16 abril 2008

Camané na TimeOut

Camané é o director da revista TimeOut Lisboa que hoje chegou às bancas. O fadista edita o seu novo álbum na segunda-feira.
A não perder.

15 abril 2008

The National Tambem em Guimarães

Os The National vão actuar no Centro Cultural Vila Flor, a 18 de Julho, adianta a edição de hoje do jornal Público.
O concerto faz parte do evento Manta, que se realiza desde 2006. Os bilhetes para o festival Manta custam 10 euros (um dia) e 25 euros (três dias), encontrando-se à venda em Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor e no site oficial da sala.
in disco digital

14 abril 2008

Dead Combo Apresentam Lusitânia Playboys às 18h30 na Fnac Chiado

Os Dead Combo, formados pelo contrabaixista Pedro Gonçalves e pelo guitarrista Tó Trips, actuam na hoje na FNAC Chiado às 18h30, no âmbito de uma curta série de apresentações ao vivo do novo álbum de originais.
Até 04 de Maio, "Lusitânia Playboys", o terceiro álbum do duo, hoje à venda, será ainda apresentado em mais oito lojas FNAC de norte a sul do país.

Uncut Maio


Uncut

13 abril 2008

12 abril 2008

11 abril 2008

E Trazer Cá o Paul Simon?

Não? É pedir de mais?

10 abril 2008

Andersen Molière em Vídeo

Regresso ao destaque aos Andersen Molière com a publicação de um pequeno vídeo gravado durante o concerto deles no passado sábado no Teatro Mundial.
Para quem não leu sobre este surpreendente espectáculo é favor dar uma olhadela aqui:
Andersen Molière

09 abril 2008

08 abril 2008

MGMT no Alive

Ainda há poucos dias os destacava aqui e agora são confirmados para o Festival Alive!
Excelente notícia, MGMT em Algés.

Duran Duran no Super Rock

No dia 10 de Julho os Duran Duran juntam-se ao cartaz do Festival Super Rock Super Bock que está assim ordenado:

Super Bock Super Rock Lisboa

Dia 9 de Julho
Iron Maiden
Slayer
Avenged Sevenfold
Rose Tattoo
Lauren Harris
Tara Perdida

Dia 10 de Julho
Beck
Mika
Duran Duran
Mesa com Rui Reininho
Digitalism
DJ Tiësto

Super Bock Super Rock Porto:

4 de Julho
Xutos & Pontapés com Orquestra do Hot Club
ZZ Top
Love and Rocktes
David Fonseca
Crowded House
Pete The Zouk (after-hours)

5 de Julho
Jamiroquai
Paolo Nutini
Morcheeba
Jorge Palma
Clã
Brand New Heavis
Sexy Sound System (after-hours)

07 abril 2008

The Mars Volta em Paredes de Coura

Os The Mars Volta são a mais recente aquisição para o cartaz do Paredes de Coura que está assim configurado até à data:

31 DE JULHO
SEX PISTOLS
MANDO DIAO
THE WOMBATS

1 DE AGOSTO
PRIMAL SCREAM
THE RAKES
THE LONG BLONDES

2 DE AGOSTO
THE MARS VOLTA
dEUS

3 DE AGOSTO
THIEVERY CORPORATION

06 abril 2008

Andersen Molière @ Teatro Mundial


Andersen Molière é um estranho nome para identificar um projecto de jovens músicos portugueses. Estranho mas inteligente, e que faz sentido depois de os vermos a actuar ao vivo. Uma agradável surpresa, uma promessa original, e uma sensação de termos descobertos um segredo valioso bem guardado, é o rescaldo que se pode fazer após a apresentação no sábado à noite dos Andersen Molière na sla 3 do Teatro Mundial em Lisboa.

O quinteto entra timidamente discreto, e ocupa o palco de maneira curiosa. Quando iluminados percebe-se o cuidado nos trajes que envergam. Impecavelmente vestidos com roupas de outras eras tomam os seus lugares cuidadosamente preparados. Os dois homens das violas, e vocalistas, sentam-se nas duas extremidades do palco virados para dentro. No meio há um sofá onde brilha a acordeonista que dá um encanto feminino ao grupo. Ao seu lado esquerdo senta-se no braço do sofá o baixista, o mais discreto, e do lado direito está o irrequieto, e excelente, violinista que é capaz de arrancar do palco para o meio da plateia, literalmente, embalado nos seus próprios acordes.
O quadro é este. Como se pode imaginar bem original.
Depois vem a música que consegue cativar e surpreender ao mesmo tempo. Há canções cantadas em português com letras que justificam a saudável exporação da filosofia bem humorada, e há instrumentais que chegam a atingir níveis verdadeiramente entusiasmantes capazes de empolgar toda uma sala. O destaque vai para as versões exploradas de Astor Piazzolla, ou de Enio Morricone, onde o acordeão solta o talento de todos os músicos. O que acontece na perfeição no tema original do grupo o "Bobo e Rei", quando parte a instrumental ganha asas.

Há aqui boas ideias, bons músicos, talento, e um conceito interessante e original com pernas para andar. É de manter os Andersen Molière debaixo de olho, e ver como evoluem. Para confirmar já no próximo mês no Santiago Alquimista.

Vampire Weekend no Porto

Uma das bandas mais interessantes da actualidade, os estreantes Vampire Weekend, anunciam um concerto na Casa da Música no Porto no seu site oficial.
É a 30 de Maio.

05 abril 2008

Mark Knopfler @ Campo Pequeno

Mark Knopfler a caminho dos 60 anos é um homem tranquilo, feliz, que vive a fazer, e tocar música pelo mundo fora convivendo com os seus fãs que entretanto continuam a encher os recintos por onde ele passa mas já não estão lá só pelo legado dos Dire Straits. Os admiradores de Knopfler conhecem os seus trabalhos a solo, e sabem que ver hoje um concerto dele é sentir os sons dos velhos ambientes entre a folk americana, e celta, é ter o privilégio de ver enormes músicos em palco que se movem entre o blues rock, a country, guiados pela guitarra de Knopfler.

Vale a pena escrever os nomes dos músicos que acompanham Mark; Guy Fletcher, teclas, Richard Bennett, guitarra, Glenn Worf no baixo, Danny Cummings na bateria, Matt Rollins no piano, e John McCusker nos sopros e violinos. Só por si são garantia de uma qualidade musical impressionante, e para os mais atentos reparam que há aqui três Dire Straits em palco, Knopfler, Fletcher, e Clark.

Concerto é longo, quase 3 horas, e centra-se em boa parte dos discos mais recentes de Knopfler. O alinhamento é coerente, mas deixa os fãs mais actuais algo decepcionados pela ausência de temas como "Punish The Monkey", ou "Let it All Go", os melhores de Kill to get Crimson de onde só são apresentados "True Love Will Never Fade", e "The Fish and the Bird". Depois há passagens por "Shangri la", com dois momentos altos em "Boom Like That", e " Postcards from Paraguay", por "The Ragpicker's Dream", com "Why Aye Man", "Hill Farmer's Blues", e "Marbletown", e o já habitual "Sailng to Philadelphia".

É uma aposta clara numa toada mais calma, e as canções reflectem esse estado de alma. As cerca de 7 mil pessoas que esgotaram o Campo Pequeno tiveram oportunidade de assistir a um concerto de grande qualidade, e Mark Knopfler sabe que a sua carreira tem como base os clássicos discos que assinou com os Dire Straits e mostra todo o seu respeito por quem paga para o ver em 2008 interpretando os incontornáveis "Romeo & Juliet", "Sultans of Swing", "Telegraph Road", "Brothers in Arms", e "So Far Away".
Todas em novas roupagens, menos densas, sempre contidas. A excepção vai para "Telegraph Road" que começa por se desenvolver timidamente, mas que vai subindo de forma sublime para uma recta final a fazer sonhar a plateia com as lendárias actuações dos Straits nos anos 80, tão bem documentadas no famoso "Alchemy".

Depois de Alvalade,e Faro em 1992, Cascais em 1996, e mais recentemente com duas passagens pelo Atlântico, Mark Knopfler voltou a encantar uma plateia cheia de fãs que ainda hoje o admiram e aprovam a orientação da sua carreira mais virada para as raízes da cultura musica americana. Esperemo que um dia Mark se lembre de trazer consigo Emmylou Harris.

Mark Knopfler @ Campo Pequeno: Fotos







Mark Knopfler @ Campo Pequeno: Alinhamento

Cannibals
Why Aye Man
What it is
Sailing to philadelphia
True love will never fade
The Fish And The Bird
Hill farmer's blues
Romeo & Juliet
Sultans of swing
Marbletown
Daddy's gone to knoxville
Postcards from Paraguay
Speedway at nazareth
Telegraph road

Encores:
Brothers in arms
Our shangri-la
So far away
Going home

04 abril 2008

Mark Knopfler em Lisboa: É Hoje

Logo à noite no Campo Pequeno.

É Bom Viver em Lisboa

Das queixas, e desvantagens, de viver na capital já todos estamos fartos.
Hoje destaque-se o quão bom é sair do trabalho parar numa esplanada e beber um cerveja. Ir até ao Chiado e ver a menina Rita a apresentar um dos discos mais interessantes deste ano. Depois jantar por ali perto com amigos e sentir a noite quente que podia ser de verão mas é de Abril onde devia haver águas mil.
Já com um belo repasto digerido, depois de ver a Rita ao fim da tarde, que melhor programa do que subir a Av. da Liberdade até ao Maxime para reencontrar os Rádio Macau? E depois do concerto chegar à rua e sentir que o verão continua.
É bom viver em Lisboa.
É mau ter de trabalhar de manhã.

Rádio Macau @ Maxime

Noite quente na baixa lisboeta, o verão no início de Abril. Ambiente ainda mais quente dentro do Maxime com muita gente a receber de braços abertos o novo disco dos Rádio Macau. Um concerto que mostra um agrupamento histórico da música portuguesa em muito boa forma com canções consistentes a formarem um álbum muito interessante. Chama-se "8" e tem o selo de qualidade à altura da carreira dos Rádio Macau.
Funcionou bem ao vivo, e como bónus houve interpretações poderosas de "Anzol", e outro clássico da banda.
Os Rádio Macau estão vivos, de boa saúde e recomendam-se.

Rita Redshoes @ Fnac Chiado

Dez minutos antes da hora marcada já a sala de concertos da loja do Chiado estava repleta de gente à espera da nova menina bonita da nossa música.
Gosto do disco "Golden Era", mas ainda não tinha visto como se safava a cantora em palco. Logo pelo indicador de ver o espaço tão bem composto de público as expectativas aumentam.
Depois foi só confirmar que Rita Redshoes passa muito bem as suas canções para o registo ao vivo. E tem uma arma de peso que é o sorriso que a acompanha a maior parte do tempo em que está actuar. Está feliz, e transmite essa alegria para cada uma das pessoas da plateia. Canta com convicção, e está à vontade tanto com um viola, ou guitarra, nas mãos, como a acompanhar nos teclados.
Uma grande presença em palco, e um disco que é mesmo uma das melhores coisas da nossa música neste arranque de 2008.
Saí convencido, e satisfeito.

03 abril 2008

Beirut Cancelado!

Avança o Juramento Sem Bandeira:
E cai um balde de água fria sobre as expectativas da comunidade indie-coiso-com-world-music-pelo-meio. Zach Condon, o miúdo prodígio norte-americano que o mundo hoje conhece por Beirut, cancelou os concertos da próxima digressão pela Europa. Entre estes, estavam dois espectáculos em Portugal, um a 24 de Julho, no FMM Sines, e outro em Lisboa, na Aula Magna, que se realizaria três dias depois.
Segundo o próprio Zach Condon, que conta com apenas 22 anos e que até há pouco tempo não era mais do que um miúdo a fazer música no seu quarto, a pressão nos últimos tempos tem sido demasiada. Zach não terá aguentado a reacção obtida um pouco por todo o lado ao projecto e a mudança repentina nos hábitos de trabalho. Recorde-se que o músico iria trazer a Portugal uma banda composta por dez elementos, uma evolução radical no palco face ao que constituiu "Gulag Orkestar", praticamente produzido sozinho.

Perante tanta fartura de concertos para os próximos meses, e à semelhança do que ocorreu no ano passado, é expectável que notícias como esta se tornem frequentes. (Ainda que neste caso, o cancelamento se tenha devido por inteiro ao artista e não à falta de público ou qualquer outro motivo invocável pelos promotores.)

Mark Knopfler em Lisboa: O Concerto de Ontem em Barcelona

Alguns temas tocados ontem à noite em Barcelona:
Why aye man, What it is, True love will never fade, Sailing to Philadelphia, Postcards from Paraguay, Our Shangri-La, Telegraph Road, So far away, Romeo & Juliet, Brothers in arms, e Going home.
Vídeo de ontem:

Sultans of Swing, Barcelona 02/04/08

Rádio Macau Apresentam "8" no Maxime

Ainda pela baixa lisboeta, e mais tarde que o concerto de Rita Redshoes, há apresentação de novo disco para os Radio Macau.
O concerto é no Maxime e está marcado para as 22h30. O bilhete de entrada custa 10€.

Rita Redshoes no Chiado

Hoje na Fnac do Chiado há concerto de apresentação de "Golden Era" de Rita Redshoes a partir das 18h30.
Diz a agenda da loja:

Dream on Girl, foi a sua primeira afirmação
(dada a conhecer pela colectânea Novos
Talentos – Fnac 2007) e rapidamente prendeu
o ouvido de quem a ouve, tendo sido nomeada
como Canção do Ano pela rádio RADAR, e
destacada por vários órgãos de comunicação
social. Em Dezembro passado, ofereceu-nos
Hey Tom. Acompanhada por Filipe Monteiro
nas guitarras, Nuno Simões no baixo e
contrabaixo e por Sérgio Nascimento na bateria
e percussões, Rita Redshoes assegurou, para
além da composição, os teclados, o piano e
algumas das guitarras.

02 abril 2008

U2 em Lisboa... Só em 3D

Ontem foi assinalado por aqui o dia das mentiras com a notícia de um concerto dos U2 no Restelo. Evidentemente uma brincadeira que quase todos perceberam à primeira. Peço desculpa à minha mana pelas falsas expectativas, espero que um dia me perdoe.

De qualquer maneira vamos poder ver os U2 por cá brevemente. Nos cinemas vamos ter uma experiência 3d de um concerto da banda. Aqui fica o cartaz do filme(?) que estreia por cá no dia 3 de Abril:

salas:
- Cinema ZON Lusomundo Almada Fórum;
- Cinema ZON Lusomundo Braga Parque;
- Cinema ZON Lusomundo CascaiShopping;
- Cinema ZON Lusomundo Colombo;
- Cinema ZON Lusomundo Dolce Vita Douro (Vila Real);
- Cinema ZON Lusomundo Dolce Vita Porto;
- Cinema ZON Lusomundo Ferrara Plaza;
- Cinema ZON Lusomundo Forum Coimbra;
- Cinema ZON Lusomundo Forum Montijo;
- Cinema ZON Lusomundo Foz Plaza (Figueira da Foz);
- Cinema ZON Lusomundo Glicínias (Aveiro);
- Cinema ZON Lusomundo NorteShopping;
- Cinema ZON Lusomundo Parque Nascente (Gondomar);
- Cinema ZON Lusomundo Torres Vedras;
- Cinema ZON Lusomundo Vasco da Gama;
- CINEMAX (Braga Avenida).

01 abril 2008

U2 em Lisboa a 13 de Junho


No dia de Santo António os U2 regressam a Lisboa para um concerto no estádio do Restelo. O evento tem o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e faz parte da agenda das festas da capital no mês de Junho.

Mark Knopfler em Lisboa: A Última Passagem Por Portugal

Faz amanha precisamente 3 anos que Mark Knopfler actuou pela última vez em Portugal. Foi no Pavilhão Atlântico e hoje recupero a crónica escrita na altura:

Como saber o que representa hoje em dia a música para Mark Knopfler? A resposta é simples e encontra-se a meio da primeira parte do seu concerto. Se chegássemos à sala do Atlântico por alturas da sexta música da noite teríamos a perfeita noção do que é que Knopfler ainda a fazer no mundo da música.


É a altura em que Mark e a sua banda (de excelentes músicos) sentam à boca do palco e tocam como se estivessem algures entre um pub irlandês e um clube americano de blues/folk. O prazer com que apresentam as canções «Done with Bonaparte», «Song for Sonny Liston», «Donegan`s Gone», «Rudiger», «Boom», «Like That» e «Speedway at Nazareth», é contagiante e mostra que faz todo o sentido ir ver um concerto de Knopfler pela quinta vez em Portugal.

Esta fase da actuação só pode satisfazer por completo quem optou por continuar a seguir os trabalhos do ex-líder dos Dire Straits.

Fica a ideia que se a opção da banda fosse tocar só os temas dos trabalhos a solo, então enchia-se a Aula Magna com os tais fãs actualizados e tínhamos uma grande noite de ambiente blues, jazz, country e pop. É esta a onda que o homem que já usou fita na cabeça, vive agora.

Mas Mark Knopfler sabe que o que fez com os Dire Straits arrebatou milhões de fãs pelo mundo fora e resolveu não renegar esse passado, mantendo o casamento entre os velhos clássicos com arranjos mais retocados e acaba por dar o melhor dos dois mundos, dos Straits e o actual, a um público que ainda hoje consegue dar uma moldura humana digna à grande sala do Atlântico.

Na primeira parte do concerto, desfilam «Walk of Life», «Romeo & Juliet» e «Sultans Of Swing», como que a agradecer aos milhares de trintões a sua presença. Destaque para os arranjos de acordeão a meio de «Walk of Life», e a mestria com que continua a ser tocado »Sultans of Swing».

Depois pelo meio vem a tal parte que revisita os quatro discos a solo, para depois partirmos para uma parte final nostálgica e que vai de encontro às expectativas de todos.

A 13ª música do serão marca o início da recta final, são os acordes inconfundíveis de «Telegraph Road». Uma versão arrebatadora, que só por si justificou o dinheiro gasto por qualquer fã dos Straits. Foi o momento da noite, a partir daí viveu-se em clima de festa e de celebração os obrigatórios «Brothers in Arms», «Money for Nothing» e« So Far Away».

Como sempre, a despedida foi ao som do instrumental «The Mist Covered Mountains/Wild Theme» da banda sonora de «Local Hero».

Foi bom rever o velho amigo Knopfler, e ele certamente pensará o mesmo da plateia lisboeta.

31 março 2008

Mark Knopfler em Lisboa: O Mais Recente Disco

Kill To Get Crimson, 2007


Apesar de o início do processo de aproximação ao universo folk americano ter começado ainda no último disco dos Dire Straits, e no seu percurso a solo Mark Knopfler ter assinado discos com Chet Atkins,ou Notting Hillbillies, a verdade é que a critica nunca o levou muito a sério nas suas intenções de ser um músico mais integrado nas raízes americanas, do que britânicas da sua origem.

Desde 1996, ano de Golden Heart, fez 4 discos a solo. Todos no mesmo registo, mas sempre longe da atenção do grande público, e no entanto já podia compilar sem dificuldade o melhor de cada álbum e apresentar um resultado digno dos grandes interpretes do género.
Há um ano realiza um sonho antigo de gravar um disco com a senhora Emmylou Harris. Com tão ilustre companhia tudo muda na carreira de Knopfler e desta vez centra atenções, e elogios, e o disco "All The Roadrunning" chega aos top's de venda dos países mais importantes. A parceria resulta tão bem que é editado um disco ao vivo da digressão de Knopfler e Harris, Real Live Roadrunning.

Foi o que chegou para que Mark Knopfler passasse a ser visto com a atenção que merece e, finalmente, a imprensa percebe que há um Knopfler além da figura de fita da cabeça dos anos 80 que vale a pena descobrir no contexto mais folk americano e britânico.
Este Kill To Get Crimson é um excelente sucessor de Shangri-la (2004), e reúne uma dúzia de belas canções. A voz grave de Knopfler assenta na perfeição em canções superiormente produzidas onde as cordas predominam, mas onde há espaço para sopros, teclas, e até acordeão ( oiça-se "Secondary Waltz"), tudo harmonicamente melodioso.

Ao tema 7 encontramos "Pubish The Monkey", o tema que resume na perfeição o que é Mark Knopfler em 2007.
Não é por acaso que este disco está a gerar consenso na imprensa britânica e americana, depois da colaboração com Emmylou Harris o disco a solo de Mark chega a receber nota 4/5 tanto na Uncut como na Rolling Stone.
Reconhecimento mais do que merecido para mais um belo disco de Mark Knopfler.

Crítica publicada em Setembro de 2007

Mark Knopfler em Lisboa



Esta semana vai andar em destaque por aqui o regresso de Mark Knopfler aos concertos em Portugal. Uma ligação que começou em Maio de 1992 no antigo estádio de Alvalade com a maior enchente que o recinto teve em concertos ao vivo. Mais de 60 mil pessoas para comemorar o encontro com os Dire Straits precisamente na digressão de despedida da banda.
Depois o grupo regressaria a Portugal para um concerto no estádio Sãu Luís em Faro em pleno Agosto.
Já a solo Knopfler actuou várias vezes por cá. Esteve no Porto, em Cascais, no Atlântico duas vezes, e desta vez actua no Campo Pequeno.
É já na próxima sexta feira.

29 março 2008

Hoje Há Sean Riley no Maxime


Sean Riley & The Slowriders | Moving On

28 março 2008

O Respeito

Quando alguém se antecipa e escreve por outras palavras aquilo que me vai na alma. Acontece hoje com o meu caro amigo, e companheiro, Davide Pinheiro. Na mouche:

Acabo de chegar do concerto dos Portishead, um dos mais belos e preciosos que passou por Portugal nas últimas décadas. Ao contrário do que muitos comentários espalhados pelo mundo digital poderiam pressupor, as reacções às novas canções foram positivas…demasiado positivas.

Esta é música que vive de silêncios onde se ouve a respiração de cada som, cada movimento. Não houve qualquer respeito de um grupo relativamente alargado de fãs histéricos com falta de carinho em casa que passou o tempo a aplaudir antes de tempo e a mandar «boquinhas evitáveis».

Não houve respeito por aqueles que pagaram um bilhete caro e não conseguiram aproveitar na plenitude um momento único e irrepetível. E também não houve respeito por uma banda que é muito especial e que não escolheu o palco do Coliseu dos Recreios por acaso.

Cada vez que algum tema se aproximava do fim, parecia haver um confronto de hooligans a ver quem gritava mais. E não faltou o idiota «toca aquela» da praxe, como se o autor dessa boçalidade se sentisse no café. Um concerto não é uma sessão solene mas merece respeito.
in Disco Digital

Portishead @ Coliseu de Lisboa: O Alinhamento


(Foto: Rita Carmo)

Festival Mestiço: Grande Festa na Casa da Música em Junho

O Disco Digital Avança:
O Festival Mestiço vai decorrer este ano entre 26 e 29 de Junho na Casa da Música com a presença de nomes como Señor Coconut, Marcelo D2, Toots & Maytals e Amadou & Mariam.

A 26 de Junho, actuam Senõr Coconut e Boban Markovic. No dia seguinte, é a vez de Praça, Marcelo D2 e MC K.

A 28 de Junho, há concertos de Toots & Maytals e Dynamics. O último dia é assinalado com as presenças de Amadou & Mariam, Timbila Muzimba e Extra Golden.

Blitz de Abril

27 março 2008

Ainda a Wendy

Com a preciosa ajuda da amiga Lia Pereira consegui a capa que o jornal Blitz fez na altura do concerto dos Transvision Vamp em Portugal.
Uma semana após a passagem de Wendy James por Lisboa aqui fica a recordação de Wendy na capa do Blitz:

Portishead no Porto: Um regresso desejado a ser digerido

A minha companheira do Disco Digital, Joana Brandão, relata como foi a noite de ontem dos Portishead no Porto.
Uma introdução ao que poderemos ver logo à noite no Coliseu de Lisboa.
Para ler em: Um regresso desejado a ser digerido

26 março 2008

Rock in Rio: Cartaz Completo e Definitivo

30 MAIO
PALCO MUNDO
Lenny Kravitz (23h45)
Amy Winehouse (22h00)
Ivete Sangalo (20h30)
James Morrison (19h00)

SUNSET ROCK IN RIO
Sam the Kid & Cool Hipnoise (19h50)
Ricardo Azevedo & Lúcia Moniz (18h15)
Philarmonic Weed & Prince Wadada (17h00)

ELECTRÓNICA
Paul Van Dyk
DJ Axwell
Diego Miranda
Mary Zander

31 MAIO
PALCO MUNDO
Bon Jovi (23h45)
Alejandro Sanz (22h00)
Alanis Morissette (20h30)
Skank (19h00)

SUNSET ROCK IN RIO
Homenagem a Rui Veloso: Expensive Soul & Sara Tavares (19h50)
João Gil & Tito Paris & Marisa Pinto (18h15)
NBC & Verónica Larrenne (17h00)

ELECTRÓNICA
Carl Cox
Christian Smith
François K
Carlo Dall' Anese

1 JUNHO
PALCO MUNDO
Rod Stewart (23h45)
Joss Stone (22h00)
Tokio Hotel (20h30)
Xutos e Pontapés (19h00)

SUNSET ROCK IN RIO
Boss AC & Vitorino (19h50)
Ala dos Namorados & Rão Kyao & Nancy Vieira (18h15)
Jazzinho & Melo D (17h00)

ELECTRÓNICA
David Morales
Dimitri From Paris
Tony Humphries
Mário Roque
Leote

5 JUNHO
SUNSET ROCK IN RIO
Metallica (23h45)
Machine Head (22h00)
Apocalyptica (20h30)
Moonspell (19h00)

SUNSET ROCK IN RIO
Tim & Jorge Palma (19h50)
Wraygunn & The Faith Gospel Choir com The Legendary Tiger Man (18h15)
André Indiana & SP & Wilson (17h00)

ELECTRÓNICA
2 Many DJ's
The Crystal Method
Miguel Quintão
Zé Pedro

6 JUNHO
PALCO MUNDO
Linkin Park (23h45)
The Offspring (22h00)
Kaiser Chiefs (20h30)
Orishas (19h00)

SUNSET ROCK IN RIO
Clã & Convidados (19h50)
Buraka Som Sistema & Deise Tigrona & Bruno M (18h15)
Caim & duas bandas vencedoras dos concursos de bandas de Lisboa e Porto (17h00)

ELECTRÓNICA
Sasha & Digweed
DJ Vibe
Tó Ricciardi
Stereo Addiction

25 março 2008

Exposição de Fotografia @ Fábrica da Pólvora



De 27 de Março a 30 de Abril vai estar disponível no Pátio do Sol, na Fábrica da Pólvora a exposição "Luzes da Fama - Fotografias de Concertos". Na exposição vão estar expostas fotografias de de Ana Matias, Hugo Amaral, João Pedro Almeida, Marisa Cardoso, Nuno Lourenço e Vasco Pereira. Entre os artistas fotografados, poderão ver-se músicos como Depeche Mode, Pearl Jam, Clã, Linda Martini, The Sounds, Os Pontos Negros, Goldfrapp, N.E.R.D., The White Stripes, Jamie Cullum, Nicole Eitner, The Gift, entre muitos outros.