toda a gente na sala parecia conhecer na íntegra. Foram duas horas entregues aos acordes, e à voz, de Kozelek que quando tocou «Tiny Cities», «Duk Koo Kim», «Gentle Moon», ou a versão dos The Cars «All Mixed Up», teve os fãs rendidos à sua melancolia. Com o avançar da actuação o ambiente ia ficando mais descontraído e os pedidos vindos da plateia sucederam-se.
Tiveram sorte os que sugeriram «Katy Song», ou «Around and Around» já em período de encore, que fechou uma noite simpática, intimista, e que avivou memórias dos tempos em que o slowcore era moda. Terminado o concerto ouvia-se nas colunas do Alquimista o disco dos Spain, para que não restassem dúvidas.
Na primeira parte, Sean Riley e os Slowriders apresentaram as canções do disco de estreia «Farewell». Sem particular brilho, acrescente-se.
Sem mesas e cadeiras em frente ao palco, o espaço do Santiago Alquimista registava numerosa presença de fãs, bem mais do que se viu na noite de Kurt Wagner, por exemplo, e o ambiente ficou mais caloroso para receber Kozelek.
Postura curiosa do americano em palco. Sempre de pé, discretamente vestido de camisa clara e calças escuras, com um pé sempre mais adiantado que o outro, apenas com a sua guitarra, e de cabeça caída enquanto canta o seu reportório. Só não é o símbolo perfeito do músico solitário porque após um começo sozinho apareceu um companheiro que se sentou ao seu lado para o acompanhar à viola.
Tudo começou tal como começa «Ghosts of the Great Highway», disco dos Sun Kil Moon, ou seja com o tema «Glenn Tipton», desta vez muito mais despido e intimista. No meio das canções Kozelek foi comunicando com a plateia, enquanto ia afinando as cordas, e pedia ajustes de som que apesar do ensaio da tarde acabou por dar trabalho extra em palco por razões deconhecidas segundo o próprio Mark.
O seu grande trunfo é sem dúvida aquele timbre de voz inconfundível que nos remete logo para as enormes canções dos Red House Painters que toda a gente na sala parecia conhecer na íntegra. Foram duas horas entregues aos acordes, e à voz, de Kozelek que quando tocou «Tiny Cities», «Duk Koo Kim», «Gentle Moon», ou a versão dos The Cars «All Mixed Up», teve os fãs rendidos à sua melancolia. Com o avançar da actuação o ambiente ia ficando mais descontraído e os pedidos vindos da plateia sucederam-se.
Tiveram sorte os que sugeriram «Katy Song», ou «Around and Around» já em período de encore, que fechou uma noite simpática, intimista, e que avivou memórias dos tempos em que o slowcore era moda. Terminado o concerto ouvia-se nas colunas do Alquimista o disco dos Spain, para que não restassem dúvidas.
Na primeira parte, Sean Riley e os Slowriders apresentaram as canções do disco de estreia «Farewell». Sem particular brilho, acrescente-se.
O Regresso de Miss Patti Smith a Portugal Hoje à Noite no Coliseu
Patti Smith vai actuar hoje no Coliseu dos Recreios a partir das 21h30. O concerto deve servir de apresentação do disco de versões «Twelve».
O preço dos bilhetes disponíveis varia entre os 25 e os 30 euros. A cantora esteve pela última vez em Portugal no Festival Número.
O preço dos bilhetes disponíveis varia entre os 25 e os 30 euros. A cantora esteve pela última vez em Portugal no Festival Número.
27 outubro 2007
Mark Kozelek Hoje à Noite no Santiago Alquimista
Uma noite de canções intimistas no Santiago Alquimista é o que se espera neste regresso de Mark Kozelek a Lisboa.
Ele que andou com os Red House Painters a divulgar música calma pelo anos 90 assume agora a solidão amaparada numa guitarra.
Em entrevista ao Diário Digital disse que logo à noite conta tocar «Um pouco de tudo. Algumas antigas, outras novas e também versões.».
É aí que também confessa paixão pela cozinha portuguesa, em particular o caldo verde!
Hoje no Santiago Alquimista, às 21h30 com primeira parte de Sean Riley e dos Slowriders.
Ele que andou com os Red House Painters a divulgar música calma pelo anos 90 assume agora a solidão amaparada numa guitarra.
Em entrevista ao Diário Digital disse que logo à noite conta tocar «Um pouco de tudo. Algumas antigas, outras novas e também versões.».
É aí que também confessa paixão pela cozinha portuguesa, em particular o caldo verde!
Hoje no Santiago Alquimista, às 21h30 com primeira parte de Sean Riley e dos Slowriders.
26 outubro 2007
O Vídeo Banido dos Duran Duran
O regresso dos Duran Duran está a dar polémica. Pelo menos o vídeo do single de apresentação do novo álbum tem sido banido de várias cadeias de televisão.
O videoclip de "Falling Down" tem imagens fortes e é polémico, marca o regresso dos Duran Duran aqui a contarem com ajuda de Justin Timberlake:
O videoclip de "Falling Down" tem imagens fortes e é polémico, marca o regresso dos Duran Duran aqui a contarem com ajuda de Justin Timberlake:
25 outubro 2007
Outras Sugestões Para Hoje à Noite
A provar a grande diversidade de oferta que temos ao nosso dispor para a noite de quinta feira, já com fim de semana à vista, aqui ficam boas sugestões para mais logo:
Soldiers Of Jah Army + Selecta Lexo + No Joke: Cascais - Coconuts
WhoMadeWho: Lisboa - Lux
Philharmonic Weed + Sanryse : Lisboa - Santiago Alquimista
Soldiers Of Jah Army + Selecta Lexo + No Joke: Cascais - Coconuts
WhoMadeWho: Lisboa - Lux
Philharmonic Weed + Sanryse : Lisboa - Santiago Alquimista
Hoje Arranca o Festival Jameson Urban Routes
O MusicBox recebe a partir de hoje o festival Jameson Urban Routes até 3 de Novembro.
Hoje, a entrada será gratuita para todos os que quiserem comparecer no Cais do Sodré. O bilhete diário para os restantes dias será de 10 euros e inclui a oferta de um Jameson.
Hoje tocam Rocky Marsiano, Boozou Bajou (DJ) e Tiago Santos (DJ). O VJ será Edgar Alberto.
Amanhã, é a vez dos Micro Audio Waves, Mike Stellar (DJ), Richard Dorfmeister (DJ) e Vince Varga (VJ). A 27, actuam Cool Hipnoise, Stereotyp com Al Haca, Selecta Lexo com Prince Wadada e o DJ Alatak.
A 2 de Novembro, será a vez dos Bugz In The Attic e James Krohn com Melo D, com Moai como VJ. O festival encerra no dia 3 com os Nemo, Rui Maia (DJ, dos X-Wife) e Rui Murka, com X como VJ.
in discodigital
Hoje, a entrada será gratuita para todos os que quiserem comparecer no Cais do Sodré. O bilhete diário para os restantes dias será de 10 euros e inclui a oferta de um Jameson.
Hoje tocam Rocky Marsiano, Boozou Bajou (DJ) e Tiago Santos (DJ). O VJ será Edgar Alberto.
Amanhã, é a vez dos Micro Audio Waves, Mike Stellar (DJ), Richard Dorfmeister (DJ) e Vince Varga (VJ). A 27, actuam Cool Hipnoise, Stereotyp com Al Haca, Selecta Lexo com Prince Wadada e o DJ Alatak.
A 2 de Novembro, será a vez dos Bugz In The Attic e James Krohn com Melo D, com Moai como VJ. O festival encerra no dia 3 com os Nemo, Rui Maia (DJ, dos X-Wife) e Rui Murka, com X como VJ.
in discodigital
24 outubro 2007
Quarteto 1111 no MusicBox: Lendas revisitadas
Noite de festa, e casa cheia no MusicBox em Lisboa para celebrar o lançamento do livro dedicado à história do mítico grupo Quarteto 1111. Várias gerações de músicos, e apreciadores das raízes do nosso rock, misturaram-se num convívio animado que muito orgulhou António Pires, o autor do livro.
O livro «As Lendas do Quarteto 1111» andava de mão em mão e amigos de longa data procuravam o autor para ficarem com uma dedicatória. Muitas caras conhecidas entre jornalistas e músicos, não tendo sequer faltado a presença de Luís Pinheiro de Almeida a quem António Pires dedicou um capítulo inteiro. Aliás, foi no grupo de conversas onde esteve Pinheiro de Almeida que se ouviram as histórias mais interessantes da noite, e onde se podia ouvir as explicações para as verdadeiras relíquias da música portuguesa que o DJ João Carlos Callixto ia passando. E deu também para ver o single em vinil que Cândido Mota passou há 40 anos no seu programa de rádio altura em que «A Lenda d'El Rei D. Sebastião» foi ouvido pela primeira vez. O single pertence a Pinheiro de Almeida que o levou para casa devidamente autografado.
Foi precisamente a canção «A Lenda d'El Rei D. Sebastião» que foi mais celebrada. Abriu e fechou a pequena actuação do Quarteto 1111, que foi apresentado por Cândido Mota. Apesar de não contar com Tozé Brito, ausente por motivos profissionais em Nova Iorque o agora patrão da Universal não deixou de mandar uma mensagem lida por António Pires. Já o sempre enérgico José Cid comandou as operações, visivelmente satisfeito com o momento vivido e sentido.
No fim ficou o anúncio de um grande concerto marcado para Novembro no Campo Pequeno em que José Cid contará com a presença dos outros 1111. Uma festa bonita à volta de um livro que é de aquisição obrigatória por quem se interesse pela música feita em Portugal.
O livro «As Lendas do Quarteto 1111» andava de mão em mão e amigos de longa data procuravam o autor para ficarem com uma dedicatória. Muitas caras conhecidas entre jornalistas e músicos, não tendo sequer faltado a presença de Luís Pinheiro de Almeida a quem António Pires dedicou um capítulo inteiro. Aliás, foi no grupo de conversas onde esteve Pinheiro de Almeida que se ouviram as histórias mais interessantes da noite, e onde se podia ouvir as explicações para as verdadeiras relíquias da música portuguesa que o DJ João Carlos Callixto ia passando. E deu também para ver o single em vinil que Cândido Mota passou há 40 anos no seu programa de rádio altura em que «A Lenda d'El Rei D. Sebastião» foi ouvido pela primeira vez. O single pertence a Pinheiro de Almeida que o levou para casa devidamente autografado.
Foi precisamente a canção «A Lenda d'El Rei D. Sebastião» que foi mais celebrada. Abriu e fechou a pequena actuação do Quarteto 1111, que foi apresentado por Cândido Mota. Apesar de não contar com Tozé Brito, ausente por motivos profissionais em Nova Iorque o agora patrão da Universal não deixou de mandar uma mensagem lida por António Pires. Já o sempre enérgico José Cid comandou as operações, visivelmente satisfeito com o momento vivido e sentido.
No fim ficou o anúncio de um grande concerto marcado para Novembro no Campo Pequeno em que José Cid contará com a presença dos outros 1111. Uma festa bonita à volta de um livro que é de aquisição obrigatória por quem se interesse pela música feita em Portugal.
23 outubro 2007
Coldcut no Casino Lisboa: Two Many VJ`s
Os Coldcut inauguraram a temporada de concertos gratuitos às segundas feiras no glamoroso palco do Arena Lounge do Casino de Lisboa. Os lugares das mesas, e os espaços dos anéis que rodeiam o palco estiveram bem preenchidos por um público que se deixou entusiasmar pelo espectáculo de mistura entre som e imagens que a dupla inglesa apresentou com mestria.
À partida os curiosos menos informados podiam ir à espera de uma apresentação do último disco dos Coldcut ao vivo. Eles já tinham avisado que não era essa a sua proposta para esta noite, mas mesmo assim tivemos direito a ouvir o single maior de «Sound Mirrors», editado no ano passado, «Walk A Mile In My Shoes», com a imagem de Robert Owens a aparecer nos ecrãs.
Foi uma passagem recebida com agrado no meio de um set ousado em que Jonathan More e Matt Black misturaram sons e imagens de maneira impressionante, sincronizando os samples de som com as respectivas imagens de videoclips. A isto chamam «Journeys by VJ», um verdadeiro espectáculo audiovisual, em tratam, processam e editam ao vivo mais de mil samples de audio e vídeo!
O resultado é entusiasmante, ouve-se em sequência, e às vezes em versão «mash up» trechos de grandes clássicos do Hip Hop e do rock de gente variada como AC/DC, Jimmy Hendrix, Run DMC, DJ Shadow, ou mesmo Rage Against The Machine. Sempre apoiados pelo MC Juice Aleem que ajuda à festa, criando momentos que nos chegamos a lembrar dos delírios dos 2Many DJ`s ao vivo.
O objectivo de «Journeys by VJ» foi plenamente cumprido, apenas abafado pela tradicional falta de qualidade de som do Arena Lounge, e não é todos os dias que temos os ilustres fundadores de uma das mais emblemáticas editoras de música electrónica, Ninja Tune, a darem-nos música e imagens desta qualidade.
À partida os curiosos menos informados podiam ir à espera de uma apresentação do último disco dos Coldcut ao vivo. Eles já tinham avisado que não era essa a sua proposta para esta noite, mas mesmo assim tivemos direito a ouvir o single maior de «Sound Mirrors», editado no ano passado, «Walk A Mile In My Shoes», com a imagem de Robert Owens a aparecer nos ecrãs.
Foi uma passagem recebida com agrado no meio de um set ousado em que Jonathan More e Matt Black misturaram sons e imagens de maneira impressionante, sincronizando os samples de som com as respectivas imagens de videoclips. A isto chamam «Journeys by VJ», um verdadeiro espectáculo audiovisual, em tratam, processam e editam ao vivo mais de mil samples de audio e vídeo!
O resultado é entusiasmante, ouve-se em sequência, e às vezes em versão «mash up» trechos de grandes clássicos do Hip Hop e do rock de gente variada como AC/DC, Jimmy Hendrix, Run DMC, DJ Shadow, ou mesmo Rage Against The Machine. Sempre apoiados pelo MC Juice Aleem que ajuda à festa, criando momentos que nos chegamos a lembrar dos delírios dos 2Many DJ`s ao vivo.
O objectivo de «Journeys by VJ» foi plenamente cumprido, apenas abafado pela tradicional falta de qualidade de som do Arena Lounge, e não é todos os dias que temos os ilustres fundadores de uma das mais emblemáticas editoras de música electrónica, Ninja Tune, a darem-nos música e imagens desta qualidade.
António Pires e AS LENDAS DO QUARTETO 1111

Tenho que começar por confessar que tenho o privilégio de ser amigo de António Pires, um jornalista que me habituei a ler, e que fui admirando ao longo de anos, especialmente no Blitz.
Felizmente tive a oportunidade de o conhecer e ficar amigo dele. É um dos grandes transportadores de histórias, e da História, do jornalismo musical em Portugal. Como tal não admira que não esteja devidamente aproveitado num país que tão mal trata quem tanto sabe, e que idolatra personagens vãs.
Se bem o conheço por esta altura ao ler estas linhas já deve estar todo atrapalhado e contestar tudo isto, porque é um homem tímido, modesto, e que não gosta destes elogios.
Em Sines, no verão passado, contou-me sobre a edição deste livro. Fiquei logo entusiasmado com a ideia de ver documentada uma história de um tempo que não vivi, e que me interessa conhecer. Ainda não li o livro sobre as lendas do Quarteto 1111 mas pelo que tenho lido e ouvido nos espaços justificadamente dedicados a esta edição já deu para perceber que é imperdível.
Hoje assinala-se a edição do livro com uma festa no Musicbox a partir das 22h, e com direito a concerto do Quarteto 1111. Deviamos lá ir todos e dizer obrigado ao António por não cruzar os braços e por nos contemplar com a sua prosa conhecedora. Eu vou.
Espero que a generosidade do António não se fique só por este livro, que venham mais, e que ele continua a actualizar esse blogue de utilidade pública chamado Raízes e Antenas.
22 outubro 2007
Videos de Concertos do Sudoeste 2007
Uma empresa espanhola, Central Musica, esteve em Agosto no Festival Sudoeste a gravar alguns concertos e agora tem vindo a disponibilizar os vídeos na sua página. Para já podemos recordar os concertos de:
The Noisettes
Sonic Junior
Bonde do Rolê
Wraygunn
em: Central Musica ver na área de festivais
The Noisettes
Sonic Junior
Bonde do Rolê
Wraygunn
em: Central Musica ver na área de festivais
Coldcut Hoje No Casino de Lisboa
Os Coldcut serão a primeira banda a actuar no ciclo «Concertos Arena Live 2007», no Casino Lisboa, no próximo dia 22 de Outubro, pelas 22:30, inaugurando uma série de actuações, que se prolonga até ao final do ano.Com um original conceito de espectáculo, o grupo sobe ao palco do Auditório dos Oceanos, convidando o público a ouvir as suas composições inovadoras, criadas pelos produtores britânicos Janathan More e Matt Black, fundadores dos Coldcut há cerca de duas décadas.
A dupla, em estreia absoluta em Portugal, será acompanhada por Raj Pannu e Juice Aleem, apresentando «Journeys by VJ», tratando, processando e editando mais de mil samples de áudio e vídeo ao vivo, revelando uma nova dimensão do que pode ser um «live act».
Após o assinalável sucesso registado na sua primeira edição, «Concertos Arena Live» propõe onze concertos, nas noites de segunda-feira, protagonizados por um conjunto de artistas nacionais e estrangeiros, que prometem surpreender o público.
O espaço vanguardista do Arena Lounge, que dispõe de múltiplas soluções técnicas para originais actuações ao vivo, será preenchido com diferentes conceitos e estilos musicais até Dezembro.
21 outubro 2007
Stress dos Justice Revisto em Hardcore
O tema "Stress" do badalado disco dos Justice foi remisturado com competência por uma banda francesa hardcore. "Stress" é já um tema intenso na versão original aqui ganha nova vida e ainda mais forte. A ouvir:
October Mixtape at Crackers United
October Mixtape at Crackers United
20 outubro 2007
Vieux Farka Touré e Tinariwen no CCB: Areia do Deserto
A noite tinha o nome de Festival Au Désert como tema. O Grande Auditório do CCB encheu para receber os sons do deserto, mais especificamente dos lados do Mali. A presença de Vieux Farka Touré, e dos Tinariwen pedia um ambiente envolvente diferente daqueles traços arquitectónicos, e sobretudo daquelas cadeiras incomodativas para quem queria reagir aos sons quentes, dançantes, e irresistíveis das guitarras que só pediam aos corpos que dançassem. Uma parte do público contornou a situação e ocupou as escadarias da sala para libertarem os instintos corporais acompanhando as vibrações dos blues africanos proporcionados por um surpreendente Vieux Farka Touré, e pelos excelentes Tinariwen.
O nome Farka Touré pode ser uma pesada herança mas a verdade é que Vieux, segundo filho mais velho de Ali, o honra dando razão a Toumani Diabaté que o levou para a sua banda há anos mesmo sem o pai Ali ter achado muita piada porque não queria o filho nestas andanças onde Ali foi tantas vezes enganado antes do reconhecimento. Como se sabe Ali faleceu vítima de cancro há pouco tempo, mas ainda participou nas gravações do disco de estreia que Vieux apresentou esta noite em Lisboa.
Acompanhado por bateria, viola, baixo e percussão, Vieux deu um grande concerto sempre seguro nas suas guitarras e violas acústicas, e viajando entre os blues, as raízes, e até passando por ramificações de reggae. Comunicou em francês, foi convencendo a plateia a abandonar as cadeiras para dançarem ao som das canções do seu disco, As influências estão lá todas, obviamente, mas Vieux consegue marcar o seu próprio terreno e saiu com a plateia completamente convencida.
Os Tinariwen já são da casa. Já assinaram grandes concertos no nosso país e por isso foram recebidos calorosamente. Mesmo em versão mais reduzida, sem elementos femininos, os Tuaregues não facilitam e logo ao primeiro tema constroem aquele muro sónico de guitarradas hipnóticas que nos levam logo para o imaginário do deserto do Saara. As canções já têm o efeito de surpresa das primeiras apresentações porque já temos os discos em casa para matarmos saudades, mas a mestria com que tocam as suas músicas continua cheia de magia, e quase que sentimos a areia debaixo dos nossos pés.
Um olhar disperso pela sala a meio do concerto denúncia nas galerias do lado direito um jovem alto, magro, de camisa aberta, boné vermelho, a dançar vigorasamente inclinando o seu corpo de tal forma que ameaça voar sobre a plateia sentada. No lado oposto numa galeria mais perto do palco uma jovem atrai muitos olhares pela maneira fascinante, e sensual que serpenteia o seu corpo ao som da música dos mulçumanos. É esta a essência de um concerto dos Tinariwen, a sua música invade-nos o corpo e a alma.
A meio do concerto Vieux Farka Touré junta-se para um tema, a alegria estampada no rosto de Touré é absolutamente deslumbrante, e contrasta com as faces religiosamente tapadas dos Tinariwen. Esta gente é feliz, e usa a música para atingir essa felicidade. Vê-se e sente-se.
A partir daí a actuação dos tuaregues ainda subiu mais de intensidade, a passagem pelos disco editado este ano «Aman Iman_ Water is Life» foi arrebatadora e levou a que todo o público se levantasse e assim ficou até ao fim.
Um cheiro intenso a deserto, a felicidade em forma de música trazida pelos grandes homens de África.
in disco digital
O nome Farka Touré pode ser uma pesada herança mas a verdade é que Vieux, segundo filho mais velho de Ali, o honra dando razão a Toumani Diabaté que o levou para a sua banda há anos mesmo sem o pai Ali ter achado muita piada porque não queria o filho nestas andanças onde Ali foi tantas vezes enganado antes do reconhecimento. Como se sabe Ali faleceu vítima de cancro há pouco tempo, mas ainda participou nas gravações do disco de estreia que Vieux apresentou esta noite em Lisboa.
Acompanhado por bateria, viola, baixo e percussão, Vieux deu um grande concerto sempre seguro nas suas guitarras e violas acústicas, e viajando entre os blues, as raízes, e até passando por ramificações de reggae. Comunicou em francês, foi convencendo a plateia a abandonar as cadeiras para dançarem ao som das canções do seu disco, As influências estão lá todas, obviamente, mas Vieux consegue marcar o seu próprio terreno e saiu com a plateia completamente convencida.
Os Tinariwen já são da casa. Já assinaram grandes concertos no nosso país e por isso foram recebidos calorosamente. Mesmo em versão mais reduzida, sem elementos femininos, os Tuaregues não facilitam e logo ao primeiro tema constroem aquele muro sónico de guitarradas hipnóticas que nos levam logo para o imaginário do deserto do Saara. As canções já têm o efeito de surpresa das primeiras apresentações porque já temos os discos em casa para matarmos saudades, mas a mestria com que tocam as suas músicas continua cheia de magia, e quase que sentimos a areia debaixo dos nossos pés.
Um olhar disperso pela sala a meio do concerto denúncia nas galerias do lado direito um jovem alto, magro, de camisa aberta, boné vermelho, a dançar vigorasamente inclinando o seu corpo de tal forma que ameaça voar sobre a plateia sentada. No lado oposto numa galeria mais perto do palco uma jovem atrai muitos olhares pela maneira fascinante, e sensual que serpenteia o seu corpo ao som da música dos mulçumanos. É esta a essência de um concerto dos Tinariwen, a sua música invade-nos o corpo e a alma.
A meio do concerto Vieux Farka Touré junta-se para um tema, a alegria estampada no rosto de Touré é absolutamente deslumbrante, e contrasta com as faces religiosamente tapadas dos Tinariwen. Esta gente é feliz, e usa a música para atingir essa felicidade. Vê-se e sente-se.
A partir daí a actuação dos tuaregues ainda subiu mais de intensidade, a passagem pelos disco editado este ano «Aman Iman_ Water is Life» foi arrebatadora e levou a que todo o público se levantasse e assim ficou até ao fim.
Um cheiro intenso a deserto, a felicidade em forma de música trazida pelos grandes homens de África.
in disco digital
David Sylvian no CCB Cancelado!
O Disco Digital avança que o concerto de David Sylvian no Centro Cultural de Belém foi cancelado, por motivo de doença do músico. Em breve, será anunciada uma nova data.
Os bilhetes adquiridos para o concerto de dia 21 de Outubro são válidos para a nova data. Quem estiver interessado na devolução do dinheiro deverá dirigir-se às bilheteiras do CCB.
Os bilhetes adquiridos para o concerto de dia 21 de Outubro são válidos para a nova data. Quem estiver interessado na devolução do dinheiro deverá dirigir-se às bilheteiras do CCB.
19 outubro 2007
Blues do Deserto Hoje no CCB
Noite de blues do deserto para ver e ouvir no Centro Cultural de Belém. É o regresso do excelente som dos tuaregues Tinariwen ao nosso país. Eles que assinaram um dos primeiros concertos acompanhados aqui no blogue no ano passado e que pode ser recordado aqui: Tinariwen @ Club Lua.
Além dos Tinariwen vamos poder ver Vieux Farka Touré que promete ser uma grande revelação no palco do CCB. Filho do mítico Ali Farka Touré, é com as guitarras eléctricas e acústicas que se destaca.
Um grande serão em perspectiva.
Além dos Tinariwen vamos poder ver Vieux Farka Touré que promete ser uma grande revelação no palco do CCB. Filho do mítico Ali Farka Touré, é com as guitarras eléctricas e acústicas que se destaca.
Um grande serão em perspectiva.
18 outubro 2007
Kurt Wagner no Santiago Alquimista em Lisboa: Do Génio à Monotonia
Kurt Wagner regressou a Lisboa desta vez sozinho sem os restantes elementos dos Lambchop e encontrou uma sala bem composta de admiradores sentados e prontos para receber novas músicas, e clássicos despidos só apoiados na voz e guitarra. O que parecia ser uma boa ideia acabou por se arrastar para a monotonia de um concerto demasiado longo, e experimental.Na véspera da visita a Lisboa, Kurt Wagner dizia ao Disco Digital: «Desta vez, sou só eu e a guitarra mas não me quero desligar dos Lambchop e aliás essas são as canções que vou interpretar. Acima de tudo, clássicos da banda. Espero que haja interacção com o público até porque a distância é menor. Quem sabe se não vou convidar alguém para me acompanhar em palco». Isto motivou os mais fiéis seguidores dos Lambchop que terão ficado algo desiludidos com o facto de terem ouvido poucos clássicos, muitos temas desconhecidos, e uma interacção fraca com o público.
Este foi o primeiro concerto neste formato a solo que Kurt deu na Europa, e ficou a ideia que serviu um pouco de experiência. Desfilou muitas canções novas, e não foi intercalando com temas esperados pela plateia que chegou a pedir as melhores músicas dos discos «Is a Woman», ou «Nixon», por exemplo.
O problema esteve na duração excessiva do concerto com um alinhamento mal pensado. Quase duas horas naquele registo torna-se cansativo para quem assiste, juntando o facto de estarmos a meio da semana de trabalho e Kurt só ter começado a tocar perto das 23h15. Acabou por ser a monotonia a vencer alguns momentos brilhantes que Kurt consegue arrancar.
Aliás, o vocalista dos Lambchop esteve impecável na comunicação, simpatia, e competência, acabando a noite a dar autógrafos na porta de saída do Santiago Alquimista.
Mas o que se pedia para uma noite destas era uma escolha mais selectiva dos temas a tocar, uma duração menos extensa, e mais intensidade. Assim tivemos o privilégio de assistir ao que será um ensaio de Kurt metido na solidão do seu quarto algures no outro lado do Atlântico enquanto fuma uns cigarros, e pendura as letras de cada canção que acaba de tocar num estendal improvisado à sua frente.
Privilégio interessante mas algo maçador.
Que regresse depressa com os Lambchop.
in Disco Digiral
17 outubro 2007
Hoje Kurt Wagner dos Lambchop no Santiago Alquimista
Logo à noite Kurt Wagner regressa aos concertos em Lisboa. Depois de passagens memoráveis pelas salas da Garetejo e Aula Magna, hoje Kurt apresenta-se sozinho com a sua guitarra no ambiente intimista do Santiago Alquimista.Oportunidade a não perder para ouvir a beleza das canções dos Lambchop despidas de arranjos orquestrais. Para desfazer dúvidas deixo aqui extractos da entrevista que Wagner deu ao Disco Digital:
Vou a Lisboa apresentar as novas canções dos Lambchop que devem fazer parte de um álbum a editar, provavelmente, no próximo ano. Neste momento, não consigo dizer se são muito diferentes do resto do nosso percurso, se bem que nós temos coisas muito diferentes.
Não nos queremos repetir, por isso é que eu vim a solo. Apeteceu-me mas não estou a pensar continuar assim por muito tempo. É uma experiência nova na qual já tinha pensado há algum tempo mas que nunca se tinha concretizado. Desta vez, sou só eu e a guitarra mas não me quero desligar dos Lambchop e aliás essas são as canções que vou interpretar. Acima de tudo, clássicos da banda. Espero que haja interacção com o público até porque a distância é menor. Quem sabe se não vou convidar alguém para me acompanhar em palco.
16 outubro 2007
Época Alta
Tomem nota dos próximos concertos a não perder. São 3 em 5 dias!
Amanhã temos Kurt Wagner, vocalista dos Lambchop, no Santiago Alquimista.
Sexta é o regresso dos Tinariwen desta vez acompanhados de Vieux Farka Touré para uma noite de blues do deserto no CCB.
E domingo, também no CCB, há concerto de David Sylvian.
Amanhã temos Kurt Wagner, vocalista dos Lambchop, no Santiago Alquimista.
Sexta é o regresso dos Tinariwen desta vez acompanhados de Vieux Farka Touré para uma noite de blues do deserto no CCB.
E domingo, também no CCB, há concerto de David Sylvian.
15 outubro 2007
Cool Train Crew - Compilação
Dez anos de actividades é um excelente pretexto para uma revisão da matéria dada, e para celebrar a existência de um colectivo de grande importância na área de dança em Portugal.Já lá vai uma década desde que a Cool Train Crew apareceu com o propósito de divulgar um som mais próximo do drum & bass desviando atenções do house e tecno na altura no auge.
Começaram por ser vários DJs habituados aos espaços do Bairro Alto, desses só Johnny se mantém ao leme da Crew. Os outros destacam-se hoje nas suas opções; Tiago Miranda é DJ residente no Lux, é metade dos Dezperados, e membro dos Loosers. Nuno Rosa é outro Dezperados, e assina discos como Pink Boy. Dinis é um dos grandes DJ's de música de dança que pode ser ouvido no Lux, enquanto Rui Murka habita no Frágil e dedica-se a compilar temas remisturados por si com sucesso. Finalmente, temos Vítor Belanciano que assina das prosas mais respeitáveis na imprensa musical nas páginas do Público.
Todos eles contribuiram para a história da Cool Train Crew que por estes dias conta com Kalaf, Riot, Lil'John, os três com ligação comum nos Buraka Som Sistema, e Alx.
Actualmente o colectivo faz produção de concertos, com destaque para a vind dos 4 hero, ou Metalheadz, por exemplo, e também aposta na edição de discos com a Cool Train Records onde foi gravada a remistura de "Chiclete" dos Táxi.
É este, e outras remixes, que podemos encontrar neste disco de celebração de uma década de releituras a vários temas que vão dos Da Weasel, aos Blind Zero, passando pelos Blasted Mechanism.
Disponível a partir desta semana.
14 outubro 2007
A Pop Com Ela Deve Ser
Ou a apresentação do novo videoclip de Kylie Minogue de regresso em grande forma.
Recorde-se que este é o primeiro trabalho da australiana desde que lhe foi diagnosticado cancro da mama. Há novo disco no próximo mês, e para já temos Kylie em versão Marilyn Monroe a cantar "2 Hearts":
Recorde-se que este é o primeiro trabalho da australiana desde que lhe foi diagnosticado cancro da mama. Há novo disco no próximo mês, e para já temos Kylie em versão Marilyn Monroe a cantar "2 Hearts":
13 outubro 2007
Mariza no David Letterman's Show
Grande momento na carreira de Mariza anteontem à noite perante milhões de telespectadores no David Letterman's Show:
12 outubro 2007
Há Bailarico Sofisticado
Hoje à noite é obrigatório passar pelo Bar Lounge, perto do Cais do Sodré, e dançar até não poder mais. É o Bailarico Sofisticado que vai estar a dar música para começar o fim de semana da melhor maneira.
11 outubro 2007
10 outubro 2007
Radiohead - In Rainbows
É o disco de que se fala. É o regresso aos originais dos Radiohead, e é um desafio ao comércio tradicional, leia-se indústria discográfica, ao ser um disco de tão fácil acesso digital.
Para ouvirem "in Rainbows" podem apontar para aqui: Radiohead
Para ouvirem "in Rainbows" podem apontar para aqui: Radiohead
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