08 abril 2010
Novidades para o Sudoeste: The Very Best, Beirut e Patton
Friendly Fires,
Beirut,
Mike Patton (vocalista dos Faith No More com o projecto - Mondo Cane),
The Very Best
Rye Rye
07 abril 2010
Mais Nomes para o Super Rock
Fat Freddy's Drop em Setembro no Coliseu de Lisboa
Dia 2 de Setembro temos reencontro marcado com os Fat Freddy's Drop.
06 abril 2010
MGMT no Campo Pequeno a 18 de Dezembro
05 abril 2010
04 abril 2010
Manuel Cruz na 3
02 abril 2010
The Specials em Coura
01 abril 2010
Biffy Clyro no Alive
31 março 2010
Air Agora no Porto
30 março 2010
The Drums no Alive
29 março 2010
Gomez no Alive a 10 Julho
Leftfield no Super Rock
Lisa Germano com Philip Selway: Alteração de Sala
Os bilhetes adquiridos para o concerto da Aula Magna são válidos para a nova sala, sem ser necessário proceder a qualquer troca. O concerto, marcado para as 21h00, terá início às 21h30.
28 março 2010
A Naifa regressa com livro/DVD biográfico
Em Maio será editado um livro/DVD biográfico que resume os primeiros quatro anos de vida do colectivo. A 5 de Junho, há concerto na Festa do Fado, no Castelo de Sâo Jorge.
A digressão tem como título «Esta Depressão Que Me Anima».
fonte Disco Digital
27 março 2010
25 março 2010
Novo single dos The National oferecido
A canção pode ser descarregada gratuitamente na página dedicada ao disco. O download está disponível em versão simples e deluxe.
«Bloodbuzz Ohio» faz parte do novo álbum «High Violet», com saída prevista para 11 de Maio, e é o segundo avançado depois de «Terrible Love». A banda regressa a Portugal para actuar no festival Super Bock Super Rock a 17 de Julho.
download em: The National
fonte disco digital
24 março 2010
Nobody's Bizness no MusicBox
A entrada custa 6€.
É aparecer.
23 março 2010
Obrigado, Rui Miguel Abreu
É uma prosa infeliz que contrasta com a minha felicidade em saber que temos alguém como o grande Rui Miguel Abreu para responder à letra aquilo que tinha que ser respondido.
Cito, com a devida vénia, e em jeito de agradecimento Rui Miguel Abreu no seu excelente blog:
Em resposta à crónica «O ‘hip hop’ também mata» de Alberto Gonçalves publicada no DN
Quem no seu perfeito juízo daria emprego a Alberto Gonçalves? A pergunta pode parecer despropositada, sobretudo para quem, como eu, não fazia sequer a mais pequena ideia da sua existência. Esse estado de graça foi, no entanto, profundamente abalado quando há menos de uma hora uma pessoa, igualmente desconhecida, mas certamente preocupada, teve o cuidado de me fazer chegar ao conhecimento a pateta crónica «O ‘hip hop’ também mata» assinada, precisamente, pelo senhor Alberto Gonçalves. O que fará tal senhor na companhia de tão ilustres cronistas quanto Adriano Moreira, António Perez Metelo ou António Vitorino desconheço. Provavelmente, e a julgar pelo já referido texto, não terá obtido o cargo das mãos de alguém «no seu perfeito juízo».
O conservadorismo de direita bacoco e retrógado é indisfarçado nas entrelinhas desta crónica, como nas de outras que tive o cuidado de ir procurar – afinal de contas o problema que revela ter com o hip hop não é muito distante do que expõe em relação a quem ousa fugir a uma norma imaginária de decência: como Daniel Day Lewis que usou argolas nos Óscares ou a premiada na categoria de Melhor Argumento que «possuía tantas tatuagens quanto os ferimentos de guerra de John McCain» (tiradas de elevadíssima moral a que tive acesso por via de uma reacção do blogue Arcebispo de Cantuária a uma crónica de Alberto Gonçalves publicada na revista Sábado – e parecem ser abundantes os empregadores com baixo grau de «perfeito juízo»…).
Na crónica «O ‘hip hop’ também mata», Alberto Gonçalves começa por dissecar as reacções à mediatizada morte de Nuno Rodrigues, o MC que adoptou o nome Snake, para depois declarar, com a propriedade omnisciente de quem se coloca num plano superior, que se há quem defenda que essa morte se deve a um estereótipo a verdade também é que «a responsabilidade pelo estereótipo cabe inteirinha ao sr. Rodrigues». Eu não conhecia o senhor Nuno Rodrigues e pouco conhecia do MC Snake. No entanto nunca ousaria presumir conhecer quais as escolhas que tanto o homem como o MC fizeram em vida. Certezas tenho em relação à sua condição: sei que não escolheu a cor de pele com que nasceu, nem o bairro em que cresceu ou as oportunidades e obstáculos com que se deparou. Não sei sequer se terá escolhido o hip hop ou se terá sido o hip hop a escolhê-lo a ele. Sei é que se por acaso Snake se encaixava em algum estereótipo isso não terá certamente sido resultado de uma escolha. Ninguém escolhe ser uma casualidade, uma estatística ou um número. E quem escolhe o hip hop almeja sempre a superação e a sobrevivência – ou seja, a fuga ao estereótipo, a recusa de ser uma mera entrada num catálogo estatístico qualquer.
O senhor Alberto Gonçalves dedica depois boa parte da sua crónica a debitar uma série de lugares comuns sobre o hip hop. Que é primário, que não é música, que é confrontacional, escreve. «É, vá lá, um estilo de vida, traduzido à superfície no vestuário ridículo e nos gestos animalescos». A foto disponível no cabeçalho da coluna «Dias Contados» (vale a pena explorar os arquivos desta coluna num exercício que é mais ao menos o equivalente a um mergulho nos mares do Japão, tal a quantidade de pérolas que se encontram), onde se publicou esta crónica, é ínfima, mas ainda assim revela que o senhor Alberto Gonçalves pertence aquela classe-cinzenta-do-blazer-azul-escuro-usado-sobre-camisa-azul-um-pouco-mais-claro-sem-gravata-que-um-homem- não-tem-que-sofrer-todos-os-dias. Vestuário uniforme ridículo, claro, nesse degradé tão mortiço que, afinal de contas, só reflecte uma visão mesquinha da vida, animalesca de tão predadora, de tão selvaticamente empedernida.
O senhor Gonçalves prossegue depois com o seu exercício de ódio, apontando as suas farpas às letras, num toureio cego: «As letras, que certa “inteligência” considera “poesia das ruas”», escreve, «são, além de analfabetas, manifestações de rancor social. Por norma, são também glorificações do crime e panfletos misóginos». O retrato do senhor Gonçalves contido nestas linhas é tão claro que a tentação de as deixar sem resposta é grande. Duvido sinceramente que tenha ouvido todo o hip hop, única forma de justificar tamanha acusação. Esta imagem, formada à pressa depois de visionar meia dúzia de clips no YouTube, é no entanto clara na forma como realça os medos primários e injustificados que parecem existir no íntimo do senhor Gonçalves.
Segue-se um extraordinário parágrafo onde Alberto Gonçalves inventa uma nova genealogia para o hip hop, «braço musical tardio do black power», afirma. Explica o senhor que a «”identidade negra” somente se define contra o “sistema”, numa postura de desafio e fúria que a “inteligência” julga legitimada por uma suposta opressão». Cada uma destas “preciosidades” mereceria em si uma longa refutação, mas optando pela mesma estratégia telegráfica e sabichona do senhor Gonçalves, permito-me apenas dizer que o Black Power influenciou muito mais uma senhora como Nina Simone, que imagino que faça parte da sua colecção politicamente correcta de cds (deixe-me adivinhar, além de um best of com o menos bom de Nina Simone terá o quê? Um ou outro Dylan para impressionar amigos de esquerda, Rui Veloso, música clássica genérica, ópera para justificar a sobranceria musical, um Chico Buarque que secretamente não compreende mas que acha que lhe fica bem e que mais?), do que os pioneiros Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash (nomes ridículos, já sei…) que em meados dos anos 70 estavam muito mais preocupados em fazer a festa do que a revolução. E depois, claro, vem o exemplo Uncle Tom do Louis Armstrong, o preto que se portava bem e até cantava a plenos pulmões como o mundo era bonito, coisa que Rosa Parks não percebia lá muito bem.
O bem informado senhor Gonçalves diz depois que o hip hop é uma invenção da indústria discográfica e televisiva, coisa difícil de compreender quando os livros de história nos revelam que as editoras demoraram a acordar para esta força cultural e que a televisão – a MTV – só depois de esgotar o apelo das cabeleiras carregadas de laca do hair metal de Los Angeles é que decidiu explorar as avenidas de Nova Iorque, já os anos 90 iam bem lançados. Segue-se a colocação das coisas em perspectiva usando uma ideia de contrastes que opõe literatura (qual? a de Margarida Rebelo Pinto?) à “poesia das ruas” (as aspas são do senhor Gonçalves, pois claro), que opõe música ao ruído (qual? o de Stockhausen?), educação (qual? a das escolas degradadas, mal equipadas?) à agressividade… Bocejo.
A estocada final na tentativa de diminuição do hip hop conduzida por Alberto Gonçalves chega com a procura de legitimação das suas opiniões extremadas junto de dois (Uncle) Thomas – Sowell e McWhorther – vozes dessa rara espécie de negros republicanos e conservadores que se pudessem usavam chapéus de cowboy o tempo todo e acompanhavam as digressões inteiras de Garth Brooks. E depois vem a citação de Stanley Crouch sobre 50 Cent que me forneceu o mote para o arranque desta resposta: «quem no seu perfeito juízo daria um bom emprego a 50 Cent?». Num parêntesis, Alberto Gonçalves tem o cuidado de referir que 50 é «uma das vedetas do género que ainda não tiveram morte violenta» porque, como sabemos todos, no rock toda a gente se reforma e morre de velho. Mas talvez isso só não tenha acontecido por 50 ainda não se ter encontrado com o próprio Stanley Crouch, crítico e historiador conhecido por esmurrar quem dele discorda. E, claro, por ser um defensor desse outro elevadíssimo e progressivo negro que é Wynton Marsalis, homem que acha que o jazz pertence aos museus e que devia ser música de reportório onde esses tipos modernos que fazem dos trompetes e saxofones fontes inesgotáveis de barulho não deveriam ter lugar.
Face a isto, temo até em imaginar como terão sido as conversas de café do senhor Alberto Gonçalves por altura do arrastão, esse outro fenómeno de estereótipos em corrida livre pelas praias alvas da imaginação de outros Gonçalves desta vida. Será que não percebe, senhor Alberto Gonçalves, que o estereótipo é o que tem à sua frente, no espelho?
Rui Miguel Abreu
Corinne Bailey Rae e Elvis Costello no CoolJazzFest
Manic Street Preachers no Alive
22 março 2010
Peaches no Alive!10
Quatro Nomes Femininos Para Sines 2010

SA DINGDING, uma das figuras mais representativas da música chinesa contemporânea atenta às raízes. Actua no Castelo de Sines, no dia 30 de Julho.
GUADI GALEGO, uma das cantautoras em maior destaque na nova geração da música galega. Sobe ao palco do Auditório do Centro de Artes de Sines no dia 26 de Julho.
YASMIN LEVY, considerada “uma das melhores cantoras do Médio Oriente” (The Guardian). O palco do Castelo de Sines é seu no dia 29 de Julho.
LOLE MONTOYA, uma das vozes mais importantes da história do flamenco, e estará presente no palco do Castelo, no último dia do evento, 31 de Julho.
21 março 2010
20 março 2010
Black Sabbath sem Ozzy Osbourne no Alive
Nasceram em 2006 e gravaram dois álbuns, um de estúdio e outro ao vivo.Actuam a 8 de Julho no Optimus Alive! 2010.
19 março 2010
Alex Chilton, líder dos Big Star, faleceu aos 59 anos
Os Big Star nasceram na década de 70 e gravaram apenas três álbuns tornando-se um nome de culto entre o rock independente americano. Em 2005, regressaram para gravar «In Space».
Dentro de dias, iriam actuar no South By South West. Alex Chilton deixa a mulher, Laura, e o filho Timothy.
18 março 2010
M.I.A., Flaming Lips, Massive Attack, Kruder e Dorfmeister, The Wailers no Festival Sudoeste
A 5 de Agosto o festival recebe M.I.A. e os Flaming Lips e a 8 de Agosto há concerto de Massive Attack. David Guetta encerra o Sudoeste no mesmo dia.
Estas quatro actuações estão marcadas para o Palco TMN. Confirmados estão também Kruder & Dorfmeister (espaço Groovebox a 5 de Agosto) e The Wailers (palco reggae a 8 de Agosto).
As revelações foram feita por Paula Oliveira, da Música no Coração, esta manhã na Rádio Comercial.O festival decorre entre 4 e 8 de Agosto.
17 março 2010
New Young Pony Club e Booka Shade no Alive
Florence and the Machine na Aula Magna: Estreia Convincente
Para quem não viu nem ouviu e só tem o disco «Lungs» como referência, dizemos que as canções interpretadas ao vivo ganham vida própria num palco totalmente dominado por Florence e devidamente decorado com os elementos que caracterizam a capa do álbum.
Recordemos que Florence e a sua máquina já tinham uma aura especial mesmo antes de o conhecermos por cá devido ao empurrão da sempre activa imprensa inglesa, nomeadamente a BBC, que elevou a banda a um importante estatuto no início do ano passado. Depois Florence e companheiros aproveitaram bem e lançaram um belo disco que só não foi campeão de vendas porque teve de lutar contra o fantasma de Michael Jackson nos tops.
Na digressão de apresentação do aclamado «Lungs», as performances de Florence rapidamente começaram a ser elogiadas e os vídeos no You Tube fizeram o resto. Lisboa testemunhou a excelente forma em que a banda termina a sua digressão europeia, e a alegria e motivação com que continuam a apresentar a meia dúzia de canções de um álbum totalmente assimilado por uma atenta e devota plateia.
Florence juntou-se ao restrito número de artistas que conseguem virar a pacata sala da Cidade Universitária de pernas para o ar. Qualquer concerto na Aula Magna que meta invasão da plateia aos lugares doutorais é concerto ganho; ver aqueles zelosos seguranças de cabeça perdida perante o entusiasmo dos fãs tem qualquer coisa de épico. Florence desafiou e a plateia não hesitou. Enchente das grandes bem na frente do palco ainda não se tinha esgotado a primeira metade do concerto.
Teatral, expansiva, expressiva, à vontade nos ritmos mais acelerados ou calmos, dominando na perfeição os seus bonitos agudos e acompanhada na perfeição por uma sempre elegante harpa, Florence soou sincera nos elogios e agradecimentos aos seus fãs portugueses e abriu uma grande porta para regressos futuros. Uma bela estreia por terras portuguesas.
jjoaomcgoncalvesin Disco Digital
16 março 2010
Florence & The Machine actua hoje pela primeira vez em Lisboa
O concerto está marcado para a Aula Magna e os bilhetes já se encontram esgotados. O álbum de estreia «Lungs» deve ser o prato principal de um menu que inclui ainda Sian Alice Group na primeira parte.
ps: A Antena3 transmite hoje o concerto esgotado, em directo da Aula Magna, pelas 21h30.
14 março 2010
Brendan Perry ( ex Dead Can Dance) Logo no Alquimista
O co-fundador dos Dead Can Dance, toca hoje no Santiago Alquimista, em Lisboa e amanhã no Teatro Circo, em Braga.
Brendan Perry começou uma carreira a solo em 1999, com o álbum «Eye of the Hunter» na 4AD Records, e está próximo do lançamento do seu segundo registo a solo, «Ark».
A promotora Porto Eventos adianta que Brendan é apreciador de fado, e que aproveitará a visita a Portugal para jantar numa casa de fados em Lisboa, e visitar o Museu dos Cordofones, em Braga, onde pretende adquirir uma guitarra portuguesa personalizada.
12 março 2010
Lou Rhodes regressa a Portugal

Lou Rhodes (ex-Lamb) está de regresso a Portugal para um concerto no Museu do Oriente.
A cantora actua em Lisboa a 20 de Maio naquela que será a primeira apresentação em Portugal do novo álbum «One Good Thing». No ano passado, Lou Rhodes esteve no festival Marés Vivas, em Gaia, para um regresso pontual dos Lamb.
Recordemos a passagem de Lou pelo Alquimista a 1 de Março de 2008: Lou Rhodes - O Anjo Humano
in Disco Digital
11 março 2010
Novo Tema dos National
A de 18 de Julho actuam no Super Bock Super Rock.
Pet Shop Boys no Meco
O Cartaz do Super Bock:
Dia 16
Pet Shop Boys
Cut Copy
Palma's Gang
Temper Trap
Dia 17
Ricardo Villalobos c/ Zip
Rita Redshoes
Dia 18
Empire of the Sun
The National
John Butler Trio
Laurent Garnier





