09 julho 2009
Alive!09 Dia 1 - Horários
Metallica 23h30
Slipknot 21h45
Machine Head 20h30
Lamb of God 19h20
Mastodon 18h20
Ramp 17h30
Palco Super Bock
Erol Alkan 01h50
Crystal Castles 00h30
Klaxons 22h45
TV On the Radio 21h20
Air Traffic 20h10
Delphic 19h00
Siversun Pickups 18h00
Os Golpes 17h00
Palco Optimus Discos
Mr Mitsuhirato 00h20
Nuno Lopes 22h40
The Vicious Five 21h30
Tiguana Bibles 20h30
The Bombazines 19h30
Mazgani 18h30
08 julho 2009
Black Eyed Peas processados por plágio
Alegadamente, "Party All the Time" é muito semelhante a "Mancry" de Adam Freeland.
Os Black Eyed Peas estão a ser acusados plágio . A canção "Party All the Time", incluída em The E.N.D ., o novo álbum de originais, contém passagens muito semelhantes ao tema "Mancry", de Adam Freeland .
A notícia é avançada pelo site The Daily Swarm, que garante que os advogados da banda já estão a tratar do caso. Will.I.Am, elemento dos Black Eyed Peas, terá comparecido a um evento durante o qual Freeland tocou "Mancry", o que levou o músico a escrever no seu Twitter: "OK. Prestem atenção a isto. Ouçam a nossa canção 'Mancry' e depois ouçam 'Party All the Time' dos Black Eyed Peas. O que é isto?".
Ouça abaixo as duas versões e compare:
Arctic Monkeys Novo Single

O primeirto avanço para o novo disco dos Arctic Monkeys é 'Crying Lightning' e diz-se que o disco é mesmo bom.
Para ouvir o single é só seguir o link: Crying Lightning
07 julho 2009
Festival Uma Casa Portuguesa a partir de amanhã na Casa da Música
No Ano Brasil, país que serve de tema à programação da Casa da Música em 2009, a 3ª edição do Festival Uma Casa Portuguesa cruza a música popular e tradicional de Portugal com algumas revelações da música brasileira.
O primeiro dia é dominado pela música de Portugal, com Segue-me à Capela, grupo de sete vozes femininas que cantam, à capela, clássicos da música tradicional portuguesa, com utilização esporádica de instrumentos de percussão como o adufe, a pandeireta, as pinhas ou as castanholas. O repertório, escolhido a partir de recolhas feitas por Michel Giacometti, Alberto Sardinha e o Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra, reparte-se pelas canções de trabalho, de amor ou religiosas.
Quanto ao grupo Adiafa, da Vidigueira, tornou-se conhecido sobretudo pelo tema "As Meninas da Ribeira do Sado". Fundado em 2002, este grupo, que tem como referência principal o cante alentejano, faz-se acompanhar pela viola campaniça, adufes e outros instrumentos tradicionais.
Quinta-feira os sons de Portugal compartilham o palco com os do Brasil, com os Pauliteiros de Miranda na primeira parte, e o Hamilton de Holanda Quinteto na segunda. Este último projecto pertence a uma das figuras de proa da música instrumental brasileira. O jovem bandolinista regressa ao Porto, onde esteve em 2008, no Festival de Jazz de Matosinhos, para apresentar o seu mais recente disco, intitulado Brasilianos 2.
Sexta-feira, cabe a Amélia Muge abrir a noite, num concerto em que recupera 15 dos mais de 200 temas que criou e apresenta dois temas ainda inéditos. O segundo concerto da noite é de Siba e a Fuloresta. Siba é considerado um dos mestres da nova geração do maracatu e dos cirandeiros, misturando na sua música a tradição rural e urbana do Nordeste brasileiro.
Sábado, a Banda Sinfónica Portuguesa, composta por aproximadamente 60 instrumentistas de sopro e percussão, violinos e contrabaixos, apresenta-se às 12h00, na Sala Suggia, para interpretar um conjunto de obras originais de compositores de renome mundial, em estreia nacional.
À noite, mais um concerto duplo, com a música trasmontana dos Galandum Galundaina na primeira parte e a música também nordestina, mas do Brasil, de Renata Rosa, uma cantora/compositora e actriz que tem vindo a desenvolver o seu trabalho com músicos do interior e da capital do Pernambuco
Renata Rosa funde a música tradicional com influências da música indiana, árabe, ibérica, cigana e indígena.
Na segunda semana, entre 23 e 26 de Julho, o festival ganha novas sonoridades, sendo dedicado ao fado. Num concerto a dois pianos, Mário Laginha e Bernardo Sassetti homenageiam Amália Rodrigues no décimo aniversário da sua morte.
Ricardo Parreira, Hélder Moutinho e Cristina Branco integram também este programa de Uma Casa Portuguesa, onde se destaca António Zambujo, uma das mais recentes revelações do fado.
O festival encerra com um encontro que reúne nove bandas filarmónicas da região
Alive!09 - Manias dos Artistas
Enquanto que os Placebo só terão pedido incenso, os Metallica foram um pouco mais exigentes - o maior vício da banda parece mesmo ser a fruta: pediram maçãs verdes e vermelhas, peras, laranjas, bananas, mangas, papaias, abacates, pêssegos, limas e limões, morangos, framboesas e mirtilos, além de pedirem para passar uns dias de férias em Portugal.
Os Klaxons pediram cerveja nacional enquanto que os Prodigy subiram a parada para 12 garrafas de champagne para festejar no final do concerto. Os Kooks querem 4 pares de meias pretas, os Silversun Pickups comida orgânica e os Campesinos! querem conhecer a gastronomia local, levar postais e selos portugueses e uma colectânea com músicas de artistas nacionais.
A Dave Matthews Band e os Ting Tings são os mais ambientalistas: enquanto que os primeiros querem caixotes do lixo para reciclagem (e uma televisão), os segundos recusam-se a usar utensílios de plástico que possam ser prejudiciais para o ambiente (sushi é a comida de eleição do duo britânico).
O evento, que tem início esta quinta-feira (dia 9) e termina no sábado (dia 11), conta com actuações de 60 bandas , que se vão dividir por 40 camarins . Ao todo serão servidas 2230 refeições e serão disponibilizadas 2348 toalhas e 6 mil garrafas de água .
fonte Blitz
06 julho 2009
Backstreet Boys no Atlântico a 30 de Outubro
The Horrors em vez de The Rascals em Coura
Sondagem Alive!09
É escolher a resposta.
Tinariwen - Imidiwan Companions

Desta vez não pude ir ver o concerto dos Tinariwen. Já seria o 4º concerto deles que veria em Portugal.
Em compensação pus os ouvidos hoje no novíssimo disco deles, "Imidiwan Companions" e é motivo mais do que suficiente para renovar a minha vénia aos Tinariwen.
Absolutamente hipnótico, viciante, e dançante.
Os blues tuaregues soam mais imediatos que nunca, e este "Imidiwan Companions" é disco para não sair da mente durante o verão todo. Pelo menos.
Façam favor de se renderem a Imidiwan Companions , porque partilhar é bonito.
Recordar os Tinariwen em Portugal:
Club Lua, Lisboa
CCB, Lisboa
Festival Sudoeste 2008
05 julho 2009
Kylie Minogue no Atlântico: Pobre pop

(Foto: Rita Carmo)
A estreia de Kylie Minogue foi um fracasso de bilheteira mas a pequena loura australiana recompensou os poucos fãs, entre eles Cristiano Ronaldo e o seu clã, com uma boa performance num concerto que não foi dos mais espectaculares que já se viu naquela sala, mas serviu para compensar tantos anos de espera do público português.
As luzes do pavilhão desligaram-se 17 minutos depois das 21h00 escondendo assim o balcão superior encerrado ao público, as enormes clareiras nas restantes bancadas, ficando só as luzes do palco a iluminar as primeiras filas da plateia onde os dedicados fãs não se cansaram de cantar, dançar, e gritar o nome de Kylie. Um fracasso de bilheteira inesperado devido ao facto da cantora nunca ter vindo ao nosso país, e ser senhora de uma obra musical já com mais de vinte anos de êxitos reconhecidos à escala mundial.
Indo directo ao assunto há que dizer que a favor de Minogue há a destacar a sua excelente forma, imagem, e qualidade vocal que se mantém impecável. O que é importante - não tanto pela sua idade Kylie tem 41 anos portanto está longe de ser uma veterana - mas mais pelo conhecido abalo que sofreu recentemente devido a um cancro da mama. É só por esta boa forma já valeu a pena esta sua estreia por cá. O concerto no seu todo cumpriu as expectativas. Não deslumbrou, mas também ficou longe de decepcionar. Porque razão esta estrela não brilhou mais?
Porque o público habituou-se a ver nesta sala grandes produções próprias das estrelas maiores da pop, como foram os casos dos concerto de Beyoncé, ou Alicia Keys, só para dar como exemplo eventos mais recentos. O que Kylie anda a fazer actualmente é uma espécie de pré-temporada para a sua primeira grande digressão americana. Assim aproveita por visitar cidades em que nunca esteve, e assina concertos mais económicos. As grandes observações vão para um palco minimalista onde apenas há duas ilhas ocupadas pelos músicos, não surgindo grandes surpresas que seriam supostas numa diva MTV como Kylie. Todo o estimulo visual vem apenas no cenário do palco que é uma tela onde sucedem imagens, grafismos, e vídeos associados aos diversos temas. O facto de haver quebras entre as músicas com silêncio total em palco também já não se usa neste tipo de espectáculos.
Tudo isto é comprovado na primeira parte do concerto quando em três temas seguidos o grafismo, e coreografia vista em palco é com as cores da bandeira norte americana, com cheerleaders à solta, e o imaginário do futebol americano bem vincado. Mas como dissemos mais acima Kylie não desiludiu e desfilou de forma aleatória sucessos reconhecidos por todos aos primeiros segundos. A sua grande vitória em termos de carreira foi renascer no início desta década a reboque do som electro-disco-pop mais perto da cena gaulesa do que britânica. Quando já não se contava com ela para história pop deste século Kylie soube dar sehuimento ao grande sucesso de 2000 «Light Years» e continuou a somar êxitos com mais três discos até 2007. A maior parte deles ouviram-se esta noite no Atlântico que vibrou mais quando se revisitou os anos 80 com natural destaque para «I Should Be So Lucky» que encerrou um concerto que não teve mais de hora e meia de duração, e não contou com «The Loco-Motion».
Uma noite em que o público ignorou a vitalidade de uma estrela maior da pop que defendeu a sua fama com um concerto satisfatório.
in disco digital
Homenagem a João Aguardela no MusicBox: A Noite

Noite de emoções no Musicbox para recordar João Aguardela. Bonita iniciativa da Restart que conseguiu juntar um interessante número de músicos e DJ que mantiveram a sala do Cais do Sodré sempre muito bem composta depois da meia noite. O João teria gostado muito de ver.
Todos os elogios para os alunos da Restart que conseguiram realizar um tributo bonito, simples, e humilde ao falecido João Aguardela. Arrepiante início com a projecção de um vídeo onde se recuperaram várias imagens da carreira do músico que iam intervalando uma actuação dos Sitiados em início de vida na RTP2. Uma abertura bem conseguida que lançou as actuações no palco do Musicbox. Todas elas interessantes, relevantes, e curiosas.
Walter Benjamin surpreendeu num registo vocal que até não estava muito longe do homenageado, e a tocar acordeão enquanto acompanhava o fadista Pedro Moutinho, e a ajuda dos músicos Eduardo Jordão e Filipe Valentim. Temas do universo Megafone bem recuperados.
Depois um momento insólito, João Ribas, a voz dos Tara Perdida, apresentou-se sozinho e com uma viola para recuperar um fadinho tão do agrado que Aguardela que o gravou no segundo disco dos Sitiados, e que simplesmente diz: não me importava morrer se lá no céu houvesse festa, se o São Pedro lá tivesse uma pinga como esta. Ribas contou que participou na gravação desse tema a convite de Aguardela.
No meio das actuações de palco o DJ X-Acto foi recuperando canções de Megafone que transformava em algo mais dançante.
O grande momento da noite foi quando o promissor grupo A Velha Gaiteira inundou o Musicbox com o tradicional som dos tambores com gaita de foles. O legado de Aguardela também se nota ali, e a actuação deliciou os presentes que exigiram encore. A Velha Gaiteira é a prova que a música tradicional vai continuar a ser explorada. É bom.
Os Peste & Sida representaram o ambiente que João Aguardela viveu antes do sucesso do primeiro disco gravado, o espírito festivo do ska, punk, rock com que absorveram algumas músicas dos Sitiados, e que descambaram nos clássicos «Carraspana» e «Gingão», para euforia do público mais perto do palco.
Depois ficou o jornalista/DJ António Pires, fã de Aguardela, a dar uma aula sonora sobre influências, influenciados, apreciados, e venerados, do músico falecido no início deste ano. A noite fechou com DJ Ride.
Uma iniciativa que merece todos os elogios pela foram acertada com que fez a escolha dos músicos, e a maneira humilde como homenageou uma grande figura da música portuguesa. Merecia a presença de mais gente ilustre ligada ao meio mas os que foram gostaram.
in disco digital
04 julho 2009
Kylie Minogue pela primeira vez em Portugal
Estão prometidos todos os êxitos da artista. O preço dos bilhetes varia entre os 40 e os 75 euros.
03 julho 2009
Tinariwen, Konono nº1 e muitas outras coisas nos próximos dias
O amigo V.J. faz um bom apanhado no seu Juramento Sem Bandeira. É consultar o guia:
Tinariwen, Konono nº1 e muitas outras coisas nos próximos dias
Gaiteiros de Lisboa: Os Palácios da Raínha
João Aguardela revisitado no Musicbox logo à Noite
O projecto «Megafone», da autoria de um grupo de alunos da Restart, junta em palco os Peste & Sida, Ribas (dos Tara Perdida), Walter Benjamin, Velha Gaiteira, Pedro Moutinho, DJ Ride, X-Acto, Eduardo Jordão e Filipe Valentim.
Estes artistas reinterpretam alguns dos temas mais marcantes do fundador de projectos como Os Sitiados, A Naifa ou Megafone.
Estão compreendidos trabalhos de 13 álbuns, num universo temporal de 17 anos, segundo o divulgado em comunicado.
Pelas 24:00 começam os concertos, com pop, rock, tradicional, fado e hip hop. Mais tarde, pelas 01:30, tem lugar o DJ set de world music com António Pires. DJ Ride traz o funk, a electrónica e breaks a partir das 02:30. A partir das 01:30 também começa o VJ set da Dub Video Connection.
O Grandes Sons não vai faltar.
Gaiteiros de Lisboa no Cinema São Jorge: Regresso às Origens
Arrancou a segunda edição do Festival Rotas & Rituais, inserido nas Festas de Lisboa, que este ano é dedicado «à Transumância, cujos trilhos uniram gados, gentes e perspectivas para além das fronteiras». Feliz escolha para a abertura, os Gaiteiros de Lisboa confessaram que já nem lembravam da última vez que tinham actuado na capital, o que não deixa de ser irónico.
A comemorar 15 anos de actividade o grupo passa por uma renovação com a saída de José Salgueiro e a entrada de José Martins. Há disco novo a sair brevemente, e um passado valioso a ser devidamente cuidado. «Sátiro», de 2006, é agora reeditado após ter esgotado a sua edição original. É precisamente no equilíbrio entre as canções dos quatro registos já editados e os caminhos do futuro que está o encanto dos Gaiteiros.
A sala do São Jorge ficou, lamentavelmente, longe de encher mas o público heterogéneo fez questão de aquecer um ambiente já de si muito quente devido à falta de ar condicionado. Alguns espectadores mais afoitos fintaram a preguiça das cadeiras e levantaram-se para dançar festivamente quando os tambores marcavam o alucinante ritmo das gaitas de foles.
Houve apenas um «cheirinho» do novo disco. «Era para ser um pivete, mas só pode ser um cheirinho», explicou Carlos Guerreiro. Foram duas canções, uma delas tem a voz de Ana Bacalhau dos Deolinda mas só no disco, porque apesar da presença na plateia da vocalista, assim como de Sérgio Godinho que também entra no novo disco, os Gaiteiros não chamaram ninguém ao palco.
Uma noite bem passada em que se matou saudades das canções de «Macaréu», «Invasões Bárbaras», «Bocas do Inferno», e «Sátiro», pelo meio com duas versões de José Afonso. Destaque para «A formiga no carreiro» que foi cantada por João Aguardela no disco de tributo «Os Filhos da Madrugada». Hoje à noite será o homem do Megafone a ser homenageado no Musicbox.
É assim que se faz a história da boa música portuguesa, e os Gaiteiros de Lisboa são uma autêntica instituição musical da nossa cultura. Mereciam mais concertos na sua cidade.
in disco digital
02 julho 2009
Rafael Toral no jardim do Museu do Chiado Hoje
Programação Filho Único
02.07.2009 - 23.07.2009
Jardim de Esculturas
Figura incontornável das músicas de pesquisa e concretização lateral no panorama nacional, largamente reconhecido internacionalmente, Rafael Toral dá o seu segundo concerto em Lisboa após uma bem sucedida digressão norte-americana, e depois de uma apresentação em trio na Culturgest em Junho.
Aqui, a solo, continua a expor o trabalho dos seus ‘Space Studies’, utilizando vários instrumentos de natureza electrónica. ‘Space’, o programa que tem vindo a desenvolver na sequência da sua obra de música ambiental e contínua primordialmente estruturada a partir da guitarra eléctrica, sucede a um período de colaboração intensa com o trompetista Sei Miguel, que, segundo o próprio Toral, informou de maneira crucial esta fase do seu percurso.
Definindo a música, a sua arquitectura e propriedades mais elusivas, através de frases, silêncio e uma particular visão orquestral de músicas outras, o ‘Space Program’ tem vindo, em crescendo, a mostrar várias possibilidades de um futurismo contemporâneo (ou de um passado contemporâneo descontinuado) no jazz e nas músicas meta-estilísticas.
Museu do Chiado
Rotas e Rituais Começa Hoje
A segunda edição do festival Rotas e Rituais - integrado nas Festas de Lisboa - vai arrancar hoje à noite no Cinema São Jorge com o concerto dos Gaiteiros de Lisboa com novo disco pronto a ser apresentado.
Às 22h com bilhetes a 10€.
01 julho 2009
O Arranque da 360º Tour dos U2

O Público esteve no arranque da digressão dos U2 e conta como foi o concerto de Barcelona:
Uma estrutura em forma de nave espacial no meio do estádio para 90 mil pessoas em delírio. Os U2 iniciaram, ontem, em Barcelona, a 360º Tour", dedicando "Angel of Harlem" a Michael Jackon e falando, via satélite, em directo, para uma estação espacial.
O texto completo pode ser lido em:
U2 iniciaram digressão com concerto majestoso
Manel Cruz em Paredes de Coura
Foge Foge Bandido actua a 1 de Agosto, confirmou Manel Cruz à BLITZ.
Em Paredes de Coura, Manel Cruz vai apresentar o seu projecto Foge Foge Bandido, considerado autor do Melhor Disco Português de 2008 para os leitores da BLITZ.
30 junho 2009
Tributo a João Aguardela

Está marcado para a próxima sexta no Musicbox o Tributo a João Aguardela.
Todas as informações estão a ser actualizadas na página http://megafone.pt.to/
Gaiteiros de Lisboa 5ª Feira no São Jorge
Considerados como um dos mais originais projectos de reinvenção da música tradicional portuguesa, as características distintivas dos Gaiteiros continuam a ser uma constante busca de novas sonoridades, a inovação dentro da tradição e a criatividade aplicadas à construção de instrumentos concebidos pelo próprio Grupo.
Os bilhetes custam 10€.
29 junho 2009
Katy Perry no Campo Pequeno: Gata assanhada

(foto: Rita Carmo)
Surpreendente grande noite de pop juvenil no Campo Pequeno que não chegou a esgotar mas que viveu serão de enorme, e contagiante, entusiasmo adolescente da arena às bancadas. Katy Perry em palco assume um musical para crianças, longe das polémicas picantes resultantes do estrondoso beijo em outra rapariga. E eles gostaram.
Um autêntico manual prático de como lidar com o sucesso actuando para um público mais jovem que arrasta os pais para o concerto, é assim que se pode caracterizar a digressão "Hello Katy!".
Katheryn Hudson percebeu o poder, e a aceitação, que a personagem Katy Perry tem entre a miudagem e montou um belo espectáculo de pouco mais de uma hora de duração que deixa os jovens fãs rendidos, e convence os graúdos.
Muito ritmo, grande interacção com a plateia, boa gestão dos temas mais conhecidos, e algumas versões bem conseguidas de músicas de outras gerações. Tudo com enorme energia, simpatia e grande profissionalismo.
O palco é um jardim, onde a bateria está dentro de uma cerca, os músicos fazem parte do cenários trajando de rosa e branco, e Katy está entre flamingos, gatos e morangos em formato insuflado.
Entra ao som do descarado "California Girl", e surpreende quando faz de Diogo a figura da noite. Um puto com pinta que na plateia erguia um cartaz a pedir para ir ao palco. Katy chamou-o e desafiou-o para saltar como se a sua vida dependesse disso. O Digo não fez a coisa por menos e fez de "Hot N' Cold" o grande momento da noite. Ganhou uma guitarra rosa, o reconhecimento (e inveja) do público, e um beijinho de Katy.
A californiana soube manter os fãs nas mãos conduzindo o concerto sempre na dose certa de entusiasmo. Mostrou a sua irreverência no fim de Ur So Gay" quando surpreendeu um segurança à frente do palco com o pedido de tradução de "penis" para português. Foi o único momento mais picante de uma noite em que o ambiente familiar prevaleceu e até as mães das fãs tiveram direito a um hit do seu tempo; "Your Love" dos Outfield. Katy sabe-a toda e recorreu ainda a uma encenação para recuperar "Please Mr. Postman" aos anos 60, e "Don't Stop" dos Queen, já no encore completado com o aguardado êxito "I Kissed a Girl" já com Katy vestida de gata assanhada.
Ela que acabou o concerto agarrada por seguranças cantando sobre as primeiras filas de fãs.
Isto é um bom concerto de pop juvenil. Katy Perry convenceu.
in disco digital
28 junho 2009
Sumol Summer Fest - Verão Mas Pouco

O nome falava em Summer Fest mas quem esteve na Ericeira na noite de ontem sentiu mais um Winter Fest com forte vento, chuva, e um fresco nada condizente com a altura do ano em que estamos. Salvou-se o quente concerto dos Tiken Jah Fakoly que justificaram a boa adesão de público que apesar do mau tempo deu um bonito colorido ao recinto do Sumol Summer Fest.
Na primeira noite do festival Patrice agitou bem o público, e o consagrado Horace Andy trouxe a raíz do reggae à Ericeira.
Na segunda noite a coisa só aqueceu a sério com o quente reggae africano dos Tiken Jah Fakoly que arrancaram um excelente concerto. Forte secção de sopros, excelentes músicos e um reggae clássico ora cantado em inglês, ora cantado em francês, confortou os muitos resistentes a um noite sem pontos altos no palco.
Estava Justin Nokuza embalado na sua pop leve quando uma forte chuvada varreu os jovens espectadores para a tenda ainda vazia que iria receber de madrugada DJ Patife e outros. Os vestidos curtos, as pernas à mostra, e as havaianas nos pés eram a imagem de marca de uma tribo feminina traída pela meteorologia. Eles safaram-se por causa dos casacos da moda com as cores da Jamaica com capuz que tanto jeito deu.
Aliás, o facto de o género mais próximo do Festival ser o reggae não atraiu mais do que a fauna surfista/betinha da zona oeste que tanto vibra com o verdadeiro reggae africano como tolera as aproximações de Mishka, e Police in Dub ou a já distante pop de Ana Free.
Todos saíram felizes do molhado Sumol Summer Fest, o público que teve o seu primeiro festival de Verão(?) e a organização que viu o parque de estacionamento que serviu de recinto com numerosa afluência.
Katy Perry em estreia nacional
Na primeira parte, vai estar o português Gomo que recentemente editou o segundo álbum «Nosy». Já Katy Perry, deu-se a conhecer ao mundo no passado com as canções «I Kissed a Girl», primeiro, e «Hot N`Cold», depois, ambas retiradas de «One Of the Boys».
Gomo actua às 20h00 e Katy Perry uma hora depois. O preço dos bilhetes varia entre os 23 e os 29 euros. O concerto vai ter reportagem aqui e no Disco Digital.27 junho 2009
Programa Para Hoje do Sumol Summer Fest na Ericeira
- Tiken Jah Fakoly (23h55)
- Mishka (22h35)
- Justin Nokuza (21h15)
- Culcha Candela (20h15)
- Police in Dub (19h15)
Palco Positive Vibes
- DJ Patife (02h00)
- Miguel Rendeiro (00h00)
Dub Pistols no MUSA
Os Dub Pistols são oriundos de Londres e são uma das bandas mais respeitáveis no panorama musical de hip-hop, breakbeat e ska.
Na edição deste ano, o MUSA irá contar com Bambulé, Blared Manifest, Double MP, Gnu, Money Maker$, Ölga, Rejects United e Uni-Form que saíram da selecção das 705 bandas inscritas na edição deste ano.
Para fechar o 2º dia e o Festival, o MUSA irá contar com uma das maiores estrelas do reggae africano e um dos grandes nomes do panorama reggae mundial – Alpha Blondy (Costa do Marfim) acompanhado pela Solar System Band.
Local: Junto à Praia de Carcavelos, Carcavelos
Horário: Abertura de Portas: 18h | Início do espectáculo: 19h
Bilheteira: 1 dia: € 10 | 2 dias: € 12
Bilhetes à venda: No local do evento, Worten, Fnac, Bliss, Lojas Viagens Abreu, Liv. Bulhosa (Oeiras Parque e C. C. Cidade do Porto), C.C. Dolce Vita, MegaRede, El Corte Inglés em Lisboa e Gaia, www.ticketline.sapo.pt
RESERVAS: 707 234 234
Festival MUSA
My Bloody Valentine em Portimão
26 junho 2009
Hoje Começa o Sumol Summer Fest na Ericeira

Hoje podemos contar com as actuações de Patrice, Horace Andy, The Original Wailers, Police in Dub e os Souls of Fire.
Os bilhetes do Sumol Summer Fest têm o preço de 25 euros diários ou 40 euros para o passe de 2 dias, este com campismo grátis no Ericeira Camping.
Página oficial:
O SUMOL SUMMER FEST, realiza-se NO ERICEIRA CAMPING, nos dias 26 e 27 de Junho. Ao comprares o bilhete de 2 dias, tens gratuitamente acesso ao parque de campismo por 2 noites na zona de tendas/iglos, beneficiando de todos os serviços que este parque dispõe: restaurante, balneários (chuveiro quente),etc, para mais informações vai a www.ericeiracamping.com.
Assim, no palco com vista para a ‘meca’ do surf nacional, no dia 26, destaque para Patrice, Horace Andy, Ojos de Brujo, The Original Wailers e os Souls of Fire. No dia 27, o palco recebe o nome grande do Reggae cantado em francês, Tyken Jah Fakoly, o caribenho Mishka, a nova promessa do songwritting que cativa já grandes audiências internacionais, Justin Nokuza, assim como os Police in Dub.
Também no segundo dia, ainda o inovador colectivo, referência da grande música de origem caribenha, os Culcha Candela e a portuguesa Ana Free. Mas a boa onda não se fica apenas pelo Palco Sumol. Na Tenda Good Vibes, o espaço onde a música electrónica fará as delícias daqueles que não gostam que a festa acabe cedo, presentes vão estar, no dia 26 de Junho, a eclética dupla alemã Tiefschwarz, que irá brindar os festivaleiros com o seu Deep House carregado de Nu Jazz, Dub, Techno sempre com pitadas de electrónica retro; Magazino, que trará o seu House, Minimal com algum Neo-Disco ou até mesmo Old School Detroit Techno e João Maria, um dos dj’s mais dinâmicos da cena electrónica portuguesa.
No dia seguinte, atrás dos pratos estará o paulista DJ Patife, nome grande da cena electrónica brasileira e do Drum N’ Bass mundial; Miguel Rendeiro, um dos mais prestigiados e requisitados DJ’s portugueses da actualidade e Mary B, com a sua perspectiva feminina e abrangente da música electrónica usada para interagir com diferentes pessoas em diferentes ambientes.
Michael Jackson Já Tinha Morrido. A Sua Música é Que Não.

Estava eu a pensar no que escrever quando encontro as palavras certas do mestre Rui Miguel Abreu:
Por esta altura o planeta inteiro já sabe que Michael Jackson desapareceu. Claro que é impossível não ver na história trágica de Michael - e no carácter profundamente perturbado da sua mente - um reflexo da nossa própria humanidade, mas o Michael que hoje se chora é precisamente o que não morreu - o músico, o criador ímpar que ajudou a impôr a Motown como verdadeira força cultural numa América muito diferente daquela que hoje existe. Michael falece aos 50 anos precisamente no ano em que a própria Motown celebra meio século de vida, idade demasiado redonda e perfeita para não servir de impulso ao mito. Criativamente, Michael Jackson já há muito que tinha deixado de ser relevante, mas o facto de ter deixado uma obra absolutamente incólume ao rolo compressor dos media é uma prova clara da grandeza artística da sua vida. Que descanse, finalmente, em paz.
25 junho 2009
O "Novo" Grandes Sons
Alive, Sudoeste, Paredes de Coura, Sines, e muitos concertos em sala ou ao ar livre terão eco aqui. Como sempre tem acontecido nos últimos 3 anos, agora num espaço revisto, aumentado e melhorado.
O meu agradecimento nesta operação vai para o amigo de sempre Rui Malheiro.
24 junho 2009
Os maiores festivais de 'World Music' por Cá
Os maiores festivais de 'World Music'
Rotas & Rituais Para além do Med, também o festival Rotas & Rituais arranca hoje. A segunda edição é dedicada à transumância. O cartaz oferece concertos de Gaiteiros de Lisboa, Master Musicians of Jajouka e Kepa Junkera, no Cinema São Jorge (Lisboa), de 2 a 4 de Julho. A programação paralela inclui exposições de fotografia e ciclos de documentários.
Sete Sóis Sete Luas Promovido por uma rede cultural de 20 cidades e dez países, este festival realiza-se em Oeiras, Ponte de Sor, Lajes do Pico, Vila Real de Santo António, Odemira e Castro Verde.
Mestiço Nos dias 2 a 5 de Julho, a Casa da Música (Porto) recebe nomes como Naná Vasconcelos, JP Simões, Babylon Circus, Natiruts, Konono N.º 1 e Bruno_M.
Arrábida WM Estreante nestas andanças, o Arrábida WM traz a Portugal artistas como Tinariwen, Sun Ra Arkestra e Techeka. Os concertos estão marcados para o Forte de São Filipe, na Arrábida.
Évora Clássica O 15.º aniversário deste festival é assinalado com um cartaz virado sobretudo para as cultura asiáticas, balcânicas e mediterrânicas. O Évora Clássica celebra também o cinema indiano e a indústria de Bollywood. De 7 a 15 de Julho no Palácio Cadaval.
Tom de Festa Tondela também tem o seu festival de músicas do mundo, baptizado de Tom de Festa. Não se tratando da primeira edição, a deste ano é a mais ambiciosa, com a presença de Chico César, Kasai Massai, Júlio Pereira e os Tocá Rufar, entre outros, no espaço ACERT, de 14 a 18 de Julho.
World Music Festival LX'09 Nem só fora dos grandes centros se realizam festivais deste género. A LX Factory recebe o World Music Festival LX'09 de 14 a 19 de Julho. O cartaz é praticamente geminado com o Tom de Festa.
FMM Sines O maior festival deste tipo em Portugal. Este ano, destacam-se Lee Scratch Perry, a Chucho Valdés Big Band e os portugueses OqueStrada, além de múltiplas actividades paralelas. Início marcado para 17 de Julho e encerramento oito dias depois.
Andanças Um festival de dança com música que se realiza de 3 a 9 de Agosto no concelho de São Pedro do Sul.
MED Arranca Hoje em Loulé

A propósito do arranque do Festival MED reproduzo aqui o trabalho que o D.P. assina hoje no DN sobre este e outros festivais de verão semelhantes.
Arranca hoje em Loulé aquele que é o primeiro grande festival de world music do Verão. O MED abre uma temporada em que este tipo de eventos se multiplicam por todo o País, Lisboa e Porto incluídos. Estaremos na presença de um fenómeno?
"Sim, claro", começa por explicar António Pires, antigo jornalista do jornal Blitz e autor do blogue Raízes e Antenas (que juntamente com o Crónicas da Terra, de Luís Rei, são verdadeiras bíblias para quem se interessa por este tipo de música).
"Não sei se será um fenómeno tão repentino, mas é verdade que estes festivais têm crescido bastante nos últimos anos. Agora estão é mais visíveis. No fundo, é o seguimento dos Intercélticos (um dos mais antigos festivais de world music). Há dezenas deles e há cada vez mais gente a ir", defende.
Falemos de números.
O MED espera aproximadamente 25 mil pessoas, ou seja, mais do que os 20 mil habitantes locais. Em Sines, chegam a passar 25 mil pessoas... por noite. Ou seja, ao nível de alguns dos maiores festivais de rock portugueses (Super Bock Super Rock, Optimus Alive! ou Paredes de Coura, por exemplo).
"Há um crescimento sustentado. Quer Sines quer Loulé estão já na primeira divisão dos festivais de música em Portugal, não só em termos de qualidade mas em termos de público. Tem a ver com um fenómeno global que é resultado do acesso às tecnologias e consequentemente à informação. É o lado bom da globalização", sustenta Vasco Sacramento, que, por exemplo, foi responsável pela programação do palco de world music no Rock in Rio, em 2004. "Isto não se verifica só na música. Nota-se muito na decoração. É frequente ver casas com elementos étnicos. Na gastronomia, há centenas de restaurantes internacionais. No fundo, isto também tem muito a ver com o cansaço de formatos pop/rock. Não gosto de me queixar, mas o elo mais fraco desta cadeia tem sido sempre a imprensa", acrescenta ainda Vasco Sacramento.
António Pires junta ainda outros motivos a este conjunto de factores que justificam o fenómeno. "Os festivais de world music são abrangentes em termos musicais e transversais em termos de gerações. Há muita gente aberta para questões paralelas, não só musicais, mas também sociais, políticas ou energéticas. É um boom que conhece o epicentro nestes festivais."
Mas quem será, afinal, o público destes festivais? Quem se predispõe a acartar com tendas e assentar arraiais num parque de campismo para ver um guitarrista maliano, uma cantora da Venezuela ou o nome maior do rock chinês?
"Há um público de primeira geração que está nos 30 e muitos, 40 e tal e que liga sobretudo aos brasileiros, cubanos e celtas. Depois há uma nova geração atenta aos indianos, aos ciganos, aos magrebinos, essencialmente. Esse público está na casa dos 20 anos, mas vê-se gente de todas as idades." Certo é que a disponibilidade para a descoberta é, necessariamente, diferente daquela que se verifica no festivais de música pop e rock, como explica António Pires. "Há muita gente que não sabe ao que vai e está disposta a descobrir", declara. Contudo, já se notam diferenças face a um passado recente, e se, há uns anos, "as pessoas iam pela experiência", hoje são cada vez mais "os artistas" que vendem bilhetes. "Isso é uma prova maturidade da world music'. Os Ojos de Brujo movimentam muita gente. O Buena Vista criou uma marca", explica ainda Vasco Sacramento, para quem um dos segredos reside, igualmente, na oferta: "Estes festivais oferecem sempre mais do que música. Há uma série de actividades paralelas como a gastronomia e exposições que ajudam a complementar o cartaz." António Pires dá a estocada final: "É muito mais apelativo ir para o Castelo de Loulé ou para Sines do que para um descampado."


