08 abril 2010

Novidades para o Sudoeste: The Very Best, Beirut e Patton

Novos nomes para o Sudoeste:

Friendly Fires,
Beirut,
Mike Patton (vocalista dos Faith No More com o projecto - Mondo Cane),
The Very Best
Rye Rye

07 abril 2010

Mais Nomes para o Super Rock

O cartaz do festival do Super Bock Super Rock não pára de crescer, e a juntar aos nomes já anunciados hoje avançamos com mais cinco novas confirmações. No dia 16, os KEANE sobem ao Palco Super Bock com um novo EP, “The Night Train”, sucessor do álbum “Perfect Symmetry”, onde se encontra o novíssimo single “Stop for a Minute” já a rodar nas rádios nacionais. No mesmo dia os apaixonantes, contagiantes e descontraídos BEACH HOUSE sobem a um outro palco para nos presentearem com sonoridade dream pop do mais recente “Teen Dream”, já considerado um dos melhores álbuns de 2010. No dia 17, os HOT CHIP, quinteto de electropop originário de Londres chega com o recente e aclamado “One Life Stand” e PATRICK WATSON para mais uma explosão inebriante e arrebatadora de genialidade. Finalmente, também no dia 17, os LEFTFIELD, reunidos após oito anos de separação, prometem arrasar a noite com a sua sonoridade pioneira dos anos 80.

Fat Freddy's Drop em Setembro no Coliseu de Lisboa

É o regresso da excelente banda Fat Freddy's Drop a Lisboa para tocarem aquele que foi para o Grandes Sons o melhor disco editado em 2009, "Dr Boondigga & The Big BW".
Dia 2 de Setembro temos reencontro marcado com os Fat Freddy's Drop.

06 abril 2010

MGMT no Campo Pequeno a 18 de Dezembro

Os MGMT, uma das bandas mais influentes dos anos zero, vão dar o primeiro concerto de sala em Portugal, dia 18 de Dezembro, para apresentar o novo álbum, Congratulations, com edição marcada para dia 12 de Abril. O concerto marca o regresso dos MGMT depois da auspiciosa estreia no Optimus Alive!08.

04 abril 2010

Manuel Cruz na 3

Manel Cruz actuou, na semana passada, nos estúdios da Antena 3, em antecipação do seu concerto na Aula Magna, em Lisboa, marcado para a próxima Quinta-feira, 8 de Abril.

02 abril 2010

The Specials em Coura

O Festival Paredes de Coura nunca desilude e acaba de anunciar para dia 31 de Julho os grandes The Specials.

01 abril 2010

Biffy Clyro no Alive

Depois de terem feito a primeira parte dos Muse os Biffy Clyro regressam a lisboa para tocarem no Alive a 8 de Julho.

31 março 2010

Air Agora no Porto

Após um concerto apoteótico e completamente esgotado no Coliseu de Lisboa, os Air sobem desta vez ao Porto para uma actuação única no Coliseu, dia 20 de Junho. O duo electro francês vem apresentar o último disco de originais, Love 2, mas certamente não vai deixar de fora os grandes êxitos do brilhante repertório.

LCD Soundsystem - Drunk Girls

30 março 2010

The Drums no Alive

Os promissores britânicos The Drums actuam pela primeira vez ao vivo em Portugal, dia 8 de Julho, no Palco Super Bock do Optimus Alive!10.

29 março 2010

Gomez no Alive a 10 Julho

O regresso dos Gomez a Lisboa dá-se a 10 de Julho no palco principal do Festival Alive.

Leftfield no Super Rock

Os Leftfield anunciam na sua página no Myspace a presença no segundo dia do festival Super Bock Super Rock, a decorrer nos dias 16, 17 e 18 de Julho no Meco.

Lisa Germano com Philip Selway: Alteração de Sala

O concerto de estreia em Portugal do projecto que liga a cantora e multi-intrumentista, Lisa Germano com Philip Selway, o baterista dos Radiohead, marcado para a Aula Magna, vai ter lugar no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, dia 6 de Abril. A dupla desloca-se depois para o Porto onde actua na Casa da Música, dia 7 de Abril.

Os bilhetes adquiridos para o concerto da Aula Magna são válidos para a nova sala, sem ser necessário proceder a qualquer troca. O concerto, marcado para as 21h00, terá início às 21h30.

28 março 2010

A Naifa regressa com livro/DVD biográfico

A Naifa confirmou o seu regresso, agora com Sandra Baptista no lugar do falecido João Aguardela.

Em Maio será editado um livro/DVD biográfico que resume os primeiros quatro anos de vida do colectivo. A 5 de Junho, há concerto na Festa do Fado, no Castelo de Sâo Jorge.

A digressão tem como título «Esta Depressão Que Me Anima».

fonte Disco Digital

25 março 2010

Vampire Weekend no Super Rock



O grupo norte-americano vai actuar no festival Super Bock Super Rock no dia 17 de Julho.

Novo single dos The National oferecido

Os The National disponibilizaram para download o novo single «Bloodbuzz Ohio».

A canção pode ser descarregada gratuitamente na página dedicada ao disco. O download está disponível em versão simples e deluxe.

«Bloodbuzz Ohio» faz parte do novo álbum «High Violet», com saída prevista para 11 de Maio, e é o segundo avançado depois de «Terrible Love». A banda regressa a Portugal para actuar no festival Super Bock Super Rock a 17 de Julho.

download em: The National

fonte disco digital

Novo disco The Soaked Lamb "Hats & Chairs" editado dia 5 de Abril


the soaked lamb

24 março 2010

Nobody's Bizness no MusicBox

Hoje há concerto dos Nobody's Bizness a transformarem o MusicBox em sala de blues.
A entrada custa 6€.
É aparecer.

23 março 2010

Obrigado, Rui Miguel Abreu

A propósito da morte de Nuno Rodrigues, o rapper português mais conhecido por MC Snake, o jornal DN publicou um texto assinado por Alberto Gonçalves que pode ser lido no link abaixo.
É uma prosa infeliz que contrasta com a minha felicidade em saber que temos alguém como o grande Rui Miguel Abreu para responder à letra aquilo que tinha que ser respondido.
Cito, com a devida vénia, e em jeito de agradecimento Rui Miguel Abreu no seu excelente blog:

Em resposta à crónica «O ‘hip hop’ também mata» de Alberto Gonçalves publicada no DN

Quem no seu perfeito juízo daria emprego a Alberto Gonçalves? A pergunta pode parecer despropositada, sobretudo para quem, como eu, não fazia sequer a mais pequena ideia da sua existência. Esse estado de graça foi, no entanto, profundamente abalado quando há menos de uma hora uma pessoa, igualmente desconhecida, mas certamente preocupada, teve o cuidado de me fazer chegar ao conhecimento a pateta crónica «O ‘hip hop’ também mata» assinada, precisamente, pelo senhor Alberto Gonçalves. O que fará tal senhor na companhia de tão ilustres cronistas quanto Adriano Moreira, António Perez Metelo ou António Vitorino desconheço. Provavelmente, e a julgar pelo já referido texto, não terá obtido o cargo das mãos de alguém «no seu perfeito juízo».

O conservadorismo de direita bacoco e retrógado é indisfarçado nas entrelinhas desta crónica, como nas de outras que tive o cuidado de ir procurar – afinal de contas o problema que revela ter com o hip hop não é muito distante do que expõe em relação a quem ousa fugir a uma norma imaginária de decência: como Daniel Day Lewis que usou argolas nos Óscares ou a premiada na categoria de Melhor Argumento que «possuía tantas tatuagens quanto os ferimentos de guerra de John McCain» (tiradas de elevadíssima moral a que tive acesso por via de uma reacção do blogue Arcebispo de Cantuária a uma crónica de Alberto Gonçalves publicada na revista Sábado – e parecem ser abundantes os empregadores com baixo grau de «perfeito juízo»…).

Na crónica «O ‘hip hop’ também mata», Alberto Gonçalves começa por dissecar as reacções à mediatizada morte de Nuno Rodrigues, o MC que adoptou o nome Snake, para depois declarar, com a propriedade omnisciente de quem se coloca num plano superior, que se há quem defenda que essa morte se deve a um estereótipo a verdade também é que «a responsabilidade pelo estereótipo cabe inteirinha ao sr. Rodrigues». Eu não conhecia o senhor Nuno Rodrigues e pouco conhecia do MC Snake. No entanto nunca ousaria presumir conhecer quais as escolhas que tanto o homem como o MC fizeram em vida. Certezas tenho em relação à sua condição: sei que não escolheu a cor de pele com que nasceu, nem o bairro em que cresceu ou as oportunidades e obstáculos com que se deparou. Não sei sequer se terá escolhido o hip hop ou se terá sido o hip hop a escolhê-lo a ele. Sei é que se por acaso Snake se encaixava em algum estereótipo isso não terá certamente sido resultado de uma escolha. Ninguém escolhe ser uma casualidade, uma estatística ou um número. E quem escolhe o hip hop almeja sempre a superação e a sobrevivência – ou seja, a fuga ao estereótipo, a recusa de ser uma mera entrada num catálogo estatístico qualquer.

O senhor Alberto Gonçalves dedica depois boa parte da sua crónica a debitar uma série de lugares comuns sobre o hip hop. Que é primário, que não é música, que é confrontacional, escreve. «É, vá lá, um estilo de vida, traduzido à superfície no vestuário ridículo e nos gestos animalescos». A foto disponível no cabeçalho da coluna «Dias Contados» (vale a pena explorar os arquivos desta coluna num exercício que é mais ao menos o equivalente a um mergulho nos mares do Japão, tal a quantidade de pérolas que se encontram), onde se publicou esta crónica, é ínfima, mas ainda assim revela que o senhor Alberto Gonçalves pertence aquela classe-cinzenta-do-blazer-azul-escuro-usado-sobre-camisa-azul-um-pouco-mais-claro-sem-gravata-que-um-homem- não-tem-que-sofrer-todos-os-dias. Vestuário uniforme ridículo, claro, nesse degradé tão mortiço que, afinal de contas, só reflecte uma visão mesquinha da vida, animalesca de tão predadora, de tão selvaticamente empedernida.

O senhor Gonçalves prossegue depois com o seu exercício de ódio, apontando as suas farpas às letras, num toureio cego: «As letras, que certa “inteligência” considera “poesia das ruas”», escreve, «são, além de analfabetas, manifestações de rancor social. Por norma, são também glorificações do crime e panfletos misóginos». O retrato do senhor Gonçalves contido nestas linhas é tão claro que a tentação de as deixar sem resposta é grande. Duvido sinceramente que tenha ouvido todo o hip hop, única forma de justificar tamanha acusação. Esta imagem, formada à pressa depois de visionar meia dúzia de clips no YouTube, é no entanto clara na forma como realça os medos primários e injustificados que parecem existir no íntimo do senhor Gonçalves.

Segue-se um extraordinário parágrafo onde Alberto Gonçalves inventa uma nova genealogia para o hip hop, «braço musical tardio do black power», afirma. Explica o senhor que a «”identidade negra” somente se define contra o “sistema”, numa postura de desafio e fúria que a “inteligência” julga legitimada por uma suposta opressão». Cada uma destas “preciosidades” mereceria em si uma longa refutação, mas optando pela mesma estratégia telegráfica e sabichona do senhor Gonçalves, permito-me apenas dizer que o Black Power influenciou muito mais uma senhora como Nina Simone, que imagino que faça parte da sua colecção politicamente correcta de cds (deixe-me adivinhar, além de um best of com o menos bom de Nina Simone terá o quê? Um ou outro Dylan para impressionar amigos de esquerda, Rui Veloso, música clássica genérica, ópera para justificar a sobranceria musical, um Chico Buarque que secretamente não compreende mas que acha que lhe fica bem e que mais?), do que os pioneiros Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash (nomes ridículos, já sei…) que em meados dos anos 70 estavam muito mais preocupados em fazer a festa do que a revolução. E depois, claro, vem o exemplo Uncle Tom do Louis Armstrong, o preto que se portava bem e até cantava a plenos pulmões como o mundo era bonito, coisa que Rosa Parks não percebia lá muito bem.

O bem informado senhor Gonçalves diz depois que o hip hop é uma invenção da indústria discográfica e televisiva, coisa difícil de compreender quando os livros de história nos revelam que as editoras demoraram a acordar para esta força cultural e que a televisão – a MTV – só depois de esgotar o apelo das cabeleiras carregadas de laca do hair metal de Los Angeles é que decidiu explorar as avenidas de Nova Iorque, já os anos 90 iam bem lançados. Segue-se a colocação das coisas em perspectiva usando uma ideia de contrastes que opõe literatura (qual? a de Margarida Rebelo Pinto?) à “poesia das ruas” (as aspas são do senhor Gonçalves, pois claro), que opõe música ao ruído (qual? o de Stockhausen?), educação (qual? a das escolas degradadas, mal equipadas?) à agressividade… Bocejo.

A estocada final na tentativa de diminuição do hip hop conduzida por Alberto Gonçalves chega com a procura de legitimação das suas opiniões extremadas junto de dois (Uncle) Thomas – Sowell e McWhorther – vozes dessa rara espécie de negros republicanos e conservadores que se pudessem usavam chapéus de cowboy o tempo todo e acompanhavam as digressões inteiras de Garth Brooks. E depois vem a citação de Stanley Crouch sobre 50 Cent que me forneceu o mote para o arranque desta resposta: «quem no seu perfeito juízo daria um bom emprego a 50 Cent?». Num parêntesis, Alberto Gonçalves tem o cuidado de referir que 50 é «uma das vedetas do género que ainda não tiveram morte violenta» porque, como sabemos todos, no rock toda a gente se reforma e morre de velho. Mas talvez isso só não tenha acontecido por 50 ainda não se ter encontrado com o próprio Stanley Crouch, crítico e historiador conhecido por esmurrar quem dele discorda. E, claro, por ser um defensor desse outro elevadíssimo e progressivo negro que é Wynton Marsalis, homem que acha que o jazz pertence aos museus e que devia ser música de reportório onde esses tipos modernos que fazem dos trompetes e saxofones fontes inesgotáveis de barulho não deveriam ter lugar.

Face a isto, temo até em imaginar como terão sido as conversas de café do senhor Alberto Gonçalves por altura do arrastão, esse outro fenómeno de estereótipos em corrida livre pelas praias alvas da imaginação de outros Gonçalves desta vida. Será que não percebe, senhor Alberto Gonçalves, que o estereótipo é o que tem à sua frente, no espelho?

Rui Miguel Abreu

Corinne Bailey Rae e Elvis Costello no CoolJazzFest

Dois nomes de peso para o Festival de Cascais: Corinne Bailey Rae (24 Julho) e Elvis Costello (28 Julho) actuam CoolJazzFest.

Manic Street Preachers no Alive



Os Manic Street Preachers são a mais recente confirmação para o Optimus Alive!10, onde vão actuar dia 9 de Julho, no Palco Optimus.

O Novo Disco dos MGMT

Para ouvir em whoisMGMT.

22 março 2010

Peaches no Alive!10

A agitadora canadiana, Peaches, e a dupla de DJ's nova-iorquina, Holy Ghost!, são mais dois grandes nomes que se juntam ao cartaz de 2010. Ambos os concertos acontecem no Palco Super Bock, mas Peaches actua dia 10 de Julho, enquanto Nicholas Millhiser e Alex Frankel aquecem as hostes no dia 9 de Julho.

Quatro Nomes Femininos Para Sines 2010



SA DINGDING, uma das figuras mais representativas da música chinesa contemporânea atenta às raízes. Actua no Castelo de Sines, no dia 30 de Julho.

GUADI GALEGO, uma das cantautoras em maior destaque na nova geração da música galega. Sobe ao palco do Auditório do Centro de Artes de Sines no dia 26 de Julho.

YASMIN LEVY, considerada “uma das melhores cantoras do Médio Oriente” (The Guardian). O palco do Castelo de Sines é seu no dia 29 de Julho.

LOLE MONTOYA, uma das vozes mais importantes da história do flamenco, e estará presente no palco do Castelo, no último dia do evento, 31 de Julho.

21 março 2010

20 março 2010

Black Sabbath sem Ozzy Osbourne no Alive

Os Heaven & Hell são os Black Sabbath sem Ozzy Osbourne.
Nasceram em 2006 e gravaram dois álbuns, um de estúdio e outro ao vivo.Actuam a 8 de Julho no Optimus Alive! 2010.

19 março 2010

Alex Chilton, líder dos Big Star, faleceu aos 59 anos

Diz a Rolling Stone que Alex Chilton se sentiu mal e foi transportado para um hospital de New Orleans, nos Estados Unidos, onde acabou por morrer. Na base do sintoma terá estado um ataque cardíaco.

Os Big Star nasceram na década de 70 e gravaram apenas três álbuns tornando-se um nome de culto entre o rock independente americano. Em 2005, regressaram para gravar «In Space».

Dentro de dias, iriam actuar no South By South West. Alex Chilton deixa a mulher, Laura, e o filho Timothy.

18 março 2010

M.I.A., Flaming Lips, Massive Attack, Kruder e Dorfmeister, The Wailers no Festival Sudoeste

A 5 de Agosto o festival recebe M.I.A. e os Flaming Lips e a 8 de Agosto há concerto de Massive Attack. David Guetta encerra o Sudoeste no mesmo dia.

Estas quatro actuações estão marcadas para o Palco TMN. Confirmados estão também Kruder & Dorfmeister (espaço Groovebox a 5 de Agosto) e The Wailers (palco reggae a 8 de Agosto).

As revelações foram feita por Paula Oliveira, da Música no Coração, esta manhã na Rádio Comercial.
O festival decorre entre 4 e 8 de Agosto.

17 março 2010

New Young Pony Club e Booka Shade no Alive



O quinteto electropop britânico, New Young Pony Club, e a dupla electrohouse alemã, Booka Shade, em formato live, são as mais recentes confirmações para o Palco Super Bock do Optimus Alive!10, no dia 9 de Julho.

Florence & The Machine - Drumming Song (Aula Magna)

Florence and the Machine na Aula Magna: Estreia Convincente

Noite de consagração para Florence and the Machine e o seu disco de estreia «Lungs» que foi acolhido em euforia por uma esgotada e entusiasmada Aula Magna.

Para quem não viu nem ouviu e só tem o disco «Lungs» como referência, dizemos que as canções interpretadas ao vivo ganham vida própria num palco totalmente dominado por Florence e devidamente decorado com os elementos que caracterizam a capa do álbum.

Recordemos que Florence e a sua máquina já tinham uma aura especial mesmo antes de o conhecermos por cá devido ao empurrão da sempre activa imprensa inglesa, nomeadamente a BBC, que elevou a banda a um importante estatuto no início do ano passado. Depois Florence e companheiros aproveitaram bem e lançaram um belo disco que só não foi campeão de vendas porque teve de lutar contra o fantasma de Michael Jackson nos tops.

Na digressão de apresentação do aclamado «Lungs», as performances de Florence rapidamente começaram a ser elogiadas e os vídeos no You Tube fizeram o resto. Lisboa testemunhou a excelente forma em que a banda termina a sua digressão europeia, e a alegria e motivação com que continuam a apresentar a meia dúzia de canções de um álbum totalmente assimilado por uma atenta e devota plateia.

Florence juntou-se ao restrito número de artistas que conseguem virar a pacata sala da Cidade Universitária de pernas para o ar. Qualquer concerto na Aula Magna que meta invasão da plateia aos lugares doutorais é concerto ganho; ver aqueles zelosos seguranças de cabeça perdida perante o entusiasmo dos fãs tem qualquer coisa de épico. Florence desafiou e a plateia não hesitou. Enchente das grandes bem na frente do palco ainda não se tinha esgotado a primeira metade do concerto.

Teatral, expansiva, expressiva, à vontade nos ritmos mais acelerados ou calmos, dominando na perfeição os seus bonitos agudos e acompanhada na perfeição por uma sempre elegante harpa, Florence soou sincera nos elogios e agradecimentos aos seus fãs portugueses e abriu uma grande porta para regressos futuros. Uma bela estreia por terras portuguesas.

jjoaomcgoncalves

in Disco Digital

16 março 2010

Florence & The Machine actua hoje pela primeira vez em Lisboa



O concerto está marcado para a Aula Magna e os bilhetes já se encontram esgotados. O álbum de estreia «Lungs» deve ser o prato principal de um menu que inclui ainda Sian Alice Group na primeira parte.

ps: A Antena3 transmite hoje o concerto esgotado, em directo da Aula Magna, pelas 21h30.

14 março 2010

Yo La Tengo Regressam Hoje À Aula Magna



Em Dezembro de 2006 foi assim: Yo La Tengo @ Aula Magna

Aula Magna
21:30
desde 23 €

Brendan Perry ( ex Dead Can Dance) Logo no Alquimista



O co-fundador dos Dead Can Dance, toca hoje no Santiago Alquimista, em Lisboa e amanhã no Teatro Circo, em Braga.

Brendan Perry
começou uma carreira a solo em 1999, com o álbum «Eye of the Hunter» na 4AD Records, e está próximo do lançamento do seu segundo registo a solo, «Ark».

A promotora Porto Eventos adianta que Brendan é apreciador de fado, e que aproveitará a visita a Portugal para jantar numa casa de fados em Lisboa, e visitar o Museu dos Cordofones, em Braga, onde pretende adquirir uma guitarra portuguesa personalizada.

12 março 2010

Lou Rhodes regressa a Portugal



Lou Rhodes
(ex-Lamb) está de regresso a Portugal para um concerto no Museu do Oriente.
A cantora actua em Lisboa a 20 de Maio naquela que será a primeira apresentação em Portugal do novo álbum «One Good Thing». No ano passado, Lou Rhodes esteve no festival Marés Vivas, em Gaia, para um regresso pontual dos Lamb.

Recordemos a passagem de Lou pelo Alquimista a 1 de Março de 2008: Lou Rhodes - O Anjo Humano

in Disco Digital

11 março 2010

Novo Tema dos National

Os The National apresentaram ontem o novo tema "Terrible Love" no Late Night with Jimmy Fallon.
A de 18 de Julho actuam no Super Bock Super Rock.

Pet Shop Boys no Meco

Os Pet Shop Boys vão actuar no Super Rock a 16 de Julho.
O Cartaz do Super Bock:

Dia 16
Pet Shop Boys
Cut Copy
Palma's Gang
Temper Trap

Dia 17
Ricardo Villalobos c/ Zip
Rita Redshoes

Dia 18
Empire of the Sun
The National
John Butler Trio
Laurent Garnier